jun
18
2010
0

Ranking aponta Google como marca mais valiosa do mundo

Ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas destaca IBM em 2.º lugar; Apple vem em terceiro. Duas empresas brasileiras estão na lista.

O Google é a marca global mais cara pelo quarto ano consecutivo, revela o ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, divulgado pela empresa de pesquisas em comunicação Millward Brown.

Segundo o estudo, as quatro primeiras marcas globais mais valiosas vêm do setor de tecnologia. O valor da marca Google é de 114,2 bilhões de dólares. IBM vem em segundo lugar, com 86,3 bilhões de dólares, e Apple em terceiro, com 83,1 bilhões de dólares.

O quarto lugar é da Microsoft, com 76,3 bilhões de dólares.

Das quatro líderes, a da Microsoft é a única que não se valorizou em relação à pesquisa de 2009. Google foi valorizada em 14%, IBM em 30% e Apple, em 32%.

Pela primeira vez, marcas dos países do BRIC – grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China – foram incluídas no estudo. O Brasil está representado pela Petrobras (73.º lugar) e Bradesco (98.º).

Juntas, as cem marcas mais valiosas somam 2 trilhões de dólares. O valor é 4% maior que o do último levantamento, mesmo levando-se em conta os efeitos da crise econômica global, destaca a Millward Brown.

jun
07
2010
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Steve Jobs fala sobre questões polêmicas

Nesta terça-feira, 1/06, na abertura da conferência D8: All Things Digital, os repórteres Walt Mossberg e Kara Swisher, do Wall Street Journal realizaram uma entrevista exclusiva com o CEO da Apple Steve Jobs, que falou sobre questões polêmicas como o iPhone 4G encontrado pelo Gizmodo, a concorrência com o Google e a Microsoft e os suícidios ocorridos nos últimos dias  em sua fornecedora chinesa Foxconn. Ao contrário de sua habitual economia de palavras, o CEO até que falou bastante. Quando  questionado sobre o fato da Apple ter passado a Microsoft no ranking das empresas mais valiosas do mundo, ele disse: ““É meio surreal. É um pouco surreal.”

O número de suícidios cometidos pelos funcionários da Foxconn (uma das principais fábricas que atendem a Apple) já chega a 11, o que deixa as empresas ligadas a ela em situação bem delicada.  Jobs disse que a companhia está tentando entender os acontecimentos e garante que ele está de olho nisso. Sobre a briga com o Flash e a carta aberta à Adobe, o CEO negou a intenção de causar qualquer tipo de conflito e disse que “simplesmente decidiram não adotar o produto que, aliás, tem perdido cada vez mais espaço para o HTML5. Estamos levando a culpa porque queremos fazer o melhor produto do mundo para os consumidores. Se fizermos bem, eles vão comprar! Se não, não vai vender. E, devo dizer, as pessoas parecem estar gostando do iPad.”

O todo poderoso da Apple negou também a guerra com as plataformas Microsoft e Google. “Não [existe guerra de plataformas]. Nunca achei que houvesse. Nunca nos vimos numa guerra de plataformas com a Microsoft, talvez por isso tenhamos perdido” . Ao ser questionado se sentia traído pelo Google após a companhia entrar na briga pela computação móvel, ele brincou: “Minha vida sexual vai bem.” e disse que não há qualquer intenção de remover o Google do iPhone ou de entrar no mercado de buscas.

Sobre o protótipo do iPhone 4G encontrado no bar, Steve Jobs  disse: “ É uma história incrível: tem roubo, tem receptação, extorsão… estou certo de que há um pouco de sexo aí! […] Não sei como vai acabar.” A investigação do caso, que chegou até a ser considerado jogada de marketing da companhia, está em andamento.

Em alguns dias, a organização da conferência deverá publicar o vídeo oficial da entrevista na íntegra.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Apple,Informática,Mercado | Tags:, , , ,
mai
03
2010
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Apple lança Macbook Pro com Core i5 e i7

Já estão disponíveis na Apple Store brasileira os novos modelos de MacBooks Pro. Os computadores de 15 e 17 polegadas têm processadores Core i5 e Core i7, além de novas opções tela. Apesar das novidades, a versão de 13 polegadas permanece com o mesmo preço e processador Core2Duo.

Os aparelhos custam a partir de R$6.4999 e estão à venda também no mercado internacional. Os produtos chegam ao Brasil em maio. Nos Estados Unidos, o modelo de 17 polegadas foi lançado por US$ 2.300, e deve custar R$ 8.199 para os brasileiros. Já a versão de 15 polegadas, com Core i5, custará R$ 6.499 no Brasil. O aparelho com Core i7, considerado o mais potente, tem preço estimado de R$ 7.699. Os modelos de 13 polegadas devem apresentar preço entre R$ 3.799 e R$ 5.099.

Os novos laptops possuem memória de 4 GB de RAM, expansível para 8 GB por um custo adicional de R$1.400. Os MacBooks também têm opções de tela, o aparelho com 15 polegadas possui três opções de monitor, um de 1440×900 com retroiluminação por LED Glossy, outro com ” alta resolução” (1680×1050) ou ainda uma tela de “alta-resolução anti-reflexo”. Os upgrades custam, respectivamente, R$ 350 e R$ 525. Já o modelo de 17 polegadas pode receber tratamento de reflexo no ecrã por meio de um aumento de R$175.

De acordo com a Apple, a bateria dos notes estão melhoradas. Na versão de 13 polegadas, chega a durar até 10 horas, nos notes de 15 e 17 polegadas a bateria resiste até 8 e nove horas.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Apple,Informática |
abr
29
2010
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Apple estuda fabricar produtos no Brasil

Ainda não está nada certo, mas rumores indicam que a fabricação de produtos da Apple aqui no Brasil pode estar mais próxima do que se imagina.

De acordo com informações do Jornal Folha de S. Paulo, a Apple e a Foxconn, fabricante dos produtos da maçã na China que possui uma fábrica em Jundiaí, SP, tem avaliado a possibilidade de passarem a produzir iPhone, o MacBook e o iPod.  As conversas entre as duas empresas, que tiveram início em meados de 2009, interromperam-se no final do ano e intensificaram-se há duas semanas.

O objetivo da empreitada é reduzir custos e impulsionar as vendas desses produtos no país. Só para se ter uma ideia, enquanto no Brasil a Apple comercializou no primeiro trimestre deste ano apenas 80 mil aparelhos iPhone, no mundo foram vendidos nove milhões de unidades no mesmo período.

Cálculos indicam que haveria uma redução de 15% nos custos, o que deixaria o preço do aparelho produzido no Brasil cerca de 10% mais alto que na China. Hoje ele desembarca custando 70% a mais.

abr
19
2010
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“Pai do iPod” sai da Apple

Tony Fadell, considerado “pai” do famoso player de MP3, deixa o cargo de assessor especial de Steve Jobs para se dedicar à TI verde.

A Apple acaba de perder um importante executivo. Segundo o jornal The New York Times, Tony Fadell, considerado “pai” do iPod, deixou oficialmente a Apple depois de atuar por mais de um ano como assessor especial de Steve Jobs, além de ter trabalhado por oito anos da divisão do iPod.

Fadell deixou o cargo de vice-presidente sênior da divisão do iPod em novembro de 2008, mas continuou prestando consultoria à Apple. Ele supervisionou todo o caminho do iPod original de 5 GB, exclusivo para Macs, até o lançamento do iPod nano de quarta geração.

Fadell disse ao jornal norte-americano que vai investir seu tempo na ajuda ao meio ambiente, trabalhando com companhias de tecnologia que desenvolvam produtos “verdes”. “Estou determinado a contar histórias incríveis aos meus filhos e netos que vão além de iPods e iPhones”, disse.

Fonte: Macworld

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Apple,Informática,Marketing,Mercado |
abr
04
2010
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Steve Jobs não quer loja da Apple no BR

Steve Jobs recusou proposta de trazer a primeira loja oficial da Apple para o Brasil. Informações publicadas no jornal O Globo  garantem que o CEO negou convite do governo do Rio de Janeiro para lançar a loja no país.

Segundo a reportagem, o secretário do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro, Washington Fajardo, teria oferecido espaço para a empresa em um prédio histórico no centro da capital, na região da Zona Portuária.

O executivo, no entanto, teria rejeitado a proposta alegando que a alta política de taxação do Brasil não colabora para as vendas, o que torna o investimento no país pouco atraente. Jobs ainda teria dito que outras companhias do setor também têm a mesma visão da política de taxação brasileira.

A assessoria de imprensa da Apple no Brasil ainda não confirmou as informações.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Apple,Mercado |
fev
13
2010
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Intel observa em redes sociais reação a comerciais do Super Bowl

Empresa monitora redes como Facebook e Twitter para avaliar reação do público aos comerciais exibidos durante o Super Bowl de domingo (7/2).

Executivos da Intel monitoraram redes sociais como Facebook e Twitter para avaliar a reação dos consumidores aos comerciais que rodaram durante o Super Bowl, evento que finaliza a temporada de futebol americano.

A Intel pagou para a CBS, emissora que transmitiu o Super Bowl, cerca de 4 milhões de dólares para veicular dois comerciais durante o jogo de futebol americano e para patrocinar o evento pós-jogo.

Agora o departamento de marketing da Intel vai monitoras redes sociais para determinar quais comerciais atingiram o maior número de espectadores.

“É a primeira vez que a Intel vai medir a reação em torno do evento usando redes sociais”, disse o representante da empresa, David Veneski, em uma entrevista antes do Super Bowl. “De uma perspectiva social, esses comerciais são mais comentados do que o jogo em si. Vai ser divertido ver o que as pessoas acharam deles.”

Uma equipe de mídias sociais da Intel começou a observar sites como Facebook, Twitter e YouTube durante o Super Bowl e continuará a monitorá-los depois do evento. A Intel colocou os dois comerciais no YouTube logo após a veiculação deles na TV.

“Estamos vendo isso como uma oportunidade de observar consumidores conversando em redes sociais”, disse Veneski.

Fonte: IDG News Service

Intel observa em redes sociais reação a comerciais do Super Bowl

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Apple |
jan
25
2010
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O MARKETING ECOLÓGICO E A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O termo marketing verde, ecológico ou ambiental, surgiu nos anos setenta, quando a AMA (American Marketing Association) realizou um Workshop com a intenção de discutir o impacto do marketing sobre o meio ambiente. Após esse evento o Marketing Ecológico foi assim definido : “O estudo dos aspectos positivos e negativos das atividades de Marketing em relação à poluição, ao esgotamento de energia e ao esgotamento dos recursos não renováveis.” Posteriormente, o marketing ambiental também foi discutido por Kotler que o definiu como sendo : “(…) um movimento das empresas para criarem e colocarem no mercado produtos ambientalmente responsáveis em relação ao meio ambiente”. Polonsky, autor de várias obras sobre o tema, propõe um conceito para o marketing verde, que ele próprio considera como sendo o conceito mais abrangente: “Marketing Verde ou Ambiental consiste em todas as atividades desenvolvidas para gerar e facilitar quaisquer trocas com a intenção de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores, desde que a satisfação de tais desejos e necessidades ocorra com o mínimo de impacto negativo sobre o meio ambiente.”
O marketing ecológico consiste, portanto, na prática de todas aquelas atividades inerentes ao marketing, porém, incorporando a preocupação ambiental e contribuindo para : A conscientização ambiental por parte do mercado consumidor

Ao adotar o marketing verde, a organização deve informar a seus consumidores acerca das vantagens de se adquirir produtos e serviços ambientalmente responsáveis, de forma a estimular (onde já exista) e despertar (onde ainda não exista) o desejo do mercado por esta categoria de produtos. O marketing moderno consiste em criar e ofertar produtos e serviços capazes de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores. No marketing verde, os consumidores desejam encontrar a qualidade ambiental nos produtos e serviços que adquirem. Percebemos assim, que nenhum esforço por parte das empresas tem sentido, se os consumidores insistirem em continuar consumindo determinados bens que agridam a natureza. Por exemplo, uma indústria têxtil pode substituir peles de ursos, ovelhas, tigres e outras espécies por fibras sintéticas; mas se o desejo dos consumidores for o de continuar adquirindo vestimentas feitas a partir da pele destes animais, o esforço da organização, por mais bem intencionado que seja, não causará nenhum impacto positivo sobre a demanda.

por Alessandra Teixeira

Fonte: http://www.marketing.com.br

dez
22
2009
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Glossário de Marketing & Business – Parte 8

O

O & M – Organização e Métodos
OFFSET – processo de impressão em que o texto e as ilustrações são produzidas numa única chapa
ON-LINE – ‘‘em linha’’, em informática dispositivos periféricos que estão sob controle direto de uma unidade central de processamento ou em comunicação com ela. ONE-SHOT – peças de propaganda veiculadas só uma vez, devem ser concebidas para gerar grande impacto.
OPEN MARKET – mercado aberto, faculdade livre exercício de mercado, geralmente concedida a instituições financeiras
ORDER CALL RATIO – número de pedidos obtidos por visitas
OUTDOOR – fora da porta, propaganda ao ar livre, cartaz de propaganda para uso externo
OUT GROUP – fora do grupo, não integrado no grupo
OUTPUT – saída, resultado
OVERHEAD – diferencial entre o preço e o custo; despesas gerais
OVER LAPPING – sobreposição

P

PACKAGING – embalagem
PAST-UP – aportuguesando – peistape – equivalendo a montagem, processo de preparar uma página, livro, anúncio ou qualquer trabalho gráfico destinado à impressão
PAYOFF – medidas quantitativas de resultados
PERMUTA – negociação de espaço ou de tempo de um veículo (midia), em troca de produtos ou serviços do anunciante
PERSONAL SELLING – venda pessoal
PHYSICAL DISTRIBUTION – distribuição física
PLACE – distribuição
PLUS – algo mais diferenciador
POOL – reunião de serviços ou empresas
PORTIFOLIO – álbum de apresentação dos produtos ou serviços de uma empresa a seus clientes
PREFERENCE GOOD – bem preferencial
PRESELLING – venda antecipada
PRESS RELEASE – notícia distribuída para divulgação graciosa
PRICE CUTING – corte de preço
PRICE LEADER – líder de preço
PRICING – determinação de preço, tomada de preço
PRIVATE BRAND – marca privada ou particular
PRODUCT LIFE CYCLE – ciclo de vida do produto
PRODUCT LINE – linha de produtos
PRODUCT MIX – composto de produtos
PRODUCT PRESTIOLIO – carteira de produtos
PROPAGANDA – comunicação comercial paga, de caráter persuasivo, em massa, que se manifesta através de diversas formas nas quais quem anuncia se identifica na mensagem; é realizada nas várias midias existentes
PROPAGANDA SUBLIMINAR- método proibido de se promover um produto, pois se utiliza de processos subconscientes
PROFIT – lucro
PURCHASE – compra
PURCHASING POWER – poder de compra, poder de barganha, poder aquisitivo
PROSPECT – provável consumidor
PUBLIC RELATIONS – relações públicas
PULL – estratégia de puxar os consumidores finais para os pontos de venda para que eles adquiram determinados produtos, através de propaganda e promoção de vendas agressivas
PUSH – estratégia de pressionar os atacadistas e distribuidores através de vendedores e de promoções, a fim de levá-los a empurrar as mercadorias aos consumidores finais

Q

Q.P. – quadro parado, em cinema ou tv cena sem movimento
Q.I. – quociente de inteligência
Q.E. – quociente emocional

dez
16
2009
0

Glossário de Marketing & Business – Parte 5

I

IN DOOR – interno, cartaz de propaganda para uso em interiores
INDEPENDENTE STORE – loja independente
INDUSTRIAL GOOD – bem industrial, bem de produção
INDUSTRIAL STORE – cantina ou loja dentro de uma indústria
IN GROUP – dentro do grupo, integrado no grupo
INPUT – entrada, insumo
INSIGHT – compreensão do relacionamento dos meios com os fins, estalo
INSURANCE – garantia, aval
INVENTORY CONTROL – controle de estoque

J

JINGLE – propaganda gravada, contendo música e texto, destinada a veiculação radiofônica
JOBBER – atacadista, distribuidor
JOB DESCRIPTION – descrição de tarefa ou de trabalho
JOINT VENTURE – subsidiária compartilhada por duas ou mais empresas, tanto local quanto internacionalmente
JOINT VENTURE – fusão entre empresas ativas
JUST IN TIME (JIT) – sistema que requer sublinhas e componentes para serem fabricados em lotes muito pequenos e entregues ao estágio seguinte do processo produtivo exatamente nas condições necessárias

K

KNOW HOW – acerto de conhecimentos, experiências acumuladas, conjunto de habilidades

Escrito por Gustavo Branda in: Apple | Tags:, , , , ,

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