mar
31
2010
0

Transforme a internet no melhor vendedor de sua empresa

Conheça os principais recursos de marketing digital utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet

O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar.

O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.

O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.

São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.

Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter. Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.

Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.

Site com “usabilidade”:
Usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.

Otimização:
É também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa.

Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.

Publicidade online:
é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.

A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.

As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.

Inteligência de Mercado: Os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.

Redes Sociais:
Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc., assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.

Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.

e-Mail Marketing: A propaganda por e-mail é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc.).

*Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital)

Fonte: www.administradores.com.br

mar
29
2010
0

Tráfego de dados já ultrapassa o de voz no mundo, afirma Ericsson

Pesquisa mostra que, em dezembro de 2009, 400 milhões de assinantes de banda móvel geraram mais dados que 4,6 bilhões de assinantes de voz.

Medições efetuadas pela empresa de tecnologia de redes Ericsson em dezembro de 2009 revelam que o tráfego de dados ultrapassa o de voz em redes móveis, afirmou a empresa na terça-feira (23/3).

O “crossover” – ponto em que os tráfegos de voz e de dados coincidiram em dimensão – ocorreu na marca de 140 mil terabytes por mês.

“É um marco significativo que os cerca de 400 milhões de assinantes de banda móvel geram mais dados que o tráfego de voz de 4,6 bilhões de pessoas pelo mundo”, disse o presidente e CEO da Ericsson, Hans Vestberg.

O levantamento, apresentado durante a convenção CTIA Wireless 2010 em Las Vegas (EUA), ressalta que o tráfego global de dados cresceu 280% ao ano nos últimos dois anos.

Para fazer a pesquisa, a Ericsson mediu redes de celular em atividade em todas as regiões do mundo – a empresa é uma das principais fornecedoras globais de equipamentos para empresas de telecomunicações.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Comunicação,Internet,Mercado | Tags:, , ,
mar
26
2010
0

Email Marketing: vá além do operacional

Enxergar o marketing digital como algo maior do que simplesmente seguir cronogramas para campanhas de email marketing é uma característica imprescindível

Ao procurar por uma plataforma de email marketing, o desejo das empresas em geral é um só: mandar sua mensagem para o maior número possível de pessoas. Por isso, dentre todas as funcionalidades que o serviço apresenta, o envio costuma ser a mais valorizada. Porém, reduzir uma ferramenta de email marketing a um sistema de envio de mensagens é um equívoco que precisa ser evitado. Trata-se de um processo longo e abrangente, que possui diversos aspectos – todos eles fundamentais para o sucesso dos negócios.

A quantidade de pessoas que uma plataforma de email marketing consegue agregar é, sem dúvida, um dos aspectos mais importantes do trabalho. No entanto, está longe de ser o único. Enxergar o marketing digital como algo maior do que simplesmente seguir cronogramas para campanhas de email marketing é uma característica imprescindível para estruturar retornos bem-sucedidos e aumentar a visibilidade da marca.

Ou seja, aqui falamos que, além das ações operacionais, é preciso ampliar o campo de visão sobre o que é necessário ser feito em todas as etapas, desde a prévia de uma campanha até a mensuração de seu retorno. Seguir corretamente o antes, o durante – e não apenas o durante – e o pós, certamente contribuirá para o retorno mais importante no processo: a entrega dos resultados.

E não estamos longe de realmente fazer jus à boa reputação de nossa imagem. Acredite se quiser, é possível aplicar o conceito de Governança em email marketing. Sim, aplicar processos que seguem padrões nas diversas fases que envolvem uma campanha, com delegação correta de tarefas para cada responsável por uma atividade. Inclusive, com acompanhamento entre o tempo de desenvolvimento x a entrega de determinada etapa.

Isso é extremamente vantajoso para todas as partes envolvidas, desde a empresa que planeja, envia e mensura uma ação de email marketing, até para o próprio público-alvo que a recebe. Justamente porque se as ações foram desenvolvidas de forma correta e, principalmente, transparente, a probabilidade de aproveitamento da mensagem é muito maior. E, consequentemente, voltamos ao que quis dizer no início deste artigo: irmos além do simples disparo e efetivarmos nossa preocupação real com o lado macro da história, a nossa imagem.

Junto a tudo isso, conhecimentos prévios em marketing digital, estudos sobre o assunto, pesquisas infindáveis já disponíveis na Internet com órgãos que se preocupam com essa questão, são essenciais para o planejamento estratégico e auxiliam muito como um guia para operacionalização de cada ação.

Quando falamos em empresas de grande porte, que, em sua maioria, contam com agências digitais para realização das campanhas, essa preocupação triplica. Quanto mais campanhas, mais cuidado deve-se ter, pois é praxe sabermos que quanto maior o número de atividades (em qualquer área), maior a probabilidade de erros e acertos. Isso não isenta o mercado de PMEs, que pode se aproveitar desse momento, em que se fala de políticas e normas para comunicação online, para começar da forma mais correta.

Estamos vivendo um marco na era digital. E esse momento exige não só a atenção com o que está chegando, mas também a responsabilidade em aplicar o que para os outros ainda é uma tendência. Pois, se quisermos chegar à frente, as boas práticas em comunicação digital devem ser realidade.

Walter Sabini Junior - é especialista em email marketing e CEO da VIRID Interatividade Digital, Proprietária das plataformas Virtual Target e Zartana – jr@virid.com.br

Fonte: www.administradores.com.br

mar
22
2010
0

E se a internet pifar? 5 cenários de apocalipse tecnológico

Apagões continentais, e-bombas e tempestades solares ameaçam as tecnologias que poucos percebem, mas que mantêm o mundo funcionando.

A tecnologia comanda praticamente tudo que fazemos, e essa influência não se resume às coisas do trabalho. De bancos a hospitais, somos quase totalmente dependentes de tecnologia. Cada vez mais sistemas funcionam de forma interconectada, e muitos deles são vulneráveis. Provas disso surgem quase todo dia.

Mas e se, no lugar dos ataques de negação de serviço que derrubam alguns sites de vez em quando, a internet inteira parasse de funcionar de repente? E se o Google não pudesse mais ser acessado? E se, em vez de um desses vazamentos de dados, nossos bancos fossem atacados por uma arma que dizimasse todas as transações financeiras? E se hackers infiltrassem seus códigos maliciosos nos sistemas que controlam a rede nacional de eletricidade?

E se Deus, demonstrando estar cheio da humanidade, enviasse à Terra uma gigantesca tempestade solar?

Quem pensa que tais coisas não podem acontecer precisa rever sua posição. Saiba que algumas delas até já ocorreram, só que em escala menor. Mas não deixa de ser interessante, mesmo que por brincadeira, exagerar um pouco e imaginar o que poderia acontecer casos esse “dia do juízo final” tecnológico acontecesse de verdade.

Quer saber o que pode dar errado? Confira os cenários descritos a seguir.

Cenário apocalíptico 1: Apagão nacional
Notícia urgente: ataque hacker contra instalações de distribuição de energia provoca enormes apagões pelo país e deixa milhões de pessoas sem eletricidade.

Acredite: o sistema que controla as usinas geradoras de energia dos EUA foi construído há cerca de 40 anos, quando a internet era apenas um punhado de universidades ligadas por modems de 300 bps.

“Antigamente, todo sistema de energia em qualquer parte do mundo era considerado uma ilha”, diz Robert Sills, CEO da RealTime Interactive Systems, que oferece soluções de segurança para aplicações de controle industrial. “Não havia tecnologia disponível para conectá-los. Agora existe.”

O lado negativo dessa conectividade toda é que, se uma subrede for sobrecarregada, as outras poderão cair como dominós. Isso aconteceu nos EUA em agosto de 2003; 55 milhões de americanos e canadenses ficaram sem luz.

E nem é preciso ter um Homer Simpson no controle. Pode ser um funcionário contrariado em busca de vingança – como o engenheiro de software da empresa de esgoto da Austrália que, em 1991, despejou 1 milhão de litros de detritos em água limpa.

Ou pode ser um invasor externo que usa as portas de manutenção do sistema para ganhar acesso à rede. Sills diz que a maioria das subestações de força é vulnerável a ataques desse tipo. Uma vez dentro dele, o hacker poderia simplesmente alterar algumas configurações e deixar os sistemas automáticos de recuperação de incidentes fazer o resto.

Cenário apocalíptico 2: E-bomba afunda sistema financeiro
Notícia urgente: arma eletromagnética paralisa centro financeiro de Nova York, causando danos a equipamentos e interrupções no fornecimento de energia em grande escala; mercados deixam de operar.

Não é preciso detonar uma bomba nuclear para criar um pulso eletromagnético forte o bastante para causar danos sérios. Existem aparelhos que emitem sinais de alta freqüência capazes de fritar equipamentos eletrônicos, e de estragar qualquer informação que não esteja gravada em mídia magnética ou óptica. Essas “bombas” não são facilmente rastreáveis porque a própria máquina destrói as provas de seu uso.

Um furgão com um aparelho desses na traseira poderia derrubar boa parte da economia de um país, caso fosse ligado em centros financeiros como Manhattan, diz Gale Nordling, CEO da Emprimus, empresa que ajuda corporações a se proteger contra ameaças de pulsos eletromagnéticos de origem não nuclear. Parar um país inteiro, no entanto, exigiria uma bomba nuclear.

Uma vez que a máquina fosse ligada, PCs e data centers teriam ido para o espaço. Celulares poderiam funcionar, mas sem as torres das operadoras eles seriam inúteis. O carro não daria partida. Controles automatizados de estações de água e energia não funcionariam. E, se a bolsa de valores de Nova York parasse, as ondas de choque iriam se alastrar por todo o planeta.

Cenário apocalíptico 3: Google fora do ar
Noticia urgente: milhões de internautas que tentaram acessar o maior site de buscas do planeta receberam mensagem de “página não encontrada”; todos os serviços do Google estão inacessíveis.

O Google entrou de tal forma em nossas vidas que já não imaginamos o mundo sem ele. Especialistas afirmam que, para derrubar uma empresa tão bem entrincheirada, seria preciso alguém de dentro – não necessariamente um funcionário mal intencionado, apenas alguém estúpido (se é que existe tal pessoa por lá) com os devidos privilégios de acesso.

E olhe que não é algo de todo impossível. Em dezembro, invasores convenceram funcionários do Google a visitar um site malicioso, que explorou uma vulnerabilidade do Internet Explorer para instalar uma “porta dos fundos” na rede do Google. De lá, eles acessaram o Gmail de dissidentes chineses.

“O principal vetor de obtenção de acesso ao interior de organizações hoje são aplicações maliciosas instaladas na rede”, diz Nir Zuk, fundador e CTO da Palo Alto Networks, empresa de segurança de rede.

No pior cenário, um empregado do Google simplesmente instala uma aplicação na rede, e por meio dela invasores externos enganam o firewall da empresa.

Uma vez lá dentro, os invasores poderiam vasculhar a rede até encontrar os centros de comando e controle dos data centers do Google. Daí, eles poderiam desligar tudo, não sem antes deixar uma bomba lógica para corromper os bancos de dados da empresa.

Cenário apocalíptico 4: Desligaram a internet
Notícia urgente: a internet entrou em colapso hoje quando milhões de internautas foram redirecionados para sites errados, causados por problemas com o sistema de nome de domínio.

Pode a internet sair do ar? Muitos especialistas dizem que não, com o argumento de que há muitos canais de comunicação, muitas redundâncias, e uma arquitetura projetada para contornar pontos de falha.

“É muito difícil derrubar a internet inteira, a menos que ocorra um incidente global de pulso eletromagnético que acabe com tudo de uma vez”, avalia o Dr. Ken Calvert, membro do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Kentucky. “Há uma variedade de tecnologias para tráfego de bits em todos os níveis, como satélite, fibra ou ondas. Há muita redundância.”

Mesmo que a internet não possa ser desligada totalmente, exceto por um ato de Deus (sobre isso, veja o Apocalipse 5), hackers poderiam provocar o caos se atacassem um ponto fraco: o sistema de nomes de domínio. Ao sequestrar o tráfego destinado a diferentes domínios, os hackers podem levar internautas ingênuos a visitar sites maliciosos, ou derrubar qualquer site com uma inundação de tráfego, ou simplesmente enviar todo mundo para um único site, como o Google.com ou o Yahoo.com – tornando a internet sem uso para um grande número de pessoas.

“Todo mundo confia no DNS, mas ele não é realmente confiável”, diz Rod Rasmussen, presidente e CTO da empresa de serviços antiphishing Internet Identity. “O sistema em si não é bem protegido. E tudo que você precisa é de um nome e uma senha para assumir o controle de um servidor DNS ou de um domínio particular.”

Os invasores não precisariam nem atacar servidores DNS, nem envenenar seus caches. Eles poderiam fazer o mesmo estrago tomando o controle de grandes empresas de registro de domínios. Uma infiltração bem-sucedida na Network Solutions, por exemplo, poderia colocar os invasores no controle de mais da metade dos domínios de todas as instituições financeiras dos EUA, diz Rasmussen.

De lá, os invasores poderiam redirecionar internautas para sites falsos e, mais tarde, usar suas senhas para fazer a conexão e roubar suas contas. Ou eles poderiam simplesmente ter como alvo grandes domínios com bastante tráfego, ou promover o caos bagunçando os servidores de tempo da internet.

Cenário apocalíptico 5: Ira de Deus
Notícia urgente: esta reportagem tem sido espalhada boca a boca, porque nada mais está funcionando. Cientistas acreditam que uma enorme explosão solar atingiu a atmosfera da Terra, causando pane nas redes de eletricidade e de comunicação de todo o mundo. Também recebemos notícias de terremotos e tufões, mas que ainda não foram confirmadas.

Pense nisso como a mãe de todas as sobrecargas elétricas. O sol cospe uma enorme nuvem de plasma superaquecido de tamanho diversas vezes superior ao da Terra, e que  bate em nossa atmosfera. Partículas supercarregadas viajam pela superfície do planeta, fritando todos os transformadores de energia que encontrar pela frente. Resultado: blecaute mundial instantâneo.

Parece um roteiro de Hollywood. Mas foi exatamente isso que aconteceu em Quebéc, no Canadá, em 1989. Naquele ano, uma tempestade solar de pequenas proporções deixou 6 milhões de pessoas sem energia.

“A probabilidade de a internet parar totalmente é quase zero, mas se tem algo capaz de derrubar a rede mundial é uma tempestade solar”, diz o consultor de segurança Robert Siciliano. “Uma bola de plasma atinge os campos magnéticos da Terra, e os transformadores que gerenciam nossa rede elétrica fritam. Seria literalmente uma tempestade perfeita, de proporções cataclísmicas, que derrubaria a eletricidade e a internet ao mesmo tempo.”

Fonte:  InfoWorld/EUA

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Comunicação,Internet |
mar
17
2010
0

25 anos do domínio pontocom: os 100 primeiros registros

No começo era um domínio por mês. Agora, no mesmo período, a rede recebe quase 700 mil – e há muitos sites veteranos ainda ativos.

A internet foi toda nostalgia na segunda-feira (15/3) quando geeks de todo o mundo celebraram o 25.º aniversário do registro do primeiro domínio pontocom.

Foi em 15 de março de 1985 que uma fabricante norte-americana de computadores, a Symbolics, registrou seu domínio Symbolics.com. E foi preciso esperar mais de um mês até que um segundo endereço fosse registrado. Até 30 de novembro de 1987, pasme, não havia mais de 100 endereços pontocom em todo o mundo.

Mas o tempo passou. Hoje, há pelo menos 668 mil novos endereços pontocom por mês, e os sites mais visitados da internet de hoje simplesmente não existiam até os anos 1990.

Confira uma lista dos endereços mais antigos da internet, e surpreenda-se com os que, depois de décadas, ainda estão em operação.

1. symbolics.com: 15 de março de 1985

2. bbn.com: 24 de abril de 1985

3. think.com: 24 de maio de 1985

4. mcc.com: 11 de julho de  1985

5. dec.com: 30 de setembro de 1985

6. northrop.com: 7 de novembro de 1985

7. xerox.com: 9 de janeiro de 1986

8. sri.com: 17 de janeiro de 1986

9. hp.com: 3 de março de 1986

10. bellcore.com: 5 de março de 1986

11. ibm.com: 19 de março de 1986

12. sun.com: 19 de março de 1986

13. intel.com: 25 de março de 1986

14. ti.com: 25 de março de 1986

15. att.com: 25 de abril de 1986

16. gmr.com: 8 de maio de 1986

17. tek.com: 8 de maio de 1986

18. fmc.com: 10 de julho de 1986

19. ub.com: 10 de julho de 1986

20. bell-atl.com: 5 de agosto de 1986

21. ge.com: 5 de agosto de 1986

22. grebyn.com: 5 de agosto de 1986

23. isc.com: 5 de agosto de 1986

24. nsc.com: 5 de agosto de 1986

25. stargate.com: 5 de agosto de 1986

26. boeing.com: 2 de setembro de 1986

27. itcorp.com: 18 de setembro de 1986

28. siemens.com: 29 de setembro de 1986

29. pyramid.com: 18 de outubro de 1986

30. alphacdc.com: 27 de outubro de 1986

31. bdm.com: 27 de outubro de 1986

32. fluke.com: 27 de outubro de 1986

33. inmet.com: 27 de outubro de 1986

34. kesmai.com: 27 de outubro de 1986

35. mentor.com: 27 de outubro de 1986

36. nec.com: 27 de outubro de 1986

37. ray.com: 27 de outubro de 1986

38. rosemount.com: 27 de outubro de 1986

39. vortex.com: 27 de outubro de 1986

40. alcoa.com: 5 de novembro de 1986

41. gte.com: 5 de novembro de 1986

42. adobe.com: 17 de novembro de 1986

43. amd.com: 17 de novembro de 1986

44. das.com: 17 de novembro de 1986

45. data-io.com: 17 de novembro de 1986

46. octopus.com: 17 de novembro de 1986

47. portal.com: 17 de novembro de 1986

48. teltone.com: 17 de novembro de 1986

49. 3com.com: 11 de dezembro de 1986

50. amdahl.com: 11 de dezembro de 1986

51. ccur.com: 11 de dezembro de 1986

52. ci.com: 11 de dezembro de 1986

53. convergent.com: 11 de dezembro de 1986

54. dg.com: 11 de dezembro de 1986

55. peregrine.com: 11 de dezembro de 1986

56. quad.com: 11 de dezembro de 1986

57. sq.com: 11 de dezembro de 1986

58. tandy.com: 11 de dezembro de 1986

59. tti.com: 11 de dezembro de 1986

60. unisys.com: 11 de dezembro de 1986

61. cgi.com: 19 de janeiro de 1987

62. cts.com: 19 de janeiro de 1987

63. spdcc.com: 19 de janeiro de 1987

64. apple.com: 19 de fevereiro de 1987

65. nma.com: 4 de março de 1987

66. prime.com: 4 de março de 1987

67. philips.com: 4 de abril de 1987

68. datacube.com: 23 de abril de 1987

69. kai.com: 23 de abril de 1987

70. tic.com: 23 de abril de 1987

71. vine.com: 23 de abril de 1987

72. ncr.com: 30 de abril de 1987

73. cisco.com: 14 de maio de 1987

74. rdl.com: 14 de maio de 1987

75. slb.com: 20 de maio de 1987

76. parcplace.com: 27 de maio de 1987

77. utc.com: 27 de maio de 1987

78. ide.com: 26 de junho de 1987

79. trw.com: 9 de julho de 1987

80. unipress.com: 13 de julho de 1987

81. dupont.com: 27 de julho de 1987

82. lockheed.com: 27 de julho de 1987

83. rosetta.com: 28 de julho de 1987

84. toad.com: 18 de agosto de 1987

85. quick.com: 31 de agosto de 1987

86. allied.com: 3 de setembro de 1987

87. dsc.com: 3 de setembro de 1987

88. sco.com: 3 de setembro de 1987

89. gene.com: 22 de setembro de 1987

90. kccs.com: 22 de setembro de 1987

91. spectra.com: 22 de setembro de 1987

92. wlk.com: 22 de setembro de 1987

93. mentat.com: 30 de setembro de 1987

94. wyse.com: 14 de outubro de 1987

95. cfg.com: 2 de novembro de 1987

96. marble.com: 9 de novembro de 1987

97. cayman.com: 16 de novembro de 1987

98. entity.com: 16 de novembro de 1987

99. ksr.com: 24 de novembro de 1987

100. nynexst.com: 30 de novembro de 1987

Fonte: PC World/EUA

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet,Mercado | Tags:,
mar
16
2010
0

Branding e Valor de Marca

Em tempos de consolidações de setores marcadas por grandes aquisições e fusões, acho oportuno falar de valor de marca, mesmo correndo o risco de ser superficial em função de espaço tão pequeno para tema tão grande.

Antes de tudo, vale definir o objeto da avaliação.

Segundo o Branding, marca é uma cultura e uma dinâmica de relações entre a empresa/produto e a comunidade, que cria valor para todas as partes integrantes do ecossistema em que esse valor é criado.

Para o Branding, ao falar de valor de marca, o inglês é mais preciso que o português para denominar o tema tratado.

Falamos de Brand Equity e não de Brand Value. Porque, enquanto Brand Value se refere ao valor de um nome com seus atributos percebidos — foco mais familiar ao marketing —, Brand Equity diz respeito à capacidade de uma marca de alavancar negócios em seus mercados — alavancar capital, talentos, distribuição, consumo, parcerias, etc.

Por isso, o Branding define marca como uma cultura e uma dinâmica de relações, isto é, Brand Equity.

Vale ainda abrir a compreensão do conteúdo dessa definição:

Cultura de marca — é uma maneira de pensar que cria produtos, serviços, processos, sistemas e procedimentos que são adotados pelo mercado e se instalam no estilo de vida das pessoas com respectiva percepção de valor.

Dinâmica de relações — é o que caracteriza a natureza de uma empresa nos dias de hoje. Segundo os mestres em excelência de gestão, como a FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), empresa é um sistema vivo integrante de um ecossistema que, por definição, é uma dinâmica de relações.

Então está combinado que estamos falando de Brand Equity e não de Brand Value, certo?

Essa expressão, Brand Equity, passou a ser usada pelos analistas do mercado de capitais para denominar o valor de uma empresa na medida em que a imprevisibilidade e a incerteza foram se instalando em nossos cenários, aumentando o valor das garantias de resultado futuro e, conseqüentemente, fazendo crescer de maneira extraordinária a diferença entre o book value e o market value de uma operação.

De fato, a melhor aferição do valor de uma marca é feita na Bolsa de Valores porque lá os ativos intangíveis se integram aos tangíveis para resultar no preço de determinada operação, em que se inclui as tais garantias de sucesso continuado. Isso mesmo: é essa somatória de tangíveis e intangíveis que se chama Brand Equity.

Mas chega de teoria. Vamos à prática, com o exemplo do Google.

No momento em que escrevemos esse texto, o valor de mercado de Google era sete vezes maior que seu valor de livro.

A que se refere essa diferença não contabilizável?

Além das especificidades de cada setor, temos algumas variáveis comuns que definem o conteúdo de uma diferença como essa: a competência da visão e da gestão da liderança; o conhecimento do negócio e do mercado que a empresa domina; a qualidade das relações que tem com seus clientes, acionistas, fornecedores e consumidores; a cultura organizacional e a sua logomarca com todos os atributos de imagem a ela relacionados.

Fiz questão de dizer logomarca e imagem para não confundir com marca, enquanto ativo estratégico, que é como o Branding trata o assunto.

Marca como ativo estratégico se refere a uma identidade, a um jeito de pensar e fazer, que dá suporte a uma imagem; e não se refere apenas ao nome e à imagem.

Voltemos ao Google.

Quanto vale sua logomarca e seus atributos de imagem sem seu network, sua filosofia, seu conhecimento, sua gente, suas políticas, seus processos e sistemas?

Se Google quiser mudar de nome, basta me dar seu novo nome, uma verba e um prazo que faço a mudança com um mínimo de risco de a operação perder valor de mercado.

Por outro lado, se alguém comprar apenas o nome Google, não tenho a menor idéia do que ele pode fazer para não perder o valor que ele pagou, por menor que seja. Porque é a identidade, e não a imagem Google, que garante seu valor.

Assim, concluindo, o valor de uma marca reside na expectativa do mercado, sim, em uma imagem — desde que, no entanto, essa expectativa esteja fundamentada principalmente em uma capacidade de entrega que resulte de um jeito de pensar e fazer, de uma identidade que se atualiza e se materializa, com freqüência e agilidade, em ofertas de valor para todos os seus públicos.


Fonte: Por Ricardo Guimarães, in www.meioemensagem.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Branding,Google,Marketing | Tags:, , , , , , ,
mar
15
2010
0

Lançametno do site da DL Formaturas

A O2 Comunicação desenvolveu e publicou o novo site da DL Formaturas, uma empresa do Grupo DL, que após 22 anos de atuação no segmento de flores e decorações passa a atuar nas grandes festas de conclusão de curso superior. A DL Formaturas apresenta em seu site seus diferenciais, excelente estrutura e as ótimas idéias para tornar esse evento um momento de alegria e realização do sonho.

Confira o site:

www.dlformaturas.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Internet,O2,Portifólio | Tags:, , , ,
mar
15
2010
0

Confira o site da Perfect Form desenvolvido pela O2 Comunicação

A O2 Comunicação acaba de lançar o novo site da Perfect Form, uma loja especializada em suplementos alimentares.

Confira o site:

www.perfectform.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Internet,O2,Portifólio | Tags:, , , ,
mar
11
2010
0

As fontes e a comunicação.

Lendo um texto que oferecia dicas de webdesign, identifiquei uma orientação que pode perfeitamente ser projetada para o contexto da comunicação e marketing das empresas.

A dica, sobre webdesign, dizia para não usar diversos tipos de fonte (letras) na mesma tela de um site.

E as razões técnicas para isso são velhas conhecidas de quem trabalha na área. É possível colidir com vários tipos de problemas ao usar algumas fontes na internet, dentre eles: a incompatibilidades entre sistemas operacionais (Unix, Mac e Windows – todos trabalham de forma diferente) e browsers (programas de navegação).

Tecnicamente isso ocorre porque as fontes têm que estar instaladas no computador do visitante do site, caso contrário, esse site poderá parecer muito engraçado na máquina dele – do visitante. Sem falar que, no aspecto design, misturar muitas fontes em um mesmo texto passa a impressão de amadorismo ou falta de estilo. A menos que se deseje criar o “efeito nota de resgate”.

Mas, voltando à questão do parâmetro que pretendemos traçar, assim como a fonte está para o texto, o conteúdo e o planejamento estão para a comunicação. Uma empresa que não possui um planejamento de comunicação e marketing normalmente gera uma mensagem feita a partir de diversas fontes, isto é, em retalhos, decorrentes de textos e informações destinados a apagar incêndios, sem identidade, sem foco e até sem utilidade.

Em geral essas empresas delegam a funcionários e diretores de um determinado setor, a tarefa de gerar informação sobre aquela área de atuação da empresa. Essa atitude, para um desavisado, pode parecer um incentivo a criatividade do quadro funcional, mas na realidade significa que a falta de investimentos em comunicação acabará gerando uma colcha de retalhos nas mensagens dessa empresa.

Para atingir resultados positivos em comunicação, empresas necessitam de diretrizes básicas elaboradas por profissionais da área. Todos os setores necessitam usar a mesma fonte, do contrário, cada comunicação parecerá um bilhete de resgate. Será necessário definir claramente a visão, a missão e os valores da empresa e identificar o público alvo, para falar diretamente a ele, como e quando ele desejar ouvir. Tudo isso requer técnicas e conhecimentos apropriados, como em todos os segmentos profissionais.

Equivocadamente muitos acreditam que gerar a comunicação de uma empresa requer apenas conhecimento do assunto e um bom português.

Esses conhecimentos são necessários para avaliar o trabalho de um profissional de comunicação, nunca para substituí-lo.

Vejamos, para exemplificar, o meu caso profissional: para desenvolver meu trabalho como planejador, necessito também de alguns conhecimentos técnicos, que felizmente possuo. Mas isso não me torna habilitado a fazer o trabalho de um programador, por exemplo. Necessito estar apto a avaliar se ele, o técnico, fez um bom trabalho de programação, para expor o conteúdo que planejei e desenvolvi.

Vivemos na era do conhecimento e da especialização. Parece contraditório, mas não é! Profissionais necessitam de muitos conhecimentos para serem especialistas em suas áreas, não para apagar incêndios. Isso me lembra um ditado popular que diz que de médico e de louco todo mundo tem um pouco. Agora, falando sério, você confiaria sua saúde para um desses aí do ditado ou ia preferir um especialista? Na comunicação o risco é o mesmo.

Sabe aquele economista que escreve os textos para os folders de sua empresa? Ou ele é um comunicador desabrochando e um economista murchando, ou ele tem de tudo um pouco? Pense nisso, pois como já dizia um velho guerreiro: quem na se comunica, se…!

Rosane Severo

Fonte: http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=88


Escrito por Gustavo Branda in: Comunicação |
mar
09
2010
0

Ubuntu 10.04 terá novo visual

A versão 10.04 do sistema operacional de código aberto Ubuntu chega aos usuários no dia 29 de abril com mudanças no visual. As tradicionais cores preta e laranja não serão mais dominantes no layout da plataforma que ganhará o codinome “Lucid Lynx”.

De acordo com a Canonical, a desenvolvedora da plataforma, a nova versão terá uma cara mais moderna, chamada de “Light” pela companhia. O logotipo também sofrerá alterações, principalmente na fonte utilizada.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet,Mercado,Planejamento,Ubuntu | Tags:, ,

Powered by WordPress | O2 Comunicação | Webdesign O2 Comunicação