set
26
2009
0

Descobrindo o que é Branding.

Branding é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca importa. É, também, o nome que se dá ao processo de construção da marca. Ele trabalha as impressões e a relação que o consumidor tem a respeito deste produto ou serviço, a imagem que ele passa e o que ele representa na vida de quem o adquirem. É um fator relevante da estratégia corporativa, em direção ao desenvolvimento de uma vantagem competitiva sustentável.

Diferentemente do que muitos pensam, não se trata de um método específico, mas sim de uma maneira de pensar, uma filosofia de trabalho que utiliza conceitos de design, marketing, administração, antropologia, ti, arquitetura e propaganda para operar com um universo de valores que representem sua empresa para consolidá-la perante seus clientes. Significa, também, criar uma associação emocional entre o cliente e um produto ou serviço da empresa por meio de uma mensagem clara que desperte o real interesse do consumidor.

Uma marca (Brand)* forte é requisito básico para competir e se sobressair no mercado dinâmico em que vivemos atualmente. Utilizando os conceitos de Branding, a O2 Comunicação pode criar essa imagem forte para transmitir segurança e confiança perante o consumidor. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Yankelovich & Partners, se você tem uma marca forte, as pessoas:

• preferem seus produtos
• pagam mais pelos seus produtos
• recomendam seus produtos a outras pessoas
• se predispõem a aceitar seus novos produtos e sua entrada em novos mercados
• recomendam sua empresa como um bom lugar para trabalhar
• recomendam sua empresa para uma possível joint-venture
• acreditam em você em tempos de crise
• estão inclinados a investir em você e em seus produtos

* Brand é uma palavra de origem inglesa que significa marca ou marcar. Esta palavra vem do ato dos criadores de gado marcarem seus rebanhos com ferro quente para identificá-los como suas propriedades. O ato de marcar o gado não era só a caráter de identificação, mas também um símbolo da qualidade do animal, da procedência, da alimentação, enfim, de suas origens não duvidosas em relação a reputação do criador e de seus produtos. Desta forma, podemos dizer que Brand (marca) é a união de recursos tangíveis e intangíveis, simbolizados num logotipo, gerenciados de forma adequada e que criam influência e geram valor.
set
22
2009
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Empresa que não oferecer site seguro será abandonada na internet

Aumento de ameaças a sites legítimos no Brasil exigem nova estrutura de segurança online das empresas.

As ameaças online deixaram de se esconder apenas em e-mails e sites falsos para se infiltrar em páginas verdadeiras de empresas, como operadoras de telefonia celular no Brasil, como Vivo e Oi, ou o jornal norte-americano The New York Times.

No primeiro semestre deste ano houve um aumento de mais de 500% em links nocivos e maior sofisticação dos hackers na exploração de vulnerabilidades, informa o recente Relatório de Tendências e Riscos X-Force 2009, da IBM ISS.

Agora não basta o internauta estar protegido, mas as empresas devem redimensionar a segurança de suas operações online ou serão abandonadas pelos clientes na rede.

Fonte: IDG NOW!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet,O2 |
set
21
2009
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Buscando o valor do cliente e a satisfação

Hoje, não basta apenas oferecer bons produtos e serviços aos clientes. É preciso criar, conquistar e construir relações, pois eles somente vão repetir a compra se a oferta anterior atender sua expectativa de valor não apenas monetário, mas do conjunto de benefícios que se espera de determinado produto ou serviço.

A visão projetista do Kotler demonstra o valor de um cliente fiel e o custo financeiro para uma empresa conquistar um novo cliente. De acordo com Lovelock (2005, p. 130) “as organizações bem administradas se empenham muito para manter seus clientes atuais e diminuir seus níveis de dispêndio. Uma afirmação amplamente generalizada é que, em média, custa cinco a seis vezes mais para uma empresa atrair um cliente novo do que implementar estratégias de retenção para segurar um cliente atual”.

Muitas organizações têm dificuldades em criar novas soluções para atrair e fidelizar seu público-alvo, permitindo assim, que esses clientes procurem alternativas em empresas concorrentes.

Nesse contexto, a idéia não é apenas ser diferente. É fazer a diferença para o cliente, seja agregando serviços aos já prestados, tendo uma pós-venda eficiente ou criando soluções que minimizem tempo e recursos financeiros. Por isso, agregar o máximo de valor ao produto/serviço é a chave da retenção lucrativa numa empresa.

Kotler (1993) sinaliza ainda que no atual cenário competitivo em que as empresas estão inseridas, para fazer a diferença é necessário agir com pró-atividade, estar sintonizado com os anseios do cliente, conhecer o mercado e os concorrentes, procurando antecipar-se às mudanças. Ser pró-ativo em meio à concorrência é buscar a competitividade. Fidelizar os clientes é um exemplo de competência, que certamente será revertido em lucros.

Uma das formas mais utilizadas pelas empresas na busca da satisfação dos clientes é utilizar a base de dados para informá-lo sobre lançamentos de novos produtos/serviços e tecnologias, ofertas especiais de suprimentos para produtos já adquiridos pelo cliente, troca ou atualização de equipamentos, entre outros. Essas são formas de fortalecer o relacionamento.

Conforme Kotler (1993), a chave para se obter vantagem competitiva é fazer uma análise do que é valor para o cliente. Para isso, ele enfatiza que deve-se identificar os principais atributos que merecem valor para os clientes, diferenciando-os por grau de importância, bem como, determinar a atuação da empresa e da concorrência em relação aos diferentes valores. Além disso, é preciso estudar a forma pela qual os clientes de um segmento específico qualificam a atuação da empresa, comparando-a com um concorrente. Por fim, é necessário vigiar permanentemente as mudanças dos valores dos clientes através do tempo.

Referência bibliográfica:

LOVELOCK, Christopher. Serviços: Marketing e Gestão, São Paulo: Saraiva, 2005.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas. 1993.

* Gustavo Branda,  Especialista em Gestão de Marketing em Serviços a Varejo.

Escrito por Gustavo Branda in: Marketing,O2 | Tags:, , , , ,
set
19
2009
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Neuromarketing desvenda “caixa-preta” dos consumidores

Num mundo de opções infinitas, o trabalho mais difícil não é produzir idéias fantásticas, mas saber se elas vão chamar atenção e, principalmente, funcionar a ponto de afetar comportamentos – preferencialmente os de compra. Presunçoso demais? Pode ficar pior! Após passar anos estudando emoções que rondam o universo humano, aceitar psicologia, antropologia e sociologia como aliadas da comunicação, agora estamos prestes a abrir o que já está sendo chamado de caixa-preta do cérebro. Não basta entender comportamento de massa, cruzar dados e obter tendências estratificadas por classe social, idade, sexo ou estilo de vida. O próximo aliado da publicidade se chama neuromarketing.

Se o conhecimento comportamental nos revela o que devemos suprir emocionalmente nas pessoas (consumidores) para agir (comprar, preferir, adotar marcas), o neuromarketing é uma disciplina de investigação que estuda o consumidor no sistema cérebro/mente.

Sinais de radiofreqüência fornecem a imagem das alterações no fluxo sangüíneo e na oxigenação em determinadas áreas cerebrais. O processo também mostra como a intensidade cerebral se altera diante de anúncios publicitários. É assim, por meio da atividade elétrica cerebral, que os neurocientistas esperam explicar o que move a decisão das compras.

De certa forma é confortante saber que o neuromarketing não vai entrar na cabeça dos consumidores e agir sobre ele automatizando os seus comportamentos. Os estudos que o neuromarketing proporcionam podem afinar a linguagem publicitária, melhorar a embalagem e introduzir inovações que tornem o produto mais atraente para o consumidor.

No que depender de aval financeiro, o neuromarketing logo estará na pauta da das empresas e o gene do consumo será finalmente mapeado. Os primeiros estudos datam dos anos 90, mas pela primeira vez a ferramenta começa a se materializar graças a investimentos de empresas como a General Motors, Ford, Daimler Chrysler, Coca-Cola, Kodak, Levi-Strauss e a Delta Airlines. A neurologia das vendas custa caro, mas essas companhias decidiram financiar as pesquisas para usar o neuromarketing num futuro próximo como forma de assessorar as pesquisas de mercado tradicionais.

Para investimento na pesquisa de comportamento do consumidor são necessários entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões por ano. Na Inglaterra, o investimento é de US$ 26 por habitante.

Por aqui continuaremos observando muito, encostando a barriga no balcão para analisar momentos de verdade do consumidor em contato com produtos e marcas. Até que me provem o contrário, ainda não achei maneira mais barata e eficaz de entender de consumo e de consumidor.

Erika Herkenhoff, diretora executiva da Competence Paraná, e formada em Publicidade e Propaganda pela UFPR e em MBA em Marketing pela FGV

set
17
2009
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Senado aprova liberdade eleitoral na internet!

Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) recua de emenda restritiva, permite cobertura livre por portais e PLC 141/09 é aprovado no Senado.

O Senado Federal aprovou em plenário na noite desta terça-feira (15/9) o Projeto de Lei da Câmara 141 de 2009, responsável pela reforma eleitoral, após o relator do projeto, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), recuar e alterar a emenda proposta originalmente que liberava parcialmente o uso da web nas eleições.

Com o recuo de Azeredo, a polêmica com o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) foi resolvida, com o petista endossando e afirmando que o texto alterado assegura a liberdade da internet e evita que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha espaço para legislar sobre o assunto.

Com o entendimento, a votação nominal (com cada um dos presentes afirmando seus votos) pedida por Mercadante para sua emenda foi revertida pelos senadores presentes para votação simbólica.

A emenda original de Azeredo introduza um terceiro parágrafo no artigo 57-D que afirma que “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato e assegurado o direito de resposta, em blog assinado por pessoa natural, rede social, sítio de interação e de mensagens instantâneas e assemelhados”.

Com o texto simplificado, a livre expressão agora vale também para portais e veículos que cobrirão os pleitos.

Na íntegra, o novo artigo 57-D afirma que “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral,  por meio da rede mundial de computadores – internet, assegurado o direito de resposta (…) e por outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica”, com um paráfrago único complementar que afirma que ” representações pela utilização indevida da Internet serão apreciadas na forma da Lei”.

A versão do PLC 141/09 aprovada no Senado, no entanto, não significa o uso totalmente irrestrito da web no período de eleição. Foram mantidas no texto as proibições referentes a manifestações feitas sob anonimato e a garantia ao direito de resposta.

Fonte: IDG NOW!

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet,O2,Publicidade e Propaganda |
set
11
2009
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Twitter “Abre as portas para Publicidade”

Microblog anunciou que fez uma revisão em seus termos de serviço, com o objetivo de abrir espaço para anúncios, e proibir spam.

O Twitter anunciou nesta sexta-feira (11/9) uma mudança nos termos de serviço. As mudanças deixam o caminho aberto para que o Twitter possa veicular propagandas e também proíbe spams dentro do microblog.

Biz Stone, co-fundador do site, publicou pela manhã um post no blog oficial do Twitter explicando as principais mudanças nos termos de serviço. Segundo ele, “agora que sabemos mais sobre como o Twitter está sendo usado, fizemos mudanças na regras básicas do serviço”. “As revisões refletem mais apropriadamente a natureza do Twitter e abordam questões importantes, como propriedade. Por exemplo, seus ‘tweets’ pertencem a você, não ao site”, escreveu Stone.

 Segundo o executivo, os termos agora “deixam a porta aberta para a publicidade”. “Gostaríamos de manter nossas opções abertas.” As mensagens postadas na rede pertencem aos usuários, “mas o Twitter reservar o direito de usar, copiar, reproduzir, processar, adaptar, modificar, publicar, transmitir, exibir e distribuir” os ‘tweets’ dos usuários.

Também é autorizada, automaticamente, a distribuição de conteúdo do microblog via programas de terceiros. Por outro lado, e principlamente o uso de spam foi regulamentado e não será tolerado.

Para Stone, as atualizações complementam o espírito do Twitter. “Se por acaso alguma coisa ficar de fora, então vamos rever os termos de serviço. É importante que todos saibam que as mudanças não tem a ver com a tecnologia, mas que a maneira como usamos o serviço é o mais importante.”

Escrito por Rafael Costa da Silva in: O2,Publicidade e Propaganda,Twitter |
set
08
2009
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Apoio ao Tochetto Basketball Champ

A O2 desenvolveu a campanha da Segunda Edição do TBC. Foi criado, além da marca do evento,  Cartaz, Flyers, Camiseta e a Newsletter que será disparado pelo AdsSystem sistema envio de Newsletter desenvolvido pela O2.

  TBC

Escrito por Rafael Costa da Silva in: O2,Portifólio | Tags:, , ,

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