ago
26
2010
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O2 Comunicação cria catálogo do Polosul.org

No dia 26 de agosto de 2010, no auditório da FEAC na UPF, aconteceu o lançamento do primeiro Catálogo de Produtos e Serviços do Pólo de Exportação de Software do Planalto Médio. O evento contou com a  participação de autoridades locais, executivos do Polosul.org, empresários e prefeitos de toda a região.

O catálogo foi criado com o objetivo de fomentar o mercado de TI na região, apresentando para aos quatro grandes segmentos (Agronegócios, Comércio, Industria, Serviços) do nosso mercado regional as empresas de TI que possuem produtos e serviço capazes de suprir as demandas empresarias.

O projeto do catálogo foi organizado voluntariamente pelas empresas associadas O2 Comunicação e a Afirmaç

ão, a O2 empresa encubada do Pólo de Exportação de Software.

Também, de forma voluntária, a equipe da O2 Comunicação foi responsável pelo layout, desenvolvimento e criação do projeto gráfico do catálogo, no

qual toda a equipe se empenhou para atingir o resultado almejado, por entender que este trabalho irá beneficiar o usuário final com os produtos e serviços desenvolvidos pelas empresas do Pólo de  Exportação de Software do Planalto Médio.

A equipe da O2 Comunicação sente-se orgulhosa de poder contribuir para a concretização deste projeto.

Escrito por Gustavo Branda in: Marketing,O2,Portifólio | Tags:, , ,
jun
05
2010
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Marketing de serviços – 8 p´s

1º P – Product elements (Elementos do Produto)

Todos os componentes do desempenho do serviço que criam valor para os clientes. Os gerentes devem selecionar as características do produto principal (bem ou serviço) e o pacote de elementos suplementares que o envolvem, com relação aos benefícios desejados pelos clientes e ao grau de desempenho dos produtos concorrentes.

2º P – Place and time (Lugar e Tempo)

Decisões gerenciais sobre quando, onde e como entregar serviços aos clientes. A entrega de elementos do produto para os clientes envolve decisões sobre o lugar e o tempo da entrega e pode envolver canais de distribuição física ou eletrônica (ou ambos), dependendo da natureza do serviço que esta sendo fornecido. As empresas podem entrega o serviço diretamente para os clientes ou para organizações intermediárias, tais como os pontos de varejo de outras empresas que recebem uma porcentagem do preço de venda para executar certas tarefas associadas a vendas, serviços e contato com o cliente.

3º P – Processo

Um método particular de operações ou séries de ações, normalmente envolvendo passos que precisam ser dados em uma seqüência definida. A criação e entrega de elementos do produto aos clientes exigem o projeto e implantação de processos eficazes. O processo descreve o método e a seqüência dos sistemas operacionais de serviços. É provável que processos mal concebidos irritem os clientes devido à entrega lenta, burocrática e ineficaz do serviço. Da mesma forma, processos deficientes dificultam o bom desempenho do pessoal da linha de frente, resultam em baixa produtividade e aumentam a probabilidade de falhas nos serviços.

4º P – Produtividade e qualidade

Produtividades – O grau de eficácia com que os insumos de serviço são transformados em produtos que adicionam valor para os clientes. Qualidade – O grau em que um serviço satisfaz os clientes ao atender suas necessidades, desejos e expectativas. Produtividade e qualidade, muitas vezes abordadas separadamente, devem ser vistas como duas faces da mesma moeda. Nenhuma empresa de serviço pode se dar ao luxo de abordar qualquer elemento em separado. A produtividade melhorada é essencial para manter os custos sob controle, mas os gerentes precisam cuidar para não reduzirem indevidamente os níveis de serviços, o que será lamentado pelos clientes o e talvez também pelos funcionários. A qualidade do serviço, tal como definida pelos clientes, é essencial à diferenciação do produto e para aumentar a fidelidade do cliente. Entretanto, investir na melhoria da qualidade sem entender o balanço entre custos e incrementos na receita pode colocar em risco a rentabilidade da empresa.

5º P – Pessoas

Profissionais e, às vezes, outros clientes envolvidos na produção do serviço. Muitos serviços dependem de interação direta e pessoal entre os clientes e os funcionários de uma empresa (como ao cortar o cabelo ou comer em um restaurante). A natureza dessas interações influencia muito as percepções da qualidade do serviço pelo cliente. Os clientes geralmente julgarão a qualidade do serviço que recebem em grande parte pela avaliação das pessoas que estão fornecendo o serviço. Empresas de serviço bem-sucedidas empenham considerável esforço no recrutamento, treinamento e motivação de seus profissionais, principalmente – mas não exclusivamente – daqueles que entram em contato direto com os clientes.

6º P – Promoção e educação

Todas as atividades e incentivos de comunicação destinados a aumentar a preferência do cliente por um determinado serviço ou fornecedor de serviço. Nenhum programa de marketing pode ter sucesso sem um programa de comunicação eficaz que proporcione promoção e educação. Esse componente desempenha três papéis cruciais: fornecer informações e conselhos necessários, persuadir os clientes- alvo quanto aos méritos de um determinado produto e incentivar os clientes a entrarem em ação em momentos específicos. No marketing de serviços, grande parte da comunicação é, por natureza, educacional, particularmente para clientes novos. As empresas podem precisar ensinar-lhes os benefícios do serviço, onde e quando
obtê-los e como participar dos processos de serviço. As comunicações podem ser feitas por indivíduos como vendedores e treinadores ou por meio de mídia como televisão, rádio, jornais, revistas, outdoors, folhetos e sites da Internet.

7º P – Physical evidence (Evidência física)

Pistas visuais ou outras pistas tangíveis que ofereçam evidências da qualidade do serviço. A aparência de edifícios, jardins, veículos, mobília interior, equipamentos, membros do quadro de pessoal, placas, material impresso e outras indicações visíveis fornecem evidência tangível da qualidade do serviço de uma organização. As empresas de serviço precisam administrar cuidadosamente a evidência física porque esta pode exercer um impacto profundo sobre as impressões dos clientes. Em serviços dotados de poucos elementos tangíveis, como seguros, a propaganda é frequentemente utilizada para criar símbolos significativos. Um guarda-chuva, por exemplo, pode simbolizar proteção, e uma fortaleza, segurança.

8º P – Preço e outros custos do serviço

Despesas em dinheiro, tempo e esforço que os clientes incorrem ao comprar e consumir serviços. O preço e outros custos do componente serviço remetem a administração aos vários custos incorridos pelos clientes para obterem benefícios do produto do serviço. As responsabilidades não se limitam às tarefas tradicionais de estabelecer o preço de venda aos clientes, fixação de margens para o comércio e definição de condições de crédito, os gerentes de serviços também reconhecem e buscam minimizar outros custos em que os clientes podem incorrer ao comprarem e utilizarem um serviço, entre os quais, tempo, esforço físico e mental e experiências sensoriais negativas.

fonte: http://www.scribd.com/doc/2098021/Os-8-Ps

jun
03
2010
0

Responsabilidade Social como estratégia de Endomarketing

O endomarketing centraliza seus esforços nos funcionários, objetivando a sua satisfação e motivação, considerando-o como o primeiro cliente da organização.

Segundo Cerqueira (2002, p.52), o endomarketing “melhora a comunicação, o relacionamento e estabelece uma base motivacional para o comprometimento entre as pessoas e das pessoas com o sistema organizacional”.

Os projetos e ações de endomarketing estabelecidos pelas empresas visam um comprometimento dos seus funcionários, fortalecendo o relacionamento interpessoal, estabelecendo canais reais de comunicação e desta forma, obtendo crescentes índices de produtividade.

O endomarketing é utilizado como um elo entre o funcionário, o produto/serviço e o cliente externo, ou seja, torna o funcionário um aliado, fortalecendo a idéia de que seu desempenho e sucesso estão ligados ao sucesso e desempenho da empresa.

De acordo com Bekin (1995, p.2),

O comprometimento implica a adesão aos valores e objetivos da empresa por meio do endomarketing e pressupõe trabalho em equipe, num contexto marcado pela cooperação e pela integração dos vários setores da empresa.

A partir dessa perspectiva, a empresa que adota o conceito de Responsabilidade Social e utiliza o endomarketing como ferramenta de gestão de pessoas, consegue promover mudanças de valores, adequando as empresas às novas configurações do mercado.

A aplicação da responsabilidade social empresarial começa no relacionamento com os colaboradores da empresa, através do conhecimento da cultura, objetivos e missão da organização.

A empresa cidadã ou socialmente responsável preocupa-se, não apenas com sua estrutura interna, sua competitividade e seus resultados financeiros. Ela cria uma relação saudável com a comunidade principalmente nas regiões onde a organização está instalada, criando uma visibilidade pública positiva.

Para Zenone (2006, IX),

Muito vem se falando nos últimos anos sobre a participação das empresas em atividades sociais, o que demonstra que estas se preocupam não só em produzir bens e serviços, mas também em buscar o bem-estar social por meio da valorização do homem e do meio ambiente.

Nesse sentido, o desenvolvimento de trabalhos destinados a contribuir para o bem-estar comum, deve fazer parte do foco de qualquer empresa ciente de sua responsabilidade social. O resultado desses trabalhos, seja por meio de atividades educacionais, culturais e esportivas, oferece benefícios à comunidade e aos funcionários que se tornam voluntários nesses projetos, através do aprimoramento de seus conhecimentos, de suas habilidades e de seus relacionamentos sociais.

Dessa forma, o voluntariado empresarial possibilita o emprego de conhecimentos especializados, competências profissionais e individuais, provocando uma maior satisfação e melhoria da auto-estima dos funcionários engajados.

A organização é mais do que a soma das pessoas que a constituem e que se relacionam com ela; a organização é uma realidade social, ou seja, não depende apenas do fator humano, mas também do social.

“Além de financiar projetos de interesse social, as empresas também incentivam seus executivos e funcionários a doar tempo, trabalho e talento à viabilização dessas iniciativas.” (Portal do voluntariado.org).

É dessa forma que, empresas que contribuem com o desenvolvimento social criam condições para que seus funcionários também contribuam e se realizem, pessoal e profissionalmente.

mai
19
2010
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Na internet, consumidor forma sua opinião. E pode até mudar de ideia

Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de comprar um produto ou contratar um serviço. Este é um dos números de estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International. E a influência do consumidor no processo de compra não para por aí.

O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.

No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web.

Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).

E-commerce no radar
Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.

O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).

Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.

O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.

Interessados em divulgar a nova aparição de cada um dos personagens, anteriormente conhecidos por alguma situação interessante ou engraçada, os próprios internautas divulgaram entre si a marca da empresa.

Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.

mai
18
2010
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Android 2.2 virá com suporte ao Adobe Flash

A tecnologia Flash no sistema operacional do Google pode estar mais próxima do que se imagina. Em entrevista ao  New York Times, Andy Rubin, um dos engenheiros por trás do desenvolvimento do novo Android disse que a versão 2.2, também conhecida como Froyo, terá suporte ao sistema da Adobe. Ele não deixou claro, no entanto, se os aparelhos virão ou não com a tecnologia pré-instalada.

O Adobe Flash Player 10.1, previsto para chegar até o final de junho, estará disponível tanto para computadores quanto para smartphones mais sofisticados, com os sistemas operacionais Android OS, Windows Phone 7, Blackberry OS, Symbian OS e WebOS da Palm.

A posição do gigante de buscas em relação ao Flash é oposta a rejeição da Apple e ao que tudo indica, o Android 2.2 será apresentado em maio, na Conferência do Google.

mai
11
2010
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Samsung considera produzir a Google TV

Mesmo sem muitos detalhes sobre os planos do serviço de TV do Google, a Samsung se antecipou e disse que já está considerando a possibilidade de criar televisores relacionados à empresa. Segundo informações divulgadas pelo site Gizmodo, os aparelhos rodariam sistema operacional Android

Executivos da companhia de eletrônicos, em entrevista para o jornal The Korea Herald, informam que estão avaliando a possibilidade da TV Google, mas estão aguardando detalhes mais concretos da gigante da internet.

O anúncio da Samsung foi feito logo após o jornal The New York Times publicar notícia sobre os comentários da Sony e Logitech, que afirmaram ter interesse em desenvolver o hardware para o serviço. A Intel também já se manifestou para produzir os processadores necessários.

O projeto deve contar com exibição de conteúdos televisivos, acesso a redes sociais e navegação na internet por meio do navegador Chrome, que também deve estar disponível na nova tecnologia.

abr
03
2010
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Marketing Hospitalar

Existem pessoas que entendem que as instituições de saúde não deveriam praticar a atividade de marketing, por acreditar que estes são serviços de necessidade básica e que nenhuma iniciativa mercadológica pode influenciar a demanda.

Mas o que devemos entender é que a função básica do marketing hospitalar é avaliar a maneira como o hospital pode melhor adaptar seus recursos e seus objetivos às oportunidades do mercado e necessidades da comunidade.

Até bem pouco tempo, a inovação de serviços era sempre voltada para o médico, e nunca era focada na satisfação plena do usuário. Este conceito está se modificando, e hoje os serviços são mais direcionados para satisfazer as carências do paciente, inclusive aquelas de ordem psicossocial, cultural ou até de conforto.

Desse modo, o marketing hospitalar não estará criando necessidades no paciente. Estará, sim, trabalhando para a satisfação plena dos seus desejos e necessidades, aspecto fundamental para o crescimento das organizações.

Além de tratar as fragilidades humanas, o hospital deve também ampliar a satisfação dos seus pacientes. Dessa maneira, a sutura, o gesso, a intervenção cirúrgica e até mesmo o próprio restaurante podem ser aliadas a um tratamento diferenciado, fruto das decisões mercadológicas.

Como exemplo, podemos citar que há instituições hospitalares com instalações tão aconchegantes quanto as de um hotel, visando o conforto do paciente e do acompanhante. Outro exemplo, são as organizações hospitalares que combinam as orientações alimentares do profissional de Nutrição com o talento do Chef de Cozinha. Usam cores nos ambientes internos, em substituição ao branco tradicional. Ouvem sugestões dos pacientes e acompanhantes em pesquisas periódicas. Tudo isso como uma forma de melhor atender o paciente, facilitando a sua recuperação.

Mudanças no atendimento e tratamento dos pacientes, bem como, instalações que oferecem conforto e tranqüilidade podem ser responsáveis por encantar os pacientes. Então, a questão financeira não é o maior desafio do marketing hospitalar. Devemos ter sempre em mente que a satisfação do paciente é um componente fundamental nesta relação de custo benefício.

Talvez o maior desafio do marketing hospitalar seja trabalhar incansavelmente para que a imagem projetada pela organização de saúde seja coerente com a sua identidade.

O marketing hospitalar, portanto, pode constituir-se uma ferramenta importante para o desenvolvimento das organizações hospitalares, para estabelecer e manter um relacionamento saudável com os seus públicos. Seus efeitos, entretanto, não são instantâneos, por tratar-se de um componente do planejamento estratégico e por não existir uma fórmula pronta para o seu sucesso.

Assim como o corpo humano, as instituições hospitalares são organismos vivos e complexos onde cada setor é fundamental para a vitalidade da organização. Devemos lembrar que o Marketing não é apenas responsabilidade de um setor da empresa e sim de todos os que trabalham na instituição em prol do paciente.

mar
15
2010
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Lançametno do site da DL Formaturas

A O2 Comunicação desenvolveu e publicou o novo site da DL Formaturas, uma empresa do Grupo DL, que após 22 anos de atuação no segmento de flores e decorações passa a atuar nas grandes festas de conclusão de curso superior. A DL Formaturas apresenta em seu site seus diferenciais, excelente estrutura e as ótimas idéias para tornar esse evento um momento de alegria e realização do sonho.

Confira o site:

www.dlformaturas.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Internet,O2,Portifólio | Tags:, , , ,
mar
15
2010
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Confira o site da Perfect Form desenvolvido pela O2 Comunicação

A O2 Comunicação acaba de lançar o novo site da Perfect Form, uma loja especializada em suplementos alimentares.

Confira o site:

www.perfectform.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Internet,O2,Portifólio | Tags:, , , ,
mar
03
2010
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Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais

Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.

Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?

Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.

A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.

1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.

As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.

2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter.  O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.

Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta.  Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.

3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?

Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente “aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.

4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas.  Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como “selos” para seu perfil.   Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.

Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa.  Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.

5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros.  Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações.  Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.

A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.

6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?

As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics.  Exemplos no contexto de uma ferramenta social são:  número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc.  As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.

Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado.  Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc.  Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários  “vendem” e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de “invites” para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.

7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.

8 – Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.

9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial?  O que é permitido e o que não é?

As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo:  consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características.  Isto é,  pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.

O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo “enganado”, o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.

Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio.  Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.

10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?

Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.

Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como “mau uso” por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.

Fonte: IDG Now!

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