ago
05
2010
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O empreendedor gestor da inovação.

A gestão de negócios está relacionada com qualificação e treinamento nos processos corporativos, enquanto que a da inovação exige uma associação do gene da inovação com o dos negócios. É essa conjunção que caracteriza o DNA do empreendedor.

Desta forma, podemos definir um empreendedor, também, como um gestor de inovação. Ele atua em um amplo espectro que vai da estratégia da inovação à estratégia dos negócios.

No entanto, não basta apenas ser uma pessoa que toma a iniciativa de combinar recursos físicos e humanos para produzir bens ou serviços, é necessário, também, ter a gestão da inovação como uma ferramenta de busca de diferenciais competitivos para a empresa.

Sabemos que a inovação é o uso de novas idéias para melhorar os processos ou para diferenciar os produtos ou serviços. Este processo de gestão de uma nova idéia deve refletir nos negócios da empresa de forma que gere resultados positivos e competitividade.

A gestão da inovação envolve, na realidade, a gestão de idéias, modelos de negócio e mercado. É uma área multidisciplinar e multifuncional que abrange pesquisa e desenvolvimento, produção, operações, marketing e desenvolvimento organizacional.

Quando nos referimos à inovação no processo corporativo, visando melhorias de processos, diferenciais competitivos ou a diminuição de custos, estamos realmente falando sobre inovação, ou seja, é o processo pelo qual as empresas evoluem, lançam novos produtos, conquistam novos mercados e criam barreiras estratégicas.

Portanto, entendemos que num cenário altamente competitivo como este que encontramos atualmente, mesmo empresas maduras necessitam ter um bom gestor da inovação para garantir o seu crescimento e longevidade.

jul
19
2010
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10 dicas para você alavancar e ter sucesso no início do empreendimento.

1) Ter um bom apelo visual, bons materiais promocionais e principalmente os bons produtos que são oferecidos aos consumidores;
2) Não espere lucros imediatos, mas estabeleça metas de quando pretende que ele comece a existir e “corra atrás” para conseguir;
3) Use a internet para promover seu negócio. Sabemos também que a internet é a bola da vez, ela promove a comodidade e a confiança para os clientes e muitas empresas apostam muito nessa forma de vender;

4) Tenha sempre o cliente em primeiro lugar;

5) Procure saber quem são os seus concorrentes, para que você possa conseguir estar no mesmo patamar, ou na frente deles;

6) Mantenha contatos constante com o cliente, ou seja, deve estar sempre enviando materiais promocionais e mostrando as boas condições de seus produtos ou serviços. O cliente saberá que você não quis apenas efetuar uma venda;

7) Procure inovar, levar novos produtos e também bons preços promocionais. Esse é um fator que faz a diferença na hora dos clientes escolherem a sua empresa;

8) Não se satisfaça fazendo apenas uma venda, procure sempre conquistar o cliente para que ele fique satisfeito com o que você oferece;

9) Ofereça produtos e serviços de qualidade. Esse será seu carro-chefe para conquistar definitivamente seu consumidor;

10) Mostre a eles que você está à disposição para ajudá-los para que eles fiquem contentes com o produto adquirido.

jul
11
2010
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Por que fazer um planejamento estratégico para minha empresa?

Sobreviver no cenário empresarial, altamente competitivo, está cada vez mais difícil para as empresas. A realidade mercadológica em que vivemos nos mostra que cada vez mais as empresas precisam se organizar e definir quais são seus objetivos e que estratégias deverão adotar para alcançá-los, a fim de atingir os resultados esperados e, até mesmo, contornar possíveis situações que comprometam o sucesso dos negócios. Para tanto, é indispensável o desenvolvimento de um Planejamento Estratégico.

Recomenda-se que o Planejamento Estratégico seja revisado anualmente, para assim, realinhar os objetivos e metas do ano seguinte, com base nas mudanças do mercado, definindo um projeto consistente para a organização.

O Planejamento Estratégico é, na verdade, a construção de um projeto comum, que deve ser compartilhado por todos os integrantes da equipe responsável pela gestão da empresa e, por sua vez, deve ser repassado aos colaboradores as premissas básicas para que todos tenham conhecimento dos objetivos e metas da empresa e o que se espera de resultados de cada colaborador. O envolvimento dos colaboradores, em todos os níveis organizacionais, é essencial para o sucesso do planejamento.

Após ser realizada a Avaliação Estratégica – análise do ambiente interno (forças e fraquezas da empresa) e do ambiente externo (oportunidades e ameaças do mercado) – é preciso realizar a identificação e definição dos principais focos de necessidades e objetivos da empresa, visando potencializar suas forças e minimizar ou eliminar suas fraquezas, convertendo-as em possíveis forças.

Por fim, para que o planejamento seja concluído é necessário definir quem vai fazer, o que será feito, como será feito, quando será feito e quanto custará para ser realizado.

Com estas ações mínimas realizadas a empresa terá condições e ferramentas suficientes para conduzir de maneira satisfatória a gestão do negócio e para contornar imprevistos que venham a surgir, com uma boa margem de antecedência, uma vez que terá realizado uma análise das possibilidades com antecedência. Desta forma, a organização terá uma grande chance de obter um resultado favorável.

O planejamento, se bem aplicado, pode tornar-se a ferramenta mais competitiva da empresa, atuando como um instrumento de comunicação, de acompanhamento e principalmente de aperfeiçoamento do aprendizado da organização.

Gustavo Branda – cra/rs 30.680
Diretor de Planejamento da O2 Comunicação
Especialista em Gestão de Marketing em Serviços a Varejo.
jul
09
2010
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Sustentabilidade – Empresas Ecologicamente Corretas

Freqüentemente estamos sendo bombardeados pela mídia e por todos os meios de comunicação por palavras como meio ambiente; sustentabilidade; responsabilidade social; ecologicamente correto; empresa sustentável e outras coisas que, para muitos de nós, ainda são de difícil assimilação e conceituação.

empresas sustentaveisDentro desta dificuldade; definir uma empresa sustentável é ainda um mistério para muitos consumidores preocupados com o tema. Afinal de contas, nem sempre são transparentes para os clientes os processos internos que transformar uma empresa comum numa empresa sustentável. O principal problema; é identificar o que vai além do marketing e da propaganda. O que realmente está sendo feito pela empresa “X” em busca da sustentabilidade e quais sinais podem significar que ela está no caminho certo.

Uma análise quatro pontos relativamente simples podem determinar se uma empresa sustentável realmente faz jus a esse título ou é apenas obra da propaganda barata e que deve ser execrada: O ponto inicial é acompanhar o noticiário sobre a empresa e perceber se há notícias de problemas financeiros ou dificuldades de caixa que a empresa venha atravessando. Se isso for uma constante em sua história; essa “empresa sustentável” pode ser sustentável só na fachada. Se nada for mencionado a esse respeito; marque o primeiro ponto para ela em seu conceito.

O segundo ponto a se considerar é: Os produtos produzidos ou os serviços prestados por ela são ecologicamente corretos? Mesmo que a empresa sustentável produza elementos que agridam o meio ambiente; é necessário levar-se em consideração como ela trabalha para minimizar ou eliminar os impactos provenientes de seu processo produtivo. Consulte entidades ecológicas locais e, novamente, observe o noticiário em tono da candidata a empresa sustentável. Se ela estiver constantemente envolvida em problemas relacionados a poluição do meio ambiente; risque-a do mapa. Caso contrário; ponto para ela.

Um outro ponto importantíssimo para definir uma empresa como sustentável; é saber como ela trata os seus funcionários e a comunidade onde ela esta inserida ou atua. Os passivos trabalhistas são altos e freqüentes? O pessoal trabalha em boas condições? A empresa realiza atividades ou ações ligadas ao bem estar da comunidade que a cerca? Ela se preocupa com os seus funcionários e com os seus consumidores? Novamente se a resposta for sim; a empresa é mesmo sustentável. Se não…

E, por fim, uma empresa sustentável atua num ramo de produção que é social e culturalmente aceito pelo ambiente humano em que está inserida. A ética das ações e a aceitação dos processos produtivos deve ser plena. Não é possível, por exemplo, dizer que uma empresa que atue com contrabando, por exemplo, seja uma empresa sustentável. Pois, além de moralmente questionável; sua atividade é ilegal e passível de punição.

Assim, se o resultado foi positivo para todas as perguntas e observações feitas; você pode realmente considerar essa empresa sustentável. Se um ou outro questionamento não estiver “de acordo”; é sinal de que o caminho ainda deve ser trilhado por mais um tempo e com mais afinco até que se alcance uma situação de sustentabilidade plena.

Fonte: http://www.atitudessustentaveis.com.br

Autor:  Carlos Abreu

jul
06
2010
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Audi A9 pode ter versão híbrida

Os automóveis de luxo também podem começar a ganhar traços mais “verdes”. O designer espanhol Daniel Garcia desenvolveu um carro conceito Audi A9 com configurações híbridas.

Mantendo a potência dos veículos da marca, o modelo teria dois motores: um elétrico e outro movido a gasolina. Uma característica que chama atenção é o para-brisa do automóvel, criado a partir de nanotecnologia e que se auto conserta caso haja alguma fissura no material.

Além da pegada ecológico, o carro conceito é desenvolvido para mudar a cor da carroceria com apenas um toque de botão.

jun
30
2010
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Uso de software livre cresce em empresas

De acordo com a 5ª Pesquisa Sobre uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil realizada  pelo CETIC (Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), o uso de software livre nas médias e grandes empresas registrou um aumento de 4%, no período entre 2006 e 2009.

O estudo feito com 3,7 mil empresas com dez ou mais funcionários em todo o território nacional considera como organização de grande porte aquelas que possuem mais de 250 funcionários.

O gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa, acredita que o aumento do uso do Linux e de outros sistemas de código aberto se deve principalmente à busca por redução de custo, além da segurança e o fato de haver mais profissionais especializados no tema.

Nas companhias de médio porte (100 e 249 colaboradores), o índice passou de 44%, registrado em 2007 e 2008, para 48% em 2009, aproximando-se do nível alcançado no ano de 2006 (49%).

O resultado encontrado nesses dois segmentos de corporações difere da média observada na pesquisa. Entre as empresas que possuem computador – 97% das entrevistadas -, 26% utilizam software livre, abaixo dos 28% de 2008.

O segmento de atividades imobiliárias foi o que registrou maior proporção de companhias adeptas do sistema operacional gratuito (35%).

jun
25
2010
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Londres: Wi-Fi em toda a cidade até 2012

Londres quer se tornar uma das grandes cidades a ser considerada um ponto importante de acesso Wi-Fi.

A iniciativa foi do prefeito Boris Johnson, que pretende espalhar redes de acesso Wi-Fi habilitadas em diversos pontos da cidade, como postes de luz e pontos de ônibus. A fonte elétrica existente nesses locais também será utilizada para o serviço.

O projeto tem expectativa de acontecer antes dos Jogos Olímpicos de 2012 e 22 dos 32 bairros da Grande Londres já aderiram ao projeto de rede Wi-Fi.

A nova rede não beneficiaria somente as pessoas que estão andando pelas ruas de Londres, mas também permitiria acesso dentro de casa.

E a novidade não acaba por aí. Boris Johnson também afirma que essa é apenas uma parte do processo e que pretende transformar Londres na capital mundial da tecnologia.

jun
23
2010
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Taxi elétrico japonês feito de bambu e papel

Que tal passear pelas ruas a bordo de um carro elétrico construído a partir de pedaços de bambu e papel? Curioso, não é? O grupo japonês Yodogawa e a Kinki Knives Industries são os responsáveis pelo veículo de três rodas normalmente utilizado como táxi no Japão.

Chamado de Meguru, o triciclo pode chegar a uma velocidade máxima de 25 km/h e percorrer uma distância de aproximadamente 40 quilômetros com apenas uma carga. A bateria do veículo demora pouco mais de duas horas para ficar totalmente recarregada.

O Meguru deve ser comercializado por algo em torno de US$ 10 mil nas regiões de Osaka. Para ver um vídeo de demonstração do táxi, clique AQUI.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Meio Ambiente e Sustentabilidade,Mercado | Tags:
jun
20
2010
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Microsoft e Facebook lançam Docs.com em nova investida contra a Google

Lançado em conferência da rede social para desenvolvedores, aplicativo permitirá aos usuários do site editar arquivos do Office.

A Microsoft parte para o ataque mais uma contra a Google – desta vez, ao lado da maior rede social do mundo, o Facebook, também concorrente do portal de buscas.

A companhia de software firmou parceria com o Facebook para lançar o Docs.com, aplicativo que permitirá aos usuários da rede social compartilhar e editar arquivos do Office.

O produto foi anunciado por Mark Zuckberg, cofundador do Facebook, durante a  F8 Conference for Developers, evento do site para desenvolvedores.

O produto surge para concorrer com o Google Docs, pacote de aplicativos que funciona online e permite uma série de atividades, como processar e armazenar textos e editor apresentações e planilhas.

O aplicativo gerado a partir da parceria entre as duas empresas é um exemplo do que pode ser criado para a Facebook Open Graph API, também lançada nesta quarta-feira durante a conferência para desenvolvedores.

A ressalva por enquanto é que o Docs.com não está liberado para todos os usuários. Ele está disponível apenas para internautas convidados.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Facebook,Google,Mercado,Microsoft,Planejamento | Tags:, ,
jun
18
2010
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Ranking aponta Google como marca mais valiosa do mundo

Ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas destaca IBM em 2.º lugar; Apple vem em terceiro. Duas empresas brasileiras estão na lista.

O Google é a marca global mais cara pelo quarto ano consecutivo, revela o ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, divulgado pela empresa de pesquisas em comunicação Millward Brown.

Segundo o estudo, as quatro primeiras marcas globais mais valiosas vêm do setor de tecnologia. O valor da marca Google é de 114,2 bilhões de dólares. IBM vem em segundo lugar, com 86,3 bilhões de dólares, e Apple em terceiro, com 83,1 bilhões de dólares.

O quarto lugar é da Microsoft, com 76,3 bilhões de dólares.

Das quatro líderes, a da Microsoft é a única que não se valorizou em relação à pesquisa de 2009. Google foi valorizada em 14%, IBM em 30% e Apple, em 32%.

Pela primeira vez, marcas dos países do BRIC – grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China – foram incluídas no estudo. O Brasil está representado pela Petrobras (73.º lugar) e Bradesco (98.º).

Juntas, as cem marcas mais valiosas somam 2 trilhões de dólares. O valor é 4% maior que o do último levantamento, mesmo levando-se em conta os efeitos da crise econômica global, destaca a Millward Brown.

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