jun
30
2010
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Uso de software livre cresce em empresas

De acordo com a 5ª Pesquisa Sobre uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil realizada  pelo CETIC (Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), o uso de software livre nas médias e grandes empresas registrou um aumento de 4%, no período entre 2006 e 2009.

O estudo feito com 3,7 mil empresas com dez ou mais funcionários em todo o território nacional considera como organização de grande porte aquelas que possuem mais de 250 funcionários.

O gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa, acredita que o aumento do uso do Linux e de outros sistemas de código aberto se deve principalmente à busca por redução de custo, além da segurança e o fato de haver mais profissionais especializados no tema.

Nas companhias de médio porte (100 e 249 colaboradores), o índice passou de 44%, registrado em 2007 e 2008, para 48% em 2009, aproximando-se do nível alcançado no ano de 2006 (49%).

O resultado encontrado nesses dois segmentos de corporações difere da média observada na pesquisa. Entre as empresas que possuem computador – 97% das entrevistadas -, 26% utilizam software livre, abaixo dos 28% de 2008.

O segmento de atividades imobiliárias foi o que registrou maior proporção de companhias adeptas do sistema operacional gratuito (35%).

jun
20
2010
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Microsoft e Facebook lançam Docs.com em nova investida contra a Google

Lançado em conferência da rede social para desenvolvedores, aplicativo permitirá aos usuários do site editar arquivos do Office.

A Microsoft parte para o ataque mais uma contra a Google – desta vez, ao lado da maior rede social do mundo, o Facebook, também concorrente do portal de buscas.

A companhia de software firmou parceria com o Facebook para lançar o Docs.com, aplicativo que permitirá aos usuários da rede social compartilhar e editar arquivos do Office.

O produto foi anunciado por Mark Zuckberg, cofundador do Facebook, durante a  F8 Conference for Developers, evento do site para desenvolvedores.

O produto surge para concorrer com o Google Docs, pacote de aplicativos que funciona online e permite uma série de atividades, como processar e armazenar textos e editor apresentações e planilhas.

O aplicativo gerado a partir da parceria entre as duas empresas é um exemplo do que pode ser criado para a Facebook Open Graph API, também lançada nesta quarta-feira durante a conferência para desenvolvedores.

A ressalva por enquanto é que o Docs.com não está liberado para todos os usuários. Ele está disponível apenas para internautas convidados.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Facebook,Google,Mercado,Microsoft,Planejamento | Tags:, ,
mai
10
2010
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Ferramenta do Google permite criar vídeos a partir de buscas na web

Com Search Story, internauta pode combinar até sete buscas na web com uma trilha sonora; resultado pode ser carregado no YouTube.

O Google liberou  uma ferramenta que permite criar minifilmes com base numa sequência de buscas, e que pode receber até trilha sonora.

Intitulada Search Story, a novidade efetua as pesquisas de até sete palavras-chave. Os resultados das buscas são então encadeados, com efeitos automáticos de transição.

Imagens, mapas e notícias podem ser combinadas com listas de resultados. Os efeitos de transição simulam a navegação pelas páginas e por fotos e mapas.

As opções de trilha sonora são variadas e incluem temas de ação, comédia, drama, romance e sci-fi, entre outros. O resultado pode ser carregado no YouTube e compartilhado em redes sociais, como Facebook e MySpace, e até pelo Twitter.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Google,Internet | Tags:,
mai
07
2010
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Google anuncia novidades para o serviço Docs

A batalha entre Google Docs e o pacote Office da Microsoft continua. Enquanto os seguidores da Microsoft aguardam a chegada do Office 2011, o Google anunciou novas funcionalidades para o serviço online gratuito.

Entre as atualizações há a possibilidade de colaboração simultânea na edição de textos do Google Docs, resultante da recente compra da AppJet, que possui um aplicativo similar, o EtherPad.

As atualizações também trazem importações mais precisas de documentos em outros formatos, como o Microsoft Word, além da possibilidade de inserir notas e comentários a qualquer parte do documento.

Já o editor de planilhas do Google Docs ganha uma barra de fórmulas e movimentação de colunas simplesmente utilizando o mouse para arrastá-las.

Um novo editor de diagramas e ilustrações também faz parte das novidades, feito especialmente para a criação de gráficos e esquemas.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Google,Internet,Microsoft | Tags:, ,
mar
01
2010
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Vulnerabilidades em softwares caem em 2009, mas aplicativos viram ameaça

É o que aponta o relatório anual de riscos da IBM, para quem o número de falhas em programas foi reduzido 11% em relação a 2008.

O número de vulnerabilidades de softwares caiu no geral em 2009, mas a quantidade de erros em leitores de documentos e aplicativos de multimídia cresceu em 50%, de acordo com o relatório anual de riscos e tendências da IBM.

A pesquisa foi feita pelo grupo X-Force, da IBM, e coletou divulgações de vulnerabilidades e outros dados de ataques feitos na web. Em 2009, a equipe registrou 6,6 mil novas vulnerabilidades, quantidade 11% menor que a registrada em 2008.

Segundo o estudo, Brasil, EUA e Rússia representam o grupo de países de onde se originou a maioria dos ataques maliciosos, superando a Espanha, Itália e Coréia do Sul, que estavam no topo do relatório em 2008.

No que se refere às brechas de segurança, a IBM disse que o número de vulnerabilidades informadas para leitores de documentos, editores e aplicativos de multimídia subiu 50%. A empresa classifica essas como vulnerabilidades como “clientes”, que também afetam navegadores e sistemas operacionais.

Das cinco falhas mais exploradas na web, três envolvem arquivos PDF.  Crackers tiveram muito sucesso procurando brechas nos documentos e conduziram ataques através de spams e sites maliciosos.

“Existe definitivamente um grupo de caras maus que mira esse tipo de arquivo”, disse o gerente de pesquisas da X-Force, Tom Cross.

As outras duas falhas exploradas envolvem o Flash e um controle ActiveX que permite que usuários vejam arquivos do Microsoft Office no Internet Explorer, disse a IBM.

Navegação vulnerável
Navegadores possuem a maior parte das vulnerabilidades de clientes. O Firefox teve o dobro de falhas críticas que o Internet Explorer em 2009. Nenhum desses erros, no entanto, deixou de ser corrigido até o fim do ano.

Mais da metade das vulnerabilidades de clientes críticas atingiu quatro fabricantes: Microsoft, Adobe, Mozilla e Apple. Enquanto, em média, a maioria dos fornecedores corrigiu 66% dessas falhas, a Apple se mostrou pior nesse ponto, corrigindo apenas 38%.

A IBM também observou as taxas gerais de correção. A X-Force disse que a Research in Motion, a comunidade GNU, a Cisco Systems, a Adobe e a HP tiveram desempenho excelente. A Cisco deixou apenas 1% das falhas críticas sem patchers até o fim do ano, enquanto as outras empresas corrigiram todos os erros.

As empresas com a maior porcentagem de vulnerabilidades sem correção foram a comunidade Linux, com 53%, a Oracle com 38%, a Novell com 31% e a IBM com 27%.

Aplicativos
Outras brechas observadas pela X-Force incluem aplicativos da web, uma condição perigosa para sites que pode resultar em perda de dados e outros danos.

E os números não são bons: cerca de 67% dos problemas com aplicativos de web não foram corrigidos até o fim de 2009. Os cross-site scripting superaram injeção de SQL como principal vulnerabilidade na web, disse a IBM.

Cross-site scripting é um ataque no qual um script ganha permissão para rodar onde não deve, recurso que pode ser usado para roubar informação. Injeção SQL ocorre quando comandos são validados e executados em um banco de dados, que pode revelar dados e ser usado para outros fins maliciosos.

O número de injeções de SQL visto pela IBM em 2008 foi de cerca de 5 mil por dia. Em 2009, ela observou cerca de um milhão de ataques por dia, com invasores usando ferramentas para descobrir sites fracos, segundo Cross.

Muitas vezes hackers tentam inserir HTML em uma página via injeção de SQL que faz com que usuários sejam redirecionados para outro site.

Os crackers estão “tentando conseguir que links maliciosos sejam colocados em sites legítimos com audiência e que a audiência seja redirecionada para outro site”, disse Cross. A IBM também disse que viu um aumento massivo de links maliciosos em 2009.

Fonte: IDG News Services

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet,Mercado | Tags:, , ,

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