mar
09
2010
2

Ubuntu 10.04 terá novo visual

A versão 10.04 do sistema operacional de código aberto Ubuntu chega aos usuários no dia 29 de abril com mudanças no visual. As tradicionais cores preta e laranja não serão mais dominantes no layout da plataforma que ganhará o codinome “Lucid Lynx”.

De acordo com a Canonical, a desenvolvedora da plataforma, a nova versão terá uma cara mais moderna, chamada de “Light” pela companhia. O logotipo também sofrerá alterações, principalmente na fonte utilizada.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet, Mercado, Planejamento, Ubuntu | Tags:, ,
mar
07
2010
2

Avon gera mistério

Top model Ana Beatriz Barros estrela a campanha da nova fragrância da marca

Para apresentar às consumidoras brasileiras Eternal Magic, sua nova fragrância direcionada ao público feminino, a Avon estreia na próxima segunda-feira (01) campanha. A ação inclui folheto Avon, anúncio perfumado em revistas e filme na TV, protagonizada pela top model brasileira Ana Beatriz Barros.

Criado pela 141 Soho Square, o filme apresenta a modelo em um clima de mistério, sedução e romance. Após aplicar a nova fragrância, Ana, trajada com vestido lilás de noite, entra num baile de gala, usando máscara na mesma tonalidade da roupa. Após percorrer o salão e olhar ao redor como se estivesse procurando por algo, a protagonista é notada por um rapaz, que também está de máscara e a segue pela casa. Ao perceber que está sendo seguida, a modelo sai para o jardim e tira o adereço do rosto, olhando  fixamente para o homem. Quando os dois se encontram e se tocam, o filme termina com a tag line “Algumas mulheres conquistam você, outras conquistam você para sempre”.

O filme, com duração de 15” e 30”, será veiculado em rede nacional nas principais emissoras de televisão do País – Globo, SBT, Record, Record News Rede TV e Band. Os canais a cabo TNT, Universal, Fox, Warner, Multishow, Telecine Pipoca e Premium, Sony, GNT, HBO, Megapix, Discovery Home & Health, Fashion TV e Axn exibem a campanha a partir de 21 de março.

No mês de março as revistas Caras, Contigo e Quem trazem a propaganda impressa e, em Abril,  Claudia, Nova, Marie Claire, Criativa, Estilo, Elle, Boa Forma, Gloss, Manequim, Caras, Contigo, Quem, Isto é Gente, Vogue e  L’Officiel divulgam Eternal Magic.

A campanha de comunicação da nova fragrância da Avon contempla também o patrocínio da 3ª temporada do programa “Esquadrão da moda”, do SBT.

fonte: www.propmark.com.br

mar
05
2010
2

Marco Regulatório: a legislação da internet

Discussão – Marco Regulatório

Há alguns meses, políticos, jornalistas, sociólogos e legisladores se reunem para discutir a lei que definirá os direitos e deveres dos internautas no país. Lançado em outubro de 2009 pelo Ministério da Justiça em parceria com a Fundação Getulio Vargas, o Marco Regulatório Civil da Internet é um projeto colaborativo que visa criar uma lei pioneira no Brasil, para regulamentar questões como o armazenamento de informações pessoais pelos provedores ou mesmo o acesso universal à banda larga.

“O que a gente está tentando fazer é uma legislação que coloque esses princípios de natureza da internet como valores respeitados e reconhecidos pelo Direito, e aí, uma decisão judicial, ao invés de, por exemplo, bloquear o acesso a um site, por conta do que está lá, tem uma solução mais justa e mais equilibrada para resolver o problema”, explica Guilherme Almeida de Almeida, da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça.

A primeira fase do debate contou com mais de 800 contribuições, entre comentários, e-mails e referências propositivas em site. Uma das idéias propostas e totalmente descartada sugeria que o usuário tivesse que se indentificar toda vez que entrasse na rede. Imagine o trabalho que isso não daria para todos nós! De acordo com os avaliadores do projeto, a maior preocupação dos colaboradores diz respeito à manutenção da liberdade de expressão e privacidade dentro ciberespaço.

“Hoje, para eu me conectar na rede, eu não preciso da autorização de ninguém, se eu quiser desenvolver um site, se eu quiser mandar um vídeo ou fazer um conteúdo, eu não preciso pedir autorização a ninguém. Isso é um principio da arquitetura da internet”, diz Ronaldo Lemos, Professor Especialista em Direito Digital da FGV/RJ.

Sérgio Amadeu, Sociólogo e Ativista por Direitos Civis na Internet, também defende a liberdade no meio digital e acredita que manter esse principio só é possivel com a participação da sociedade “A internet deve continuar livre e nós devemos fazer varias ações para melhorar o entendimento das pessoas na internet”.

Em sua primeira fase, o projeto foi colocado para consulta pública durante 45 dias. Baseado nas colaborações dos internautas, ele agora está sendo analisado por uma equipe do Ministério da Justiça. Depois de pronto, o projeto ficará disponível para comentáriospor mais 45 dias e só então, será encaminhado para o congresso. Por isso mesmo, ainda é tempo de dar sua contribuição no sentido de fazer da internet um ambiente mais seguro e, ao mesmo tempo, com total liberdade de expressão. Acesse agora olhardigital.com.br e veja como.

Fonte: Olhar Digital

mar
03
2010
2

Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais

Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.

Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?

Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.

A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.

1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.

As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.

2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter.  O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.

Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta.  Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.

3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?

Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente “aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.

4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas.  Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como “selos” para seu perfil.   Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.

Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa.  Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.

5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros.  Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações.  Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.

A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.

6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?

As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics.  Exemplos no contexto de uma ferramenta social são:  número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc.  As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.

Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado.  Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc.  Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários  “vendem” e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de “invites” para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.

7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.

8 – Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.

9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial?  O que é permitido e o que não é?

As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo:  consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características.  Isto é,  pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.

O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo “enganado”, o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.

Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio.  Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.

10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?

Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.

Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como “mau uso” por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.

Fonte: IDG Now!

mar
01
2010
2

Vulnerabilidades em softwares caem em 2009, mas aplicativos viram ameaça

É o que aponta o relatório anual de riscos da IBM, para quem o número de falhas em programas foi reduzido 11% em relação a 2008.

O número de vulnerabilidades de softwares caiu no geral em 2009, mas a quantidade de erros em leitores de documentos e aplicativos de multimídia cresceu em 50%, de acordo com o relatório anual de riscos e tendências da IBM.

A pesquisa foi feita pelo grupo X-Force, da IBM, e coletou divulgações de vulnerabilidades e outros dados de ataques feitos na web. Em 2009, a equipe registrou 6,6 mil novas vulnerabilidades, quantidade 11% menor que a registrada em 2008.

Segundo o estudo, Brasil, EUA e Rússia representam o grupo de países de onde se originou a maioria dos ataques maliciosos, superando a Espanha, Itália e Coréia do Sul, que estavam no topo do relatório em 2008.

No que se refere às brechas de segurança, a IBM disse que o número de vulnerabilidades informadas para leitores de documentos, editores e aplicativos de multimídia subiu 50%. A empresa classifica essas como vulnerabilidades como “clientes”, que também afetam navegadores e sistemas operacionais.

Das cinco falhas mais exploradas na web, três envolvem arquivos PDF.  Crackers tiveram muito sucesso procurando brechas nos documentos e conduziram ataques através de spams e sites maliciosos.

“Existe definitivamente um grupo de caras maus que mira esse tipo de arquivo”, disse o gerente de pesquisas da X-Force, Tom Cross.

As outras duas falhas exploradas envolvem o Flash e um controle ActiveX que permite que usuários vejam arquivos do Microsoft Office no Internet Explorer, disse a IBM.

Navegação vulnerável
Navegadores possuem a maior parte das vulnerabilidades de clientes. O Firefox teve o dobro de falhas críticas que o Internet Explorer em 2009. Nenhum desses erros, no entanto, deixou de ser corrigido até o fim do ano.

Mais da metade das vulnerabilidades de clientes críticas atingiu quatro fabricantes: Microsoft, Adobe, Mozilla e Apple. Enquanto, em média, a maioria dos fornecedores corrigiu 66% dessas falhas, a Apple se mostrou pior nesse ponto, corrigindo apenas 38%.

A IBM também observou as taxas gerais de correção. A X-Force disse que a Research in Motion, a comunidade GNU, a Cisco Systems, a Adobe e a HP tiveram desempenho excelente. A Cisco deixou apenas 1% das falhas críticas sem patchers até o fim do ano, enquanto as outras empresas corrigiram todos os erros.

As empresas com a maior porcentagem de vulnerabilidades sem correção foram a comunidade Linux, com 53%, a Oracle com 38%, a Novell com 31% e a IBM com 27%.

Aplicativos
Outras brechas observadas pela X-Force incluem aplicativos da web, uma condição perigosa para sites que pode resultar em perda de dados e outros danos.

E os números não são bons: cerca de 67% dos problemas com aplicativos de web não foram corrigidos até o fim de 2009. Os cross-site scripting superaram injeção de SQL como principal vulnerabilidade na web, disse a IBM.

Cross-site scripting é um ataque no qual um script ganha permissão para rodar onde não deve, recurso que pode ser usado para roubar informação. Injeção SQL ocorre quando comandos são validados e executados em um banco de dados, que pode revelar dados e ser usado para outros fins maliciosos.

O número de injeções de SQL visto pela IBM em 2008 foi de cerca de 5 mil por dia. Em 2009, ela observou cerca de um milhão de ataques por dia, com invasores usando ferramentas para descobrir sites fracos, segundo Cross.

Muitas vezes hackers tentam inserir HTML em uma página via injeção de SQL que faz com que usuários sejam redirecionados para outro site.

Os crackers estão “tentando conseguir que links maliciosos sejam colocados em sites legítimos com audiência e que a audiência seja redirecionada para outro site”, disse Cross. A IBM também disse que viu um aumento massivo de links maliciosos em 2009.

Fonte: IDG News Services

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet, Mercado | Tags:, , ,
fev
26
2010
2

Google Maps faz truques de laboratório

‘Labs’ acrescenta recursos práticos, como o zoom pelo mouse, e divertidos, como a rotação de mapas.

O Maps, serviço de mapas do Google, acaba de ganhar uma seção Labs. Tal como ocorre no Gmail, o Google Labs do Maps permite a ativação de recursos que acrescentam funções ou melhoram a utilização do serviço.

O Labs aparece na tela na forma de um pequeno ícone verde em forma de frasco de laboratório, posicionado no canto superior direito. Ao clicá-lo, uma janela flutuante permite avisar ou desativar os truques – são nove ao todo.

google-maps-labs.300

Entre os primeiros recursos oferecidos estão o uso de zoom em mapas a partir do mouse; a visualização de imagens aéreas; a rotação de mapas em 360 graus, que pode, por exemplo, fazer a América do Sul ficar no topo da tela; o jogo “Onde no Mundo”, que desafia a adivinhar nomes de países; e a exibição automática de latitude e longitude para pontos do mapa.

Mas não estranhe se a lista mudar. O Google avisa que os recursos são oferecidos em caráter de teste e podem ser “alterados, interrompidos ou desaparecer a qualquer momento”.

Fonte: IDG Now!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Google, Internet |
fev
24
2010
2

Pro Teste cobra resposta da Anatel sobre revisão da assinatura básica

Em ofício, órgão de defesa cobra posição da agência quase um ano após ter proposto redução do valor da assinatura básica de telefonia fixa.

Quase um ano após o envio de uma proposta à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pedindo a revisão do valor da assinatura básica de telefonia fixa, a Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, ainda sem resposta, encaminhou um ofício à agência nesta quinta-feira (18/2).

Na petição registrada em 20 de fevereiro de 2009, a entidade pede a instauração de um processo para que sejam revistos os contratos de concessão dos Serviços de Telefonia Fixa Comutada (STFC).

A proposta da Pro Teste envolve a redução do valor da assinatura básica, que atualmente custa em torno de 40 reais, para 14 reais, impulsionando a maior inclusão e eliminando milhões de linhas ociosas.

A entidade argumenta que a falta de revisão nos contratos do STFC tem colaborado para a migração dos usuários de telefonia fixa para o serviço de telefonia celular no país, que apresenta a segura tarifa mais alta do mundo, segundo estudo recente da consultoria europeia Bernstein Research. “(…) A preocupação da Pro Teste levada a V.Sas. há um ano não pode ser ignorada como vem ocorrendo”, afirma o ofício assinado pela advogada Flávia Lefèvre Guimarães.

A Pro Teste exige que a Anatel se posicione dentro de cinco dias úteis, ou até o dia 25 de fevereiro. “Trata-se de assunto de grande relevância social, e, por isso não merece ser ignorado pelo órgão regulador”, observa a advogada. O ofício cita os artigos 2° (incisos. I, II e VI) da Lei Geral das Telecomunicações, e 5° (incisos XXXIII e XXXIV) da Constituição Federal, que tratam de “Direito de Informação Pública” e “Direito de Petição”.

Além da resposta da Anatel, a Pro Teste também pede que seja agendada uma reunião que conte com a presença de “membro do Conselho Diretor da Agência e de representantes das superintendências de serviços públicos e universalização, com a finalidade de apresentação de informações a respeito da matéria.”

Fonte: IDG Now!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mercado |
fev
22
2010
2

Anatel também será acionada pelo Idec para garantir serviço de banda larga

Órgão de defesa do consumidor dará prosseguimento à ação contra operadoras e agência para exigir mudanças em contratos de serviços.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) decidiu dar continuidade a uma ação civil pública que obriga as operadoras de telefonia a oferece a velocidade contratada pelo consumidor, incluindo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no processo.

A mudança ocorre após uma decisão judicial proferida na quarta-feira (9/2) pelo juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo, afirmando que a agência não poderia ser responsabilizada por exigir das operadoras de telefonia o cumprimento da velocidade dos serviços de banda larga. Em seu parecer, o juiz afirma que as operadoras e o consumidor possuem uma “relação jurídica privada”.

A ação civil, que envolve as operadoras Telefônica, Net São Paulo, Brasil Telecom e Oi (Telemar Norte Leste), agora também se estende à Anatel. “Nesse atual cenário, o Idec dará continuidade à ação, para se fazer cumprir o direito do consumidor”, afirma o órgão de defesa em um comunicado emitido nesta quarta-feira (10/2).

Velocidade ‘real’ e pagamento por serviço
O objetivo do Idec é exigir alterações nas cláusulas contratuais das operadoras, que as eximem de sua responsabilidade em cumprir a oferta da velocidade de acesso a banda larga. Atualmente, em média, os contratos de nível de serviço garantem apenas 10% da velocidade contratada pelo internauta.

A ação do Idec também prevê que a Anatel determine que as operadoras esclareçam ao consumidor a efetiva velocidade da banda larga entregue, incluindo a informação na fatura mensal do serviço, ou sempre que o consumidor pedir.

O pedido da ação pública da banda larga foi motivado por uma pesquisa realizada pelo Idec entre maio de 2008 e novembro de 2009, que apontou as irregularidades do setor.

O órgão também pede que o usuário de banda larga pague somente pelo serviço utilizado e que possa rescindir o contrato, sem pagar multas, caso o serviço entregue não esteja de acordo com o contratado.

Fonte: IDG Now!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mercado |
fev
13
2010
2

Intel observa em redes sociais reação a comerciais do Super Bowl

Empresa monitora redes como Facebook e Twitter para avaliar reação do público aos comerciais exibidos durante o Super Bowl de domingo (7/2).

Executivos da Intel monitoraram redes sociais como Facebook e Twitter para avaliar a reação dos consumidores aos comerciais que rodaram durante o Super Bowl, evento que finaliza a temporada de futebol americano.

A Intel pagou para a CBS, emissora que transmitiu o Super Bowl, cerca de 4 milhões de dólares para veicular dois comerciais durante o jogo de futebol americano e para patrocinar o evento pós-jogo.

Agora o departamento de marketing da Intel vai monitoras redes sociais para determinar quais comerciais atingiram o maior número de espectadores.

“É a primeira vez que a Intel vai medir a reação em torno do evento usando redes sociais”, disse o representante da empresa, David Veneski, em uma entrevista antes do Super Bowl. “De uma perspectiva social, esses comerciais são mais comentados do que o jogo em si. Vai ser divertido ver o que as pessoas acharam deles.”

Uma equipe de mídias sociais da Intel começou a observar sites como Facebook, Twitter e YouTube durante o Super Bowl e continuará a monitorá-los depois do evento. A Intel colocou os dois comerciais no YouTube logo após a veiculação deles na TV.

“Estamos vendo isso como uma oportunidade de observar consumidores conversando em redes sociais”, disse Veneski.

Fonte: IDG News Service

Intel observa em redes sociais reação a comerciais do Super Bowl

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Apple |
fev
12
2010
2

Novos padrões de consumo movimentam o mercado de propaganda

Atenta às novas aspirações dos consumidores, uma empresa da Região Metropolitana de Campinas inova e traz propaganda em caixa de pizza. Diferente das técnicas tradicionais do marketing, que “atropelam” os consumidores com uma infinidade de informações, a Sete Cinco Mídia resolveu encurtar a distancia entre sua marca e o consumidor.

Sabe aquele velho clichê que todo mundo fala no final de cada ano: ‘Nossa, esse ano passou muito rápido?!’. Pois é, a aceleração da vida moderna, impulsionada pela inserção de novas tecnologias, provocou uma grande mudança nos padrões de consumo da sociedade e transformou o tempo em um dos bens mais preciosos.

Para aliviar as tensões do dia-a-dia, a pizza entre amigos, família ou com a pessoa querida é um dos programas favoritos dos brasileiros. E é neste momento que a Sete Cinco Mídia entra em cena.

Quem não gosta de receber um brinde quando pede uma pizza? Com ações que utilizam sumpling e cuponagem, consumidores já ganharam refrigerante, sobremesa, amostras de cremes hidratantes e até vale desconto para o próximo pedido. A pizzaria que permite a publicidade em suas embalagens ganha as caixas de pizza e agrega valor ao produto. A empresa que investe neste tipo de propaganda tem seu produto exposto direto ao público-alvo.

Usando critérios de distribuição geográfica e classe social, a ação em caixa de pizza potencializa, sem dispersão, a sua marca para o público alvo. De acordo com o sócio-diretor da Sete Cinco Mídia, Gustavo Mourtada, este novo modelo de publicidade garante melhores resultados em termos de fixação da marca, já que cada propaganda atinge, em média, três pessoas de uma vez. “Além de ficar em média 20 minutos em contato com o consumidor e não dividir espaço com outro anunciante, a propaganda acaba entrando na roda de conversa e chega num momento de descontração, em que o consumidor está relaxado e receptivo”, explica Gustavo.

Pesquisas publicadas no livro Hábitos de Consumo, de Neale Martin, apontam que 95% do comprometimento humano é controlado pelo inconsciente e que o sucesso de uma marca acontece quando seu produto ou serviço se torna uma escolha inconsciente e habitual de seus clientes.

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