fev
08
2010
3

Ações de Mobile Marketing ganham relevância

O mercado observa um boom de ações de Mobile Marketing. Nos últimos meses vem acontecendo uma verdadeira explosão de aplicativos para iPhone, games, promoções com pin codes e bluetooth. Empresas como Unilever, Cadbury, Nivea, Ford e Centauro já entenderam a importância de apostar nessas ações para atingir um consumidor cada vez mais conectado.

A principal característica de uma ação de Mobile Marketing é a relevância que ela deve ter para o seu público-alvo. Quanto mais a marca estiver inserida em seu dia a dia, melhor. Por isso, os aplicativos tornam-se uma boa ferramenta, já que oferecem serviços que aprimoram o cotidiano destes consumidores. Para o desenvolvimento de um, os preços podem variar entre R$ 25 mil e R$ 150 mil. Já o tempo de execução pode levar de três dias a três meses, de acordo com a complexidade do projeto e o tamanho da equipe envolvida.

Ações de Mobile Marketing em destaqueUm exemplo é o aplicativo para iPhone lançado pela Nivea recentemente. Desenvolvido pela agência pontomobi para a marca Nivea Sun, a ferramenta combina informações sobre a proteção da pele durante o verão, informa a temperatura do local onde a pessoa está, os raios de exposição UVA e UVB e identifica o fator de proteção ideal para cada tipo de pele.

A ferramenta avisa ainda, por meio de alarmes, os horários necessários para a reaplicação do protetor solar. “O aplicativo Nivea Sun é um grande serviço. Acredito muito na plataforma móvel embalando serviços para o consumidor. Aí sim tem relevância”, afirma Leonardo Xavier, sócio-diretor da pontomobi, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Fonte: http://www.administradores.com.br

fev
05
2010
2

e-mail marketing: diferencial nas vendas

Imagine que sua loja favorita funcionasse 24 horas por dia e fosse permanentemente suprida com produtos de seu interesse. Quando você a visitasse (em qualquer data e horário que escolhesse), a loja nunca estaria cheia de gente, porém os vendedores somente o abordariam caso você desejasse e teriam sempre alguma boa novidade ou oferta para mostrar. Não seria uma experiência perfeita?

Pois essa “loja dos sonhos” – tão difícil de encontrar nos shoppings e nas ruas! – é a realidade das empresas e consumidores que fazem bom uso das ferramentas de email marketing. Mais do que simplesmente um instrumento para alavancar vendas ou aumentar o número de acessos em um site, o email marketing é uma estratégia de atendimento e relacionamento online, capaz de captar os interesses de cada cliente e atendê-lo exatamente da forma como ele deseja.

A utilização do email marketing para oferecer produtos e serviços – e também para fazer campanhas de fidelização, promoção de eventos e comunicados – traz muitas vantagens. A principal delas, claro, é a interação – o cliente opta efetivamente por receber a mensagem e ter acesso ao conteúdo dela. Além disso, é possível segmentar e personalizar o conteúdo de acordo com o sexo, faixa etária e demais características de cada consumidor. Por fim, a possibilidade de acompanhar o retorno das ações permite conhecer mais o perfil de cada cliente, entender melhor suas necessidades e antecipar seus desejos. Tudo isso com muita precisão e sem qualquer tipo de “achismo”.

O email marketing permite às empresas entender muito bem sua base de clientes. Você leva as pessoas à sua loja e mostra o que elas querem, quando elas querem. E sem as inconveniências típicas dos estabelecimentos do mundo “offline”: filas, horário de funcionamento limitado, longas esperas e vendedores inconvenientes. Não é o melhor dos mundos? Além de conquistar novos clientes, você fideliza e mantém as bases organizadas.

Entretanto, no Brasil, o email marketing tem alguns obstáculos pela frente. O maior deles é o desconhecimento. Muita gente ainda entende de forma equivocada esta ferramenta tão importante. É preciso fazer um esclarecimento: email marketing não é mera propaganda, email marketing é estratégia. Não basta simplesmente “transplantar” o anúncio impresso para a internet e achar que o trabalho está feito. Quando isso acontece, todo o conceito de email marketing é desvirtuado.

Outro problema comum é confundir quantidade com qualidade. O objetivo de uma mensagem de email marketing não é atender às massas, mas sim às necessidades individuais dos destinatários. Não adianta mandar o email para quem não quer receber. A pessoa vai repudiar a iniciativa e falar mal da marca. A mensagem pode até ter como objetivo atingir um milhão de pessoas, mas precisa estar adequada às características de cada uma delas.

No entanto, embora tenhamos ainda um longo caminho a percorrer, o mercado começa a conhecer melhor a utilização do email marketing, uma ferramenta cada vez mais necessária para sobreviver no mundo dos negócios. Atualmente, a Internet é uma mídia fundamental para qualquer empresa. Entender e saber se relacionar com este contingente de pessoas é indispensável para obter destaque entre os inúmeros sites que surgem a cada dia. E, para isso, as mensagens que falam diretamente com cada consumidor são, definitivamente, a melhor opção, pois permitem saber o que ele deseja ou necessita e literalmente levam-no para dentro do seu negócio.

Walter Sabini Juniorespecialista em email marketing e CEO da VIRID Interatividade Digital.

fev
03
2010
2

Enquanto adoção a Windows 7 continua a crescer, XP e Vista perdem espaço

Novo produto atinge marca que Vista levou 11 meses para alcançar. Sistemas móveis seguem subindo, assim como Mac OS X.

O Windows 7 precisou de apenas três meses para alcançar a penetração de mercado que o Vista demorou quase um ano para conseguir, segundo a empresa de métricas de internet NetApplications.com.

O novo sistema da Microsoft terminou janeiro com 7,5% de participação, marca que o Windows Vista não atingiu até 11 meses depois do seu lançamento, em janeiro de 2007.

“Não há diminuição na curva de crescimento do Windows 7”, disse o vice-presidente executivo da Net Applications, Vince Vizzaccaro, que também lembrou que no domingo (31/1) o novo sistema operacional da Microsoft esteve em mais de 10% de todas as máquinas que acessaram a internet.

A participação do Windows 7 normalmente sobe aos finais de semana e feriados, quando mais pessoas acessam a web dos computadores de casa, locais que mais possuem o Windows 7.

Durante janeiro, a média de uso do Windows 7 subiu de 7,2% para 7,4%, depois para 7,6%, atingindo  por fim 8% na última semana.

Assim como nos últimos meses, tanto o XP como o Vista perderam participação em janeiro enquanto o Windows 7 ganhou espaço. O XP caiu para 66,3%, queda de 1,46 ponto percentual. Já o Vista fechou o mês com 17,4%, queda de 0,5 ponto percentual em relação a dezembro. A participação do Vista caiu pela quarta vez em cinco meses, reforçando a tendência que aponta para uma queda permanente conforme os usuários migram para o Windows 7.

Se a tendência dos últimos três meses persistir, o Windows 7 tomará o lugar do Vista como segundo sistema operacional mais popular em junho.

Essa não foi a primeira vez que a NetApplications comparou o crescimento do Windows 7 com o de seu antecessor. Em novembro, Vizzaccaro notou que o Windows 7 atingiu 4% de participação após apenas três semanas no mercado, uma marca que o Vista demorou cinco meses para conseguir.

A maior parte dos ganhos do Windows 7 veio da queda do XP, o que não surpreende. Afinal, o sistema operacional de oito anos de idade é o mais popular do planeta por uma ampla margem. Desde o lançamento do Windows 7, em outubro de 2009, a participação do XP caiu quase três vezes mais que a do Vista.

O Mac OS X, da Apple, teve um leve crescimento de 0,02 ponto percentual em janeiro, fechando o mês com 5,13% de participação. Foi o primeiro mês em que a participação do Mac OS X subiu desde outubro.

Vizzaccaro novamente apontou a categoria móvel como uma que deve ser observada. “Esse é o começo de uma mudança para muitos outros sistemas móveis entrarem na web”, disse. “A tendência é uma curva que, parece, continuará a subir.”

Em janeiro, sistemas operacionais móveis representaram 1,5% de todos os hardwares que entraram na internet, com um crescimento de 0,13 ponto percentual em relação a dezembro, disse Vizzaccaro.

“O iPhone e o iPod Touch estão se dando extremamente bem, assim como Symbian e o BlackBerry. Mas a curva do Android parece ter parado durante o mês”, disse Vizzaccaro.

Vizzaccaro não conseguiu explicar a interrupção no crescimento do Android, sistema móvel do Google, apesar de ter mencionado o lançamento do Nexus One e as reclamações de consumidores que não conseguiram o suporte necessário. “A falta de ajuda aos consumidores pode acontecer em softwares beta, mas não com celulares”, disse. “Ninguém quer esperar duas semanas para receber uma resposta por e-mail para uma questão sobre o telefone.”

A NetApplications vai começar a rastrear o uso do iPad, da Apple, assim que ele for lançado em março, segundo Vizzaccaro.

Fonte: Computerworld/EUA

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Mercado, Microsoft |
fev
01
2010
2

Google decide premiar quem encontrar bugs no projeto Chromium

Segundo as regras do programa, recompensa mínima é de 500 dólares; iniciativa é semelhante à que a Fundação Mozilla mantém para o Firefox.

O Google anunciou nesta quinta-feira (28/1) que vai oferecer recompensas em dinheiro a quem encontrar vulnerabilidades no projeto Chromium, de código livre. O Chromium serve de base ao navegador Chrome. Bug encontrados no próprio Chrome também podem concorrer.

No anúncio, feito em seu blog, a empresa reconhece que a iniciativa não é nova, e parabeniza a Fundação Mozilla, mantenedora do navegador Firefox, pelo sucesso de seu programa de premiação. O programa da Mozilla, que remunera os caçadores de bugs com 500 dólares por erro encontrado, ainda está em operação.

A recompensa mínima para bugs é 500 dólares mas, se a falha for particularmente grave ou engenhosa, o valor poderá subir para 1.337 dólares. O número 1337 é uma referência a “Leet”, uma recriação do alfabeto em que algumas letras são substituídas por números. Na gíria hacker, o termo também designa o cumprimento de uma missão.

O grupo de avaliação do Google pode ainda decidir que um único relato poderá se constituir de múltiplos bugs, que aumentaria o valor do prêmio.

Pelas regras divulgadas, qualquer bug de segurança pode ser considerado válido, mas o foco da empresa estará nos bugs críticos e de alto impacto. A empresa adverte que o bug não será válido se a pessoa que o denunciou tiver participado do projeto.

Além disso, se duas ou mais pessoas descobriram o mesmo bug, apenas a inscrição que chegar primeiro será escolhida para avaliação. O Google também avisa que, para receber o prêmio, menores de idade precisarão de um adulto que o represente.

Fonte: IDG Now!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Google, Internet |
jan
26
2010
2

Google anuncia versão estável do Chrome e, com ela, 1.500 extensões

Programa corrige 13 bugs e vem acompanhado de um sincronizador de favoritos entre PCs e de APIs para criação e programação de sites com HTML5.

O Google anunciou nesta segunda-feira (25/1), em seu blog, a oferta de uma nova versão “estável” de seu navegador Chrome – a versão 4 – e, com ele, o acesso a mais de 1.500 recursos, por meio do uso de extensões.

Apesar de um beta do Chrome de dezembro de 2009 já ter sido divulgado com o recurso, é a primeira vez que ele aparece na versão estável, um termo que o Google usa no lugar de “final”.

A nova versão também corrige 13 vulnerabilidades de segurança, seis delas classificadas como “alta” no sistema de ranking de ameaças usado pela empresa.

Extensões são pequenos programas que acrescentam funções ao navegador. Elas se tornaram populares com o navegador Firefox, da Fundação Mozilla. O concorrente do Chrome afirma ter mais de 5 mil complementos (add-ons).

Sincronismo de favoritos
Outro recurso oferecido pelo Google com a versão estável do Chrome é o sincronismo de favoritos (Bookmark sync). Quem usa vários computadores poderá manter a lista de sites favoritos atualizada entre as máquinas.

Apenas a versão estável para Windows suporta extensões e sincronismo de favoritos. Quem usa Linux e quer experimentar as extensões deverá instalar a versão beta. Já os usuários de Mac precisarão instalar a versão mais instável, a “developer”, para acessar as extensões.

O usuário do Chrome poderá gerenciar suas extensões visitando a opção Tools (Ferramentas) do menu e, em seguida, selecionando Extensions (extensões).

A versão estável também oferece para desenvolvedores e designers algumas novas interfaces para programação de aplicações (APIs) HTML5, informa a empresa.

Fonte: Computerworld/EUA

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Google, Internet |
jan
25
2010
2

O MARKETING ECOLÓGICO E A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O termo marketing verde, ecológico ou ambiental, surgiu nos anos setenta, quando a AMA (American Marketing Association) realizou um Workshop com a intenção de discutir o impacto do marketing sobre o meio ambiente. Após esse evento o Marketing Ecológico foi assim definido : “O estudo dos aspectos positivos e negativos das atividades de Marketing em relação à poluição, ao esgotamento de energia e ao esgotamento dos recursos não renováveis.” Posteriormente, o marketing ambiental também foi discutido por Kotler que o definiu como sendo : “(…) um movimento das empresas para criarem e colocarem no mercado produtos ambientalmente responsáveis em relação ao meio ambiente”. Polonsky, autor de várias obras sobre o tema, propõe um conceito para o marketing verde, que ele próprio considera como sendo o conceito mais abrangente: “Marketing Verde ou Ambiental consiste em todas as atividades desenvolvidas para gerar e facilitar quaisquer trocas com a intenção de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores, desde que a satisfação de tais desejos e necessidades ocorra com o mínimo de impacto negativo sobre o meio ambiente.”
O marketing ecológico consiste, portanto, na prática de todas aquelas atividades inerentes ao marketing, porém, incorporando a preocupação ambiental e contribuindo para : A conscientização ambiental por parte do mercado consumidor

Ao adotar o marketing verde, a organização deve informar a seus consumidores acerca das vantagens de se adquirir produtos e serviços ambientalmente responsáveis, de forma a estimular (onde já exista) e despertar (onde ainda não exista) o desejo do mercado por esta categoria de produtos. O marketing moderno consiste em criar e ofertar produtos e serviços capazes de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores. No marketing verde, os consumidores desejam encontrar a qualidade ambiental nos produtos e serviços que adquirem. Percebemos assim, que nenhum esforço por parte das empresas tem sentido, se os consumidores insistirem em continuar consumindo determinados bens que agridam a natureza. Por exemplo, uma indústria têxtil pode substituir peles de ursos, ovelhas, tigres e outras espécies por fibras sintéticas; mas se o desejo dos consumidores for o de continuar adquirindo vestimentas feitas a partir da pele destes animais, o esforço da organização, por mais bem intencionado que seja, não causará nenhum impacto positivo sobre a demanda.

por Alessandra Teixeira

Fonte: http://www.marketing.com.br

jan
25
2010
2

Gestão empresarial: mercado fatura R$ 2,5 bi

O ano de 2009 não foi só de recessão mundial. O que comprova essa afirmativa é a pesquisa da IDC sobre a indústria de sistemas de gestão empresarial (ERP), que fechou o ano passado com aumento de 17%, comparado com 2008, algo em torno de R$ 2,5 bilhões.

Os dados fazem parte do estudo Latin America Semiannual ERP Tracker da IDC, que apurou que só no primeiro semestre de 2009 o segmento faturou R$ 1,1 bilhão em vendas de licenças. Segundo analistas do IDC, esse mercado vai apresentar crescimento anual de 8,4% até 2013.

O segmento da economia que mais comprou ERP no primeiro semestre de 2009 foi o de manufatura, responsável por 43,46% dos pedidos. Em segundo lugar ficaram as empresas de serviços com participação de 16,53%, seguidas do varejo com fatia de 13,11%.

Fonte: Olhar Digital

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Mercado |
jan
23
2010
2

A força da Vantagem Competitiva.

Vantagem Competitiva é um conceito desenvolvido por Michael E. Porter no seu best-seller “CompetitiveAdvantage” e que procura mostrar a forma como a estratégia escolhida e seguida pela organização pode determinar e sustentar o seu sucesso competitivo.

Vantagem competitiva é aquilo que determina e responde o porquê de uma empresa conseguir sucesso, lucratividade e atingir as metas e outras não. Por que o cliente deve comprar de você e não do seu concorrente? O que você oferece a mais, de melhor, com exclusividade ou com maior eficiência que deveria fazer o seu cliente abandonar o seu fornecedor atual e escolher a sua empresa? Essa é a sua vantagem competitiva.

Trabalhar na imagem da marca, na cultura, na autentivcidade da empresa tem surtido um ótimo efeito quando o negócio é criar história, ganhar seguidores e gerar riqueza no século XXI. Zappos, Starbucks, Google, Twitter, bla, bla, bla, são ótimos exemplos de companhias que utilizaram a marca, a cultura e as pessoas para fazer diferença e se firmar no mercado.

Segundo Porter, existem dois tipos básicos de vantagem competitiva:

Liderança no custo
Neste tipo de estratégia, a empresa procura tornar-se no produtor com mais baixos custos no seu sector de atividade. Seguindo esta estratégia, a empresa apresenta um âmbito de atuação amplo e procura atingir diversos segmentos de mercado, sendo a própria amplitude da empresa um importante fator de vantagem ao nível dos custos.Em geral, um produtor que opta por uma estratégia de baixo custo produz um produto estandardizado, focando-se no essencial do produto e colocando a ênfase na obtenção de vantagens de custo absoluto e de escala.

Diferenciação
Neste tipo de estratégia, a empresa procura ser única no seu sector de atividade nas dimensões mais valorizadas pelos consumidores. Nesta estratégia a empresa seleciona um ou mais atributos mais valorizados no mercado, posicionando-se de uma forma única para satisfazer as necessidades dos consumidores.

jan
21
2010
2

Microsoft alerta para bug que existe há 17 anos no Windows

Falha no Virtual DOS Machine, lançado com o Windows NT, afeta todas as versões de 32 bits do Windows e pode ser explorada por invasores.

Uma falha existente há 17 anos no núcleo do sistema operacional Windows de 32 bits pode ser explorada por invasores para sequestrar PCs remotamente, alertou a Microsoft na quarta-feira (20/1).

A vulnerabilidade, que tem a mesma idade do Windows NT – primeira versão de 32 bits do sistema operacional da Microsoft, lançada em 1993 – reside no subsistema Windows Virtual DOS Machine (VDM) e foi descoberta pelo grande rival da Microsoft, o Google, na terça-feira (19/1).

O engenheiro do Google, Tavis Ormandy, que detalhou o bug em uma lista de segurança na internet, diz ter informado a Microsoft sobre a existência da falha há sete meses. Ele também recebeu créditos por ter alertado a Microsoft sobre uma falha corrigida pela empresa no pacote de atualizações mensais Patch Tuesday, divulgado na semana passada.

O VDM permite que versões anteriores ao Windows NT e outras versões mais antigas do sistema operacional rodem softwares em DOS e em versões do Windows de 16 bits. A primeira versão do Windows, em DOS, foi lançada em 1981.

Em seu alerta, a Microsoft recomendou que todos os usuários do sistema afetado – presente em todas as edições de 32 bits do Windows, incluindo o novo Windows 7 – desabilitem o VDM, como solução temporária. As versões de 64 bits do Windows não estão vulneráveis.

Este é o segundo alerta de segurança anunciado pela Microsoft nos últimos sete dias. A empresa informou que vai lançar uma correção de segurança, nesta quinta-feira (21/1), para uma falha no Internet Explorer, que já tem sido explorada  por crackers em sites maliciosos. A brecha foi usada para promover ataques aos sistemas do Google e de outras 33 empresas, em dezembro de 2009.

Explorando a antiga falha no Windows, “um invasor pode rodar códigos arbitrariamente no kernel do sistema”, informa o alerta da Microsoft. “Em seguida, ele pode instalar programas, visualizar, modificar ou apagar dados; ou criar novas contas com direito de administrador liberado.”

A Microsoft classificou a falha como “importante”, que é o segundo nível de periculosidade de uma brecha após a classificação “crítica”. O gerente de programas do Microsoft Security Response Center (MSRC), Jerry Bryant, informou, entretanto, que a empresa não registrou qualquer ataque que explorasse o bug e minimizou o risco da antiga falha. “Para explorar esta vulnerabilidade, o invasor deve ter acesso a uma conta no sistema”.

Ainda não há data de correção para o problema no VDM, mas espera-se que a solução seja integrada ao próximo Patch Tuesday, agendado para 9 de fevereiro.

Fonte: Computerworld / EUA

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Microsoft |
jan
20
2010
2

Apenas um terço dos usuários de sites de busca clica em links patrocinados

De acordo com um levantamento realizado pela WBI Brasil, mais da metade dos internautas prefere resultados espontâneos.

Uma pesquisa realizada pela WBI Brasil aponta que 75,93% dos internautas que utilizam ferramentas de busca na web preferem resultados espontâneos, enquanto 24,07% clicam nos links patrocinados.

Chamado de “Raio-x do e-commerce. Quem é quem na mente do consumidor”, o estudo é realizado anualmente e já está na sua sexta edição.

Apesar do número de acesso aos Links Patrocinados ser menor, a pesquisa sugere uma tendência de aumento na quantidade de cliques nesse tipo de anúncio.

De todos os internautas que utilizam mecanismos de buscas, 20% abrem somente a primeira página, 28% vão até a segunda e 52% seguem até a terceira página ou suas sucessoras.

A pesquisa também comprovou que o Google é o mais buscador mais utilizado. A companhia da internet dominou com 95,4%, seguido pelo Bing, com 2,9% e Yahoo, com 1,7%.

No total, o estudo coletou 1080 respostas dos participantes das edições do evento Café Com Internet realizadas em 2009 em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Fonte IDG Now!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet, Marketing, Mercado, O2, Planejamento, Publicidade e Propaganda |

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