set
10
2010
0

Melhore seu posicionamento no Google com as mídias sociais

O termo Social Media Optimization (SMO) ainda é pouco comentado no universo do marketing digital no Brasil. O SMO  tem uma importância enorme para as empresas que desejam ter seus sites bem posicionados nos mecanismos de busca de acordo com as suas palavras-chave. Mídias sociais e SEO (abreviação em inglês de otimização de sites para mecanismos de busca)  devem andar juntos.

O segredo é maximizar a visibilidade dos links e garantir que seu conteúdo seja relevante.

O Social Media Optimization é um conceito que visa programar mudanças para otimizar um site de modo que ele seja mais facilmente linkado, mais visível em pesquisas de mídia social (Social Search) e em motores de busca, como o Google, Yahoo e Bing.

Reputação online

SMO é uma parte integrante de uma gestão da reputação online, uma estratégia para organizações que se preocupam com a sua presença online. Fazer com que o usuário navegue pelas diversas mídias sociais da marca proporciona uma experiência marcante ao usuário, além de promover backlinks provenientes de sites relevantes direcionando para o site da empresa.

Estratégias de SMO podem ser aplicadas em diversas mídias sociais, como microblogings, bookmarks, comentários em sites e blogs, redes sociais e sites de compartilhamento de fotos e vídeos. Neste post vou detalhar a estratégia aplicada em uma opção de mídia social: os agregadores.

Agregadores e SMO

Os agregadores de links para sites são espaços onde cada membro exibe seus favoritos para que outras pessoas possam utilizar e votar nos melhores. Dessa forma, cria-se um diretório no qual os sites são recomendados e classificados pelos próprios participantes. Assim, se você quiser um site sobre um determinado tema, pode ir a um agregador e ver os sites mais recomendados.

Para os usuários, a principal vantagem está em coletar e armazenar links interessantes encontrados e que podem ser vistos depois. A ação central de interesse do marketing em site de notícias social é o voto. Utilizar estratégias de SMO nos agregadores é mais uma maneira pela qual as mídias sociais podem ajudar a melhorar o posicionamento dos sites nos mecanismos de busca. Os links para sites são salvos, sendo encontrados facilmente pelos buscadores. Isso melhora a posição de uma página nas buscas.

Alguns exemplos de agregadores mais conhecidos são o Digg, o Delicious e o próprio Google Reader.

Fonte: IDG Now!

set
05
2010
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Redes sociais contribuíram para faturamento de R$ 335 mi em comércio virtual no Brasil

Pesquisa aponta também que mulheres são as mais influenciadas pelos sites de relacionamento

Um estudo feito pela consultoria e-Bit comprova que as redes sociais estão influenciando fortemente os consumidores brasileiros. Só no primeiro semestre deste ano, sites como o Orkut, Facebook e Twitter contribuíram para um faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais. 

As mulheres são mais influenciáveis pelas redes sociais: 55% disseram que realizam os pedidos após verem alguma indicação nos sites de relacionamento. 

Um levantamento feito recentemente pelo Ibope aponta que o Brasil está entre um dos dez países com o maior número de internautas com cadastro em redes sociais. Dos 37 milhões de usuários ativos na internet por aqui, 87% possuem perfil em alguma rede. 

Fonte: Olhar Digital

jun
01
2010
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Influência social como estratégia de marketing

Um exemplo comum da influência social é a risada adicionada em programas de TV. Estúdios adicionam riso falso em comédias porque sabem que o público acha a cena mais engraçada do que realmente é.

Durante uma experiência o cientista e pesquisador Stanley Milgram, parou em uma rua movimentada e ficou um minuto olhando o céu. Muitos transeuntes simplesmente desviaram do homem, sem dar ao menos uma olhadinha para checar o que ele via. No entanto, quando o pesquisador adicionou mais quatro homens ao grupo de observadores da imensidão, o número de pessoas que se juntou a eles quadruplicou.

Com base em pesquisas desse tipo, alguns supermercados e atacadistas colocam em seus jornais periódicos o depoimento de alguns clientes satisfeitos para que outros se identifiquem com eles.

Assim conseguem que alguns assumam a seguinte linha de raciocínio:

“Se outros iguais a mim obtiveram bons resultados com este fornecedor, então muito provavelmente deve dar certo comigo também”.

Outro exemplo clássico do uso da influência social como estratégia de marketing é a lista dos livros mais vendidos do mês e a pilha dos Best Sellers que toda livraria tem.

Com isso elas podem se dar ao luxo de não segmentar os livros por gênero ou gastar com outras formas de propaganda. Estes livros vendem 40% mais, simplesmente por serem percebidos como os mais lidos.

mai
31
2010
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Saiba mais sobre o Linked In

LinkedIn é uma rede de negócios fundada em Dezembro de 2002 e lançada em Maio de 2003. É comparável a redes de relacionamentos, e é principalmente utilizada por profissionais. Em Novembro de 2007, tinha mais de 16 milhões de usuários registrados, abrangendo 150 indústrias e mais de 400 regiões econômicas (como classificado pelo serviço).

O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos de pessoas que eles conheçam e confiem em empresas. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão.

Esta lista de conexões pode então ser usada de vários modos:

  • Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segundo grau, terceiro e assim por diante facilitam com que você possa conhecer alguém através de seus contatos mútuos.
  • Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos.
  • Empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais.
  • Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.

O recurso LinkedIn Answers , semelhante ao Google Answers ou Yahoo! Answers, permite os usuários do LinkedIn perguntarem a comunidade por respostas. O “LinkedIn Answers” é gratuito e as principais diferenças entre os dois serviços previamente mencionados são que as questões são potencialmente mais orientadas a negócios, e os usuários que fazem as perguntas e as respostas estão identificados.

fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Escrito por Gustavo Branda in: Internet,Redes Sociais | Tags:, , ,
mai
27
2010
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Como usar a força da influência social no Marketing

Por que milhares de pessoas desejam o celular da moda ou o mais novo notebook de determinada marca? Por causa da qualidade do produto você pode pensar, mas supondo que haja uma disputa entre dois itens de qualidade indiscutível, porque um é objeto do desejo e outro não tanto?

Há com certeza algumas forças capazes de direcionar o desejo de alguns grupos de pessoas e é função do marketing estudar ou bolar estratégias a fim de atingir este objetivo. Este artigo vem evidenciar uma dessas forças básicas do comportamento humano. A influência social.

Não há dúvidas que o comportamento de outras pessoas seja uma poderosa fonte de influência social para um indivíduo. Também é fato científico que a pessoa influenciada por um grupo social, não tem consciência disso e é capaz de negar veementemente.

Talvez, os empreendedores donos de pequenas empresas ainda não tenham percebido o valor da influência social como estratégia de marketing pelo fato de ser difícil identificar os elementos que afetam o comportamento.

Com isso seus empreendimentos acabam sofrendo com:

  • Promoções e eventos fracos;
  • Desaparecimento dos clientes;
  • Produtos encalhados e sem valor percebido;
  • Dificuldades para abordar clientes e vender mais;
  • Retroalimentação da concorrência.

Este último é o mais prejudicial, já que se os clientes não estão com você, então estão com a concorrência, ou seja, de certa forma você está ajudando o concorrente a reforçar sua influência social. Se muitos clientes estão indo para concorrência, outros mais ainda se juntarão a ela.

abr
14
2010
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Web precisa ser tão criativa quanto a TV no Brasil, diz especialista

Para presidente do World Summit Award, Peter Bruck, avanço da tecnologia da informação é uma aliada para alcançar esse objetivo.

Fundador da Universidade de Ciências Aplicadas em Salzburg (Áustria), o austríaco Peter Bruck  é presidente do conselho de diretores do World Summit Award, entidade global que seleciona e promove os melhores e mais inovadores conteúdos da internet.

Em entrevista exclusiva ao IDG Now, o executivo afirma que a internet no Brasil precisa alcançar o mesmo nível de  criatividade obtido na televisão, e que a tecnologia da informação  – com as novas ferramentas e recursos disponíveis – é uma aliada importante nesse processo.

Qual sua avaliação sobre o desempenho do Brasil na área de internet?
Se olharmos de maneira global, o Brasil está muito bem em termos de criatividade para a televisão. O importante é levar esta mesma qualidade de conteúdo para a internet. O avanço da tecnologia midiática no País é importante para haver um conteúdo único de qualidade.

Os EUA são conhecidos por aplicar uma excessiva quantidade de tecnologia em experiências militares. O que o senhor pensa disso?
A coisa mais importante a fazer no futuro é concentrar o capital na criação, na produção de conteúdos tecnológicos e não em armas. Quando você possui tecnologia, você consegue dividi-la com quem não a tem. Quando você tem armas, você as utiliza para não perder o que tem. Essa é a diferença.

Em que aspectos o mercado brasileiro  deve investir mais para evoluir na questão da web?
O país deve-se ater a quatro pilares da indústria: rede, telecomunicações, software e hardware. Esses itens são fantásticos se bem trabalhados. Mas, além de todos esses fatores, é necessário trabalhar com profissionais que possuam experiência em tecnologia.

Qual a relação entre o Brasil e os EUA nos negócios digitais?
Vemos o Brasil como um grande e forte parceiro tecnológico. O País ganhou uma visibilidade incrível nos últimos anos. O que queremos é encorajar os brasileiros a fortalecer sua rede e seu conteúdo.

Como o senhor vê a internet no futuro do Brasil?
O Brasil é um país novo, e a internet também. Logo, metade de sua população estará utilizando frequentemente a rede. Outro fator importante é o desenvolvimento no país da internet móvel, uma vez que o futuro da rede estará integrado nos pequenos dispositivos do dia-a-dia. A expectativa é das melhores possíveis do ponto de vista do progresso na região.

Fonte: IDG Now!

mar
31
2010
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Transforme a internet no melhor vendedor de sua empresa

Conheça os principais recursos de marketing digital utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet

O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar.

O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.

O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.

São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.

Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter. Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.

Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.

Site com “usabilidade”:
Usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.

Otimização:
É também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa.

Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.

Publicidade online:
é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.

A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.

As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.

Inteligência de Mercado: Os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.

Redes Sociais:
Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc., assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.

Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.

e-Mail Marketing: A propaganda por e-mail é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc.).

*Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital)

Fonte: www.administradores.com.br

mar
03
2010
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Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais

Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.

Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?

Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.

A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.

1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.

As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.

2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter.  O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.

Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta.  Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.

3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?

Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente “aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.

4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas.  Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como “selos” para seu perfil.   Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.

Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa.  Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.

5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros.  Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações.  Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.

A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.

6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?

As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics.  Exemplos no contexto de uma ferramenta social são:  número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc.  As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.

Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado.  Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc.  Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários  “vendem” e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de “invites” para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.

7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.

8 – Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.

9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial?  O que é permitido e o que não é?

As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo:  consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características.  Isto é,  pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.

O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo “enganado”, o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.

Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio.  Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.

10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?

Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.

Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como “mau uso” por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.

Fonte: IDG Now!

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