jul
19
2010
0

10 dicas para você alavancar e ter sucesso no início do empreendimento.

1) Ter um bom apelo visual, bons materiais promocionais e principalmente os bons produtos que são oferecidos aos consumidores;
2) Não espere lucros imediatos, mas estabeleça metas de quando pretende que ele comece a existir e “corra atrás” para conseguir;
3) Use a internet para promover seu negócio. Sabemos também que a internet é a bola da vez, ela promove a comodidade e a confiança para os clientes e muitas empresas apostam muito nessa forma de vender;

4) Tenha sempre o cliente em primeiro lugar;

5) Procure saber quem são os seus concorrentes, para que você possa conseguir estar no mesmo patamar, ou na frente deles;

6) Mantenha contatos constante com o cliente, ou seja, deve estar sempre enviando materiais promocionais e mostrando as boas condições de seus produtos ou serviços. O cliente saberá que você não quis apenas efetuar uma venda;

7) Procure inovar, levar novos produtos e também bons preços promocionais. Esse é um fator que faz a diferença na hora dos clientes escolherem a sua empresa;

8) Não se satisfaça fazendo apenas uma venda, procure sempre conquistar o cliente para que ele fique satisfeito com o que você oferece;

9) Ofereça produtos e serviços de qualidade. Esse será seu carro-chefe para conquistar definitivamente seu consumidor;

10) Mostre a eles que você está à disposição para ajudá-los para que eles fiquem contentes com o produto adquirido.

jun
18
2010
0

Ranking aponta Google como marca mais valiosa do mundo

Ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas destaca IBM em 2.º lugar; Apple vem em terceiro. Duas empresas brasileiras estão na lista.

O Google é a marca global mais cara pelo quarto ano consecutivo, revela o ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, divulgado pela empresa de pesquisas em comunicação Millward Brown.

Segundo o estudo, as quatro primeiras marcas globais mais valiosas vêm do setor de tecnologia. O valor da marca Google é de 114,2 bilhões de dólares. IBM vem em segundo lugar, com 86,3 bilhões de dólares, e Apple em terceiro, com 83,1 bilhões de dólares.

O quarto lugar é da Microsoft, com 76,3 bilhões de dólares.

Das quatro líderes, a da Microsoft é a única que não se valorizou em relação à pesquisa de 2009. Google foi valorizada em 14%, IBM em 30% e Apple, em 32%.

Pela primeira vez, marcas dos países do BRIC – grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China – foram incluídas no estudo. O Brasil está representado pela Petrobras (73.º lugar) e Bradesco (98.º).

Juntas, as cem marcas mais valiosas somam 2 trilhões de dólares. O valor é 4% maior que o do último levantamento, mesmo levando-se em conta os efeitos da crise econômica global, destaca a Millward Brown.

jun
08
2010
0

Google divulga lista dos 1000 sites mais acessados

O Google liberou essa semana uma lista com os 1000 sites mais acessados da web. Para que isso fosse possível, o buscador se baseou em informações coletadas de seus usuários para chegar a outros sites.

Entre os cinco sites mais visitados estão Facebook, Yahoo, Live.com, Wikipedia e MSN. O Twitter aparece em 18º lugar, enquanto o Orkut está em 45º.
O primeiro site brasileiro a aparecer na lista é o UOL, em 95º lugar.
A lista completa com os 1000 sites mais acessados nos últimos tempos pode ser conferida no Doubleclick ad Planner, do Google.
Escrito por Rafael Costa da Silva in: Branding,Comunicação,Google,Internet,Mercado,Planejamento | Tags:,
jun
04
2010
0

Greenpeace divulga lista das empresas mais verdes

A Nokia continua liderando o ranking de empresa mais verde do mundo. Esse foi o dado da  15ª edição do “Guide to Greener Electronics”, relatório trimestral feito pelo Greenpeace que indica as companhias de eletrônicos ecologicamente corretas e as não tão corretas também. A empresa subiu dois décimos em relação à versão anterior, com 7,5 pontos numa escala de  0 a 10. A colocação deu-se graças ao  avanço no seu compromisso em retirar substâncias tóxicas de seus produtos, como os compostos de bromo e trióxidos de antimônio.

O Greenpeace também  avaliou positivamente as declarações do executivo- chefe da companhia, Olli-Pekka Kallasvuo, que defendeu que os países industrializados cortem 30% de suas emissões de gases do efeito estufa até 2020. No entanto, a empresa recebeu criticas por não apoiar abertamente as restrições globais de outras substâncias poluentes, como o PVC, e por não utilizar plásticos reciclados em maior medida na produção de seus telefones.

A Sony Ericsson também fez bonito e ficou no segundo lugar, com  6,9 pontos, seguida pela Philips e Motorola, ambas com 5,1 pontos. Já a japonesa Nintendo, a chinesa Lenovo e americana Microsoft foram as empresas consideradas menos ecológicas.

O ranking  realizado desde 2006 leva em consideração aspectos como consumo de energia, uso de materiais tóxicos, programas de reciclagem e emissões de  gases-estufa. O objetivo é orientar o consumidor e pressionar as 18 maiores empresas do setor.

abr
14
2010
0

Web precisa ser tão criativa quanto a TV no Brasil, diz especialista

Para presidente do World Summit Award, Peter Bruck, avanço da tecnologia da informação é uma aliada para alcançar esse objetivo.

Fundador da Universidade de Ciências Aplicadas em Salzburg (Áustria), o austríaco Peter Bruck  é presidente do conselho de diretores do World Summit Award, entidade global que seleciona e promove os melhores e mais inovadores conteúdos da internet.

Em entrevista exclusiva ao IDG Now, o executivo afirma que a internet no Brasil precisa alcançar o mesmo nível de  criatividade obtido na televisão, e que a tecnologia da informação  – com as novas ferramentas e recursos disponíveis – é uma aliada importante nesse processo.

Qual sua avaliação sobre o desempenho do Brasil na área de internet?
Se olharmos de maneira global, o Brasil está muito bem em termos de criatividade para a televisão. O importante é levar esta mesma qualidade de conteúdo para a internet. O avanço da tecnologia midiática no País é importante para haver um conteúdo único de qualidade.

Os EUA são conhecidos por aplicar uma excessiva quantidade de tecnologia em experiências militares. O que o senhor pensa disso?
A coisa mais importante a fazer no futuro é concentrar o capital na criação, na produção de conteúdos tecnológicos e não em armas. Quando você possui tecnologia, você consegue dividi-la com quem não a tem. Quando você tem armas, você as utiliza para não perder o que tem. Essa é a diferença.

Em que aspectos o mercado brasileiro  deve investir mais para evoluir na questão da web?
O país deve-se ater a quatro pilares da indústria: rede, telecomunicações, software e hardware. Esses itens são fantásticos se bem trabalhados. Mas, além de todos esses fatores, é necessário trabalhar com profissionais que possuam experiência em tecnologia.

Qual a relação entre o Brasil e os EUA nos negócios digitais?
Vemos o Brasil como um grande e forte parceiro tecnológico. O País ganhou uma visibilidade incrível nos últimos anos. O que queremos é encorajar os brasileiros a fortalecer sua rede e seu conteúdo.

Como o senhor vê a internet no futuro do Brasil?
O Brasil é um país novo, e a internet também. Logo, metade de sua população estará utilizando frequentemente a rede. Outro fator importante é o desenvolvimento no país da internet móvel, uma vez que o futuro da rede estará integrado nos pequenos dispositivos do dia-a-dia. A expectativa é das melhores possíveis do ponto de vista do progresso na região.

Fonte: IDG Now!

mar
16
2010
0

Branding e Valor de Marca

Em tempos de consolidações de setores marcadas por grandes aquisições e fusões, acho oportuno falar de valor de marca, mesmo correndo o risco de ser superficial em função de espaço tão pequeno para tema tão grande.

Antes de tudo, vale definir o objeto da avaliação.

Segundo o Branding, marca é uma cultura e uma dinâmica de relações entre a empresa/produto e a comunidade, que cria valor para todas as partes integrantes do ecossistema em que esse valor é criado.

Para o Branding, ao falar de valor de marca, o inglês é mais preciso que o português para denominar o tema tratado.

Falamos de Brand Equity e não de Brand Value. Porque, enquanto Brand Value se refere ao valor de um nome com seus atributos percebidos — foco mais familiar ao marketing —, Brand Equity diz respeito à capacidade de uma marca de alavancar negócios em seus mercados — alavancar capital, talentos, distribuição, consumo, parcerias, etc.

Por isso, o Branding define marca como uma cultura e uma dinâmica de relações, isto é, Brand Equity.

Vale ainda abrir a compreensão do conteúdo dessa definição:

Cultura de marca — é uma maneira de pensar que cria produtos, serviços, processos, sistemas e procedimentos que são adotados pelo mercado e se instalam no estilo de vida das pessoas com respectiva percepção de valor.

Dinâmica de relações — é o que caracteriza a natureza de uma empresa nos dias de hoje. Segundo os mestres em excelência de gestão, como a FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), empresa é um sistema vivo integrante de um ecossistema que, por definição, é uma dinâmica de relações.

Então está combinado que estamos falando de Brand Equity e não de Brand Value, certo?

Essa expressão, Brand Equity, passou a ser usada pelos analistas do mercado de capitais para denominar o valor de uma empresa na medida em que a imprevisibilidade e a incerteza foram se instalando em nossos cenários, aumentando o valor das garantias de resultado futuro e, conseqüentemente, fazendo crescer de maneira extraordinária a diferença entre o book value e o market value de uma operação.

De fato, a melhor aferição do valor de uma marca é feita na Bolsa de Valores porque lá os ativos intangíveis se integram aos tangíveis para resultar no preço de determinada operação, em que se inclui as tais garantias de sucesso continuado. Isso mesmo: é essa somatória de tangíveis e intangíveis que se chama Brand Equity.

Mas chega de teoria. Vamos à prática, com o exemplo do Google.

No momento em que escrevemos esse texto, o valor de mercado de Google era sete vezes maior que seu valor de livro.

A que se refere essa diferença não contabilizável?

Além das especificidades de cada setor, temos algumas variáveis comuns que definem o conteúdo de uma diferença como essa: a competência da visão e da gestão da liderança; o conhecimento do negócio e do mercado que a empresa domina; a qualidade das relações que tem com seus clientes, acionistas, fornecedores e consumidores; a cultura organizacional e a sua logomarca com todos os atributos de imagem a ela relacionados.

Fiz questão de dizer logomarca e imagem para não confundir com marca, enquanto ativo estratégico, que é como o Branding trata o assunto.

Marca como ativo estratégico se refere a uma identidade, a um jeito de pensar e fazer, que dá suporte a uma imagem; e não se refere apenas ao nome e à imagem.

Voltemos ao Google.

Quanto vale sua logomarca e seus atributos de imagem sem seu network, sua filosofia, seu conhecimento, sua gente, suas políticas, seus processos e sistemas?

Se Google quiser mudar de nome, basta me dar seu novo nome, uma verba e um prazo que faço a mudança com um mínimo de risco de a operação perder valor de mercado.

Por outro lado, se alguém comprar apenas o nome Google, não tenho a menor idéia do que ele pode fazer para não perder o valor que ele pagou, por menor que seja. Porque é a identidade, e não a imagem Google, que garante seu valor.

Assim, concluindo, o valor de uma marca reside na expectativa do mercado, sim, em uma imagem — desde que, no entanto, essa expectativa esteja fundamentada principalmente em uma capacidade de entrega que resulte de um jeito de pensar e fazer, de uma identidade que se atualiza e se materializa, com freqüência e agilidade, em ofertas de valor para todos os seus públicos.


Fonte: Por Ricardo Guimarães, in www.meioemensagem.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Branding,Google,Marketing | Tags:, , , , , , ,
dez
20
2009
0

Glossário de Marketing & Business – Parte 7

M

MAGAZINE – loja onde se vende vários artigos e mercadorias
MALLING LIST – relação de nomes para mala direta
MAID ORDER – reembolso postal
MAIL ORDER HOUSE – empresa especializada em venda pelo correio
MAKING OF – registro em vídeo ou em película, de um produto audiovisual, ou seja, documentário daquilo que acontece nos bastidores de uma produção. A câmara atrás da câmara (truques, erros etc..)
MANAGEMENT – administração
MANCHETE – título em destaque, título principal numa edição de jornal
MANUFACTURE AGENT – são agentes que trabalham determinados produtos de um fabricante, representando várias indústrias não concorrentes
MANUFACTURE’S STORE – loja de fabricantes
MARK DOWN – é o processo de marcação de preços com margem inferior ou sem margem para atingir mais penetração no mercado
MARKET – mercado
MARKET ANALYSIS – análise de mercado
MARKET POTENCIAL – mercado potencial, mercado global
MARKET SEGMENTATION – segmentação de mercado
MARKET SHARE – participação no mercado, potencial de vendas
MARKETING – comercialização, mercadologia, mercadização, mercadagem – “execução das atividades de negócios que encaminham o fluxo de mercadorias e serviços partindo do produtor até os consumidores finais”. (A.M.A.)
MARKETING BUDGEST – orçamento mercadológico
MARKETING COOPERATIVO – comercialização cooperativa
MARKETING FUNCTION – função mercadológica. “Atividade única e importante, inerente ao processo de comercialização”. (A.M.A.)
MARKETING MANAGEMENT – administração mercadológica
MARKETING MIX – composto mercadológico
MARKETING PLAN – plano mercadológico
MARKETING PLANNING – planejamento mercadológico
MARKETING POLICY – política ou diretriz mercadológica
MARKETING RESEARCH – pesquisa de mercado, pesquisa mercadológica
MARKUP – margem bruta, e o processo para adicionar uma margem aplicada ao custo-base para determinação de preço
MASS COMUNICATION – comunicação de massa
MERCHANDISING – “operação de planejamento necessária para se por no mercado o produto (ou serviço) certo, no lugar certo, no tempo certo, em quantidades certas e a preço certo”. (A.M.A.) “Apoio logístico às operações de Marketing”.
MERCHANT – comerciante
MIDLEMAN – intermediário, agente
MIDIA – meio ou veículo de propaganda
MISSIONARY SALESMAN – vendedor missionário, propagandista
MIX – composto
MOBILE – display pendente
MOTIVATION RESERCH – pesquisa motivacional

N

NATIONAL BRAND – marca nacional
NEED – necessidade
NEW PRODUCT – produto novo

dez
10
2009
1

Glossário de Marketing & Business – Parte 3

D

DAY GLO – tinta luminosa
DEAD LINE – prazo final
DEADLER – revendedor, varejista, concessionário
DELIVER ORDER – ordem para despacho de mercadorias contidas no documento
DEMAND – demanda
DEPARTAMENT STORE – loja de departamentos
DEVELOPMENT – desenvolvimento
DIRECT MAIL – mala direta
DIRECT SELLING – venda direta
DISCOUNT HOUSE – loja de descontos
DISCRETIONARY FUND – fundo discricionário
DISCRETIONARY INCOME – renda discricionária
DISCUSSION INTERVIEW – pesquisa exploratória de profundidade
DISPLAY – material de ponto de venda para exibir produtos. Pode ser: COUNTER (de balcão); FLOOR (de assoalho); WALL (de parede); DISPENSER (de prateleira) e MASS (de grande quantidade de produto)
DISPOSABLE INCOME – renda disponível
DISTRIBUTION – distribuição
DISTRIBUTOR – distribuidor, atacadista
DOOR-TO-DOOR – porta em porta
DOWNSIZING – ‘‘encolhimento’’, redução das atividades de uma empresa ou operação; redução de escala operacional ou administrativa.
DRIVE – esforço, energia, iniciativa, , garra
DRIVE IN – ponto de venda em que os consumidores adquirem produtos ou serviços dentro de um automóvel, sem sair dele
DRUGSTORE – loja de varejo cujo comércio básico é o de drogas mas que possui departamentos ou seções que vendem mercadorias agregadas.
DUMPING – domínio de mercado através de política de preço, prática desleal preços seriam inferiores ao custo
DUTY-FREE – estabelecimentos comerciais instalados em aeroportos internacionais que vendem produtos estrangeiros com isenção de taxas alfandegárias (zona franca/ free-shops)

E

ENDOMARKETING – a filosofia do marketing aplicada dentro da organização, recursos humanos e marketing de mãos dadas, o marketing voltado para dentro
EMPOWERMENT – processo de repartir poder com os empregados, aumentando desse modo sua confiança em suas habilidades para desempenhar seus cargos e sua crença que são contribuintes influentes para a organização
ENVIROMMENT – meio ambiente
EQUIPMENT – equipamento
EXCLUSIVE OUTLER SELLING – venda exclusiva

dez
08
2009
0

Glossário de Marketing & Business – Parte 2

C

CACHÊ – pagamento feito a um artista
CACHECT – pagamento feito a trabalhador avulso
CACO – gíria teatral, improviso com efeito cômico (ou gag)
CALHAU – anúncio que servem para preencher buracos na página, originado por falta de material, erro de calculo do diagramador ou sobra de espaço muito pequenos para outra matéria, podem também serem espaços permutados
CAR CARD – pequeno cartaz que se fixa no interior de veículos de transporte coletivos
CARRY-OVER – transporte
CASE – fato acontecido que serve para exemplo
CASH-AND-CARRY – pagamento na “boca-do-caixa” à vista
CASH-FLOW – fluxo de caixa
CEILING PRICE – preço teto
CEO (chief executive officer) – não se pode traduzir esta expressão da língua inglesa, que não apenas significa “presidente”, como nem tem correspondente na hierarquia das organizações brasileiras. Nem por isso, deixa de ser uma expressão-chave, tanto para compreender o funcionamento das empresas estrangeiras (principalmente as norte-americanas) como para entender como diversas empresas tem uma pessoa no cargo de presidente e outra no cargo de CEO.
CHAIN STORE – cadeia de lojas especializadas
CHANNEL OF DISTRIBUTTION – canal de distribuição
CHARGE – cartum, crítica humorística em desenho
CHECK – controle
CHECK LIST – lista de conferência, lista de ordenação
CHECK OUT – caixa registradora de supermercado, balcão de controle
CIPA – (COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES) – Organismo criado dentro de uma empresa, por determinação legal, a fim de aplicar e fiscalizar o cumprimento das leis e normas inerentes à prevenção de acidentes de trabalho.
C.I.F. – (COST, INSURANCE AND FREIGTH) – custo, seguro e frete. Na importação de mercadorias, o preço cotado pelo vendedor estrangeiro inclui todos os gastos de qualquer espécie até o porto de destino
CLIPPING – recorte de jornal, ou conjunto de recortes recebidos por um interessado, através de serviço de apuração, seleção e coleção de noticiários, artigos, matérias, editoriais, etc
CLOSE-UP – tomada de imagem em primeiro plano
CLOSING DATE – data de encerramento, prazo final
COLIS POSTAUX – encomendas postais
COMISSION HOUSE – casa comissária
COMERCIAL ACTION – leilão comercial
COMMODITH EXCHANGE – associação comercial, bolsa de mercadorias
COMPANY – sociedade americana similar à sociedade anônima brasileira
COMPETITION – concorrência
CONSUMER – consumo
CONSUMER BEHAVIOS – comportamento de consumo
CONSUMER’S COOPERATIVE – cooperativa de consumidores
CONSUMER’S – GOODS – bens de consumo
CONTAINER – cofre/caixa de carga especial, geralmente de grandes dimensões, para transporte de mercadorias. Acoplável a plataforma de caminhão, trem ou navio.
CONTROLER – auditor
COOPERATIVE MARKETING – comércio cooperativo
CONVENIENCE GOODS – bens de conveniência
COPIDESCAR – revisar um texto, melhorando a redação final, eliminando elementos supérfluos.
COPY – texto
COPY DESK – adaptador de textos (a um gabarito)
COPY WRITER – redator
COPYRIGHT – direito de cópia ou direito de reprodução, direito de propriedade intelectual que tem um autor de uma obra literária
CORPORATION – corporação, conglomerado de empresas com características peculiares e de âmbito multinacional
COUNTER CAR – pequeno cartaz para ser colocado sobre balcão
CREDIT – crédito
CLUSTER ANALYSIS – agrupamento de variáveis de características semelhantes.
CUSTO POR MIL – em publicidade, define a medida-padrão na relação entre o custo da mídia e a audiência, calculado pela divisão do preço de uma inserção pelo total do público-alvo expresso em milhares (de lares ou pessoas).

dez
06
2009
0

Glossário de Marketing & Business – Parte 1

A

ACCOUNT EXECUTIVE – contato
AD LIB – do latim ‘à vontade’, sem referência no roteiro, improviso
ADVERTISING – propaganda
AGENT – agente, corretor
AID – auxiliar, elemento de auxílio
ASSEMBLING – concentração de recursos, concentração
AUTOMATIC SELLING – venda automática em varejo feita através de máquina

B

BACK LIGHT – contra luz, nome dado também a painéis luminosos feitos com lonas “Night end Day” (transparentes) que são iluminados por trás
BACKGROUND – experiência acumulada; em cinema e tv se refere a música ou ruídos ao fundo abreviada pela sigla BG
BANNER – bandeirola
BEHAVIOR – comportamento
BELLE ÉPOQUE – expressão francesa que se refere à época situada entre meados do século 19 e a I Guerra Mundial, na qual predominaram o colonialismo, a estabilização da economia, a revolução sexual (com alta dose de luxúria e erotismo)
BENCHMARKING – pesquisa de referências de excelência; copiar o que deu certo
BENDAY – retícula
BENEFITS – benefícios, vantagens
BILLING – faturamento
BIGCLOSE – plano muito próximo que mostra, por exemplo, somente a orelha do ator, dominando praticamente toda a tela
BLUECHIP – ação de alto valor
BLUE SHEET – requisição
BOARD OF DIRECTION – conselho diretor
BRAINSTORMING – técnica de criatividade utilizada com maior número de idéias possíveis no tempo mais rápido, criando soluções para determinados problemas
BOOM – é o período da vida econômica caracterizado por grande procura
BRANCH HOUSE – filial
BRANCH OFFICE – escritório regional
BRANCH STORE – loja filial
BRAND – marca, nome, sinal, símbolo e desenho que identificam um produto, logotipo
BRAND EQUITY – saúde da marca, força, aura da marca, vantagem competitiva atribuida a marca, associações, conhecimento, lealdade…
BRAND IMAGE – imagem de marca
BRAND LOYALTY – fidelidade de marca
BRAND PRODUCT – marca de produto
BREAK-EVEN – POINT – ponto de equilíbrio, ponto de partida, ponto de ruptura, ponto crítico
BRIEFING – conjunto de instruções, diretrizes ou informações transmitidas, de forma resumida e por escrito
BROADCAST – em distribuição significa o sistema aberto (horizontal e vertical)
BROADSIDE – impresso de propaganda utilizado como peça de lançamento de um produto ou de esclarecimento relativo a uma campanha. Destinado normalmente a vendedores ou revendedores
BROKER – corretor
BUDGET – orçamento
BUYER – comprador
BUYER – SEHAVIOR – comportamento do comprador
BUYNG POWER – poder de compra
BUSINESS – negócios
B2B – ou seja, business to business, de negócio para negócio. Operação comercial realizada entre organizações.

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