set
05
2010
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Redes sociais contribuíram para faturamento de R$ 335 mi em comércio virtual no Brasil

Pesquisa aponta também que mulheres são as mais influenciadas pelos sites de relacionamento

Um estudo feito pela consultoria e-Bit comprova que as redes sociais estão influenciando fortemente os consumidores brasileiros. Só no primeiro semestre deste ano, sites como o Orkut, Facebook e Twitter contribuíram para um faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais. 

As mulheres são mais influenciáveis pelas redes sociais: 55% disseram que realizam os pedidos após verem alguma indicação nos sites de relacionamento. 

Um levantamento feito recentemente pelo Ibope aponta que o Brasil está entre um dos dez países com o maior número de internautas com cadastro em redes sociais. Dos 37 milhões de usuários ativos na internet por aqui, 87% possuem perfil em alguma rede. 

Fonte: Olhar Digital

jul
09
2010
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Sustentabilidade – Empresas Ecologicamente Corretas

Freqüentemente estamos sendo bombardeados pela mídia e por todos os meios de comunicação por palavras como meio ambiente; sustentabilidade; responsabilidade social; ecologicamente correto; empresa sustentável e outras coisas que, para muitos de nós, ainda são de difícil assimilação e conceituação.

empresas sustentaveisDentro desta dificuldade; definir uma empresa sustentável é ainda um mistério para muitos consumidores preocupados com o tema. Afinal de contas, nem sempre são transparentes para os clientes os processos internos que transformar uma empresa comum numa empresa sustentável. O principal problema; é identificar o que vai além do marketing e da propaganda. O que realmente está sendo feito pela empresa “X” em busca da sustentabilidade e quais sinais podem significar que ela está no caminho certo.

Uma análise quatro pontos relativamente simples podem determinar se uma empresa sustentável realmente faz jus a esse título ou é apenas obra da propaganda barata e que deve ser execrada: O ponto inicial é acompanhar o noticiário sobre a empresa e perceber se há notícias de problemas financeiros ou dificuldades de caixa que a empresa venha atravessando. Se isso for uma constante em sua história; essa “empresa sustentável” pode ser sustentável só na fachada. Se nada for mencionado a esse respeito; marque o primeiro ponto para ela em seu conceito.

O segundo ponto a se considerar é: Os produtos produzidos ou os serviços prestados por ela são ecologicamente corretos? Mesmo que a empresa sustentável produza elementos que agridam o meio ambiente; é necessário levar-se em consideração como ela trabalha para minimizar ou eliminar os impactos provenientes de seu processo produtivo. Consulte entidades ecológicas locais e, novamente, observe o noticiário em tono da candidata a empresa sustentável. Se ela estiver constantemente envolvida em problemas relacionados a poluição do meio ambiente; risque-a do mapa. Caso contrário; ponto para ela.

Um outro ponto importantíssimo para definir uma empresa como sustentável; é saber como ela trata os seus funcionários e a comunidade onde ela esta inserida ou atua. Os passivos trabalhistas são altos e freqüentes? O pessoal trabalha em boas condições? A empresa realiza atividades ou ações ligadas ao bem estar da comunidade que a cerca? Ela se preocupa com os seus funcionários e com os seus consumidores? Novamente se a resposta for sim; a empresa é mesmo sustentável. Se não…

E, por fim, uma empresa sustentável atua num ramo de produção que é social e culturalmente aceito pelo ambiente humano em que está inserida. A ética das ações e a aceitação dos processos produtivos deve ser plena. Não é possível, por exemplo, dizer que uma empresa que atue com contrabando, por exemplo, seja uma empresa sustentável. Pois, além de moralmente questionável; sua atividade é ilegal e passível de punição.

Assim, se o resultado foi positivo para todas as perguntas e observações feitas; você pode realmente considerar essa empresa sustentável. Se um ou outro questionamento não estiver “de acordo”; é sinal de que o caminho ainda deve ser trilhado por mais um tempo e com mais afinco até que se alcance uma situação de sustentabilidade plena.

Fonte: http://www.atitudessustentaveis.com.br

Autor:  Carlos Abreu

jul
06
2010
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Audi A9 pode ter versão híbrida

Os automóveis de luxo também podem começar a ganhar traços mais “verdes”. O designer espanhol Daniel Garcia desenvolveu um carro conceito Audi A9 com configurações híbridas.

Mantendo a potência dos veículos da marca, o modelo teria dois motores: um elétrico e outro movido a gasolina. Uma característica que chama atenção é o para-brisa do automóvel, criado a partir de nanotecnologia e que se auto conserta caso haja alguma fissura no material.

Além da pegada ecológico, o carro conceito é desenvolvido para mudar a cor da carroceria com apenas um toque de botão.

jul
02
2010
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52% dos usuários arriscam-se na web

Muito cuidado com as informações que você anda deixando nas suas redes sociais, um estudo conduzido pela revista norte-americana Consumer Reports  aponta que 52% dos usuários postam  dados potencialmente perigosos à sua segurança, como endereços residenciais, datas de nascimento completas e informações sobre os filhos.

A pesquisa foi realizada com 2.000 pessoas nos EUA e 38% delas declararam postar a data de nascimento completa em sites como o Facebook e MySpace, algo que pode ser usado em roubos de identidade. Outros 8% disseram ainda ir mais longe e postar o endereço residencial.

Só no Facebook, 42% postaram data do nascimento, enquanto 7% colocaram endereço residencial.  Já 3% disseram quando estariam fora de casa, um prato ladrões de imóveis.

Outro dado preocupante é que 23% dos usuários do Facebook desconhecem as ferramentas de proteção de privacidade disponíveis na rede social e outros 26% colocaram nomes dos filhos e fotos, o que poderia expor as crianças a pedófilos.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet | Tags:, , ,
jun
30
2010
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Uso de software livre cresce em empresas

De acordo com a 5ª Pesquisa Sobre uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil realizada  pelo CETIC (Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), o uso de software livre nas médias e grandes empresas registrou um aumento de 4%, no período entre 2006 e 2009.

O estudo feito com 3,7 mil empresas com dez ou mais funcionários em todo o território nacional considera como organização de grande porte aquelas que possuem mais de 250 funcionários.

O gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa, acredita que o aumento do uso do Linux e de outros sistemas de código aberto se deve principalmente à busca por redução de custo, além da segurança e o fato de haver mais profissionais especializados no tema.

Nas companhias de médio porte (100 e 249 colaboradores), o índice passou de 44%, registrado em 2007 e 2008, para 48% em 2009, aproximando-se do nível alcançado no ano de 2006 (49%).

O resultado encontrado nesses dois segmentos de corporações difere da média observada na pesquisa. Entre as empresas que possuem computador – 97% das entrevistadas -, 26% utilizam software livre, abaixo dos 28% de 2008.

O segmento de atividades imobiliárias foi o que registrou maior proporção de companhias adeptas do sistema operacional gratuito (35%).

jun
05
2010
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Marketing de serviços – 8 p´s

1º P – Product elements (Elementos do Produto)

Todos os componentes do desempenho do serviço que criam valor para os clientes. Os gerentes devem selecionar as características do produto principal (bem ou serviço) e o pacote de elementos suplementares que o envolvem, com relação aos benefícios desejados pelos clientes e ao grau de desempenho dos produtos concorrentes.

2º P – Place and time (Lugar e Tempo)

Decisões gerenciais sobre quando, onde e como entregar serviços aos clientes. A entrega de elementos do produto para os clientes envolve decisões sobre o lugar e o tempo da entrega e pode envolver canais de distribuição física ou eletrônica (ou ambos), dependendo da natureza do serviço que esta sendo fornecido. As empresas podem entrega o serviço diretamente para os clientes ou para organizações intermediárias, tais como os pontos de varejo de outras empresas que recebem uma porcentagem do preço de venda para executar certas tarefas associadas a vendas, serviços e contato com o cliente.

3º P – Processo

Um método particular de operações ou séries de ações, normalmente envolvendo passos que precisam ser dados em uma seqüência definida. A criação e entrega de elementos do produto aos clientes exigem o projeto e implantação de processos eficazes. O processo descreve o método e a seqüência dos sistemas operacionais de serviços. É provável que processos mal concebidos irritem os clientes devido à entrega lenta, burocrática e ineficaz do serviço. Da mesma forma, processos deficientes dificultam o bom desempenho do pessoal da linha de frente, resultam em baixa produtividade e aumentam a probabilidade de falhas nos serviços.

4º P – Produtividade e qualidade

Produtividades – O grau de eficácia com que os insumos de serviço são transformados em produtos que adicionam valor para os clientes. Qualidade – O grau em que um serviço satisfaz os clientes ao atender suas necessidades, desejos e expectativas. Produtividade e qualidade, muitas vezes abordadas separadamente, devem ser vistas como duas faces da mesma moeda. Nenhuma empresa de serviço pode se dar ao luxo de abordar qualquer elemento em separado. A produtividade melhorada é essencial para manter os custos sob controle, mas os gerentes precisam cuidar para não reduzirem indevidamente os níveis de serviços, o que será lamentado pelos clientes o e talvez também pelos funcionários. A qualidade do serviço, tal como definida pelos clientes, é essencial à diferenciação do produto e para aumentar a fidelidade do cliente. Entretanto, investir na melhoria da qualidade sem entender o balanço entre custos e incrementos na receita pode colocar em risco a rentabilidade da empresa.

5º P – Pessoas

Profissionais e, às vezes, outros clientes envolvidos na produção do serviço. Muitos serviços dependem de interação direta e pessoal entre os clientes e os funcionários de uma empresa (como ao cortar o cabelo ou comer em um restaurante). A natureza dessas interações influencia muito as percepções da qualidade do serviço pelo cliente. Os clientes geralmente julgarão a qualidade do serviço que recebem em grande parte pela avaliação das pessoas que estão fornecendo o serviço. Empresas de serviço bem-sucedidas empenham considerável esforço no recrutamento, treinamento e motivação de seus profissionais, principalmente – mas não exclusivamente – daqueles que entram em contato direto com os clientes.

6º P – Promoção e educação

Todas as atividades e incentivos de comunicação destinados a aumentar a preferência do cliente por um determinado serviço ou fornecedor de serviço. Nenhum programa de marketing pode ter sucesso sem um programa de comunicação eficaz que proporcione promoção e educação. Esse componente desempenha três papéis cruciais: fornecer informações e conselhos necessários, persuadir os clientes- alvo quanto aos méritos de um determinado produto e incentivar os clientes a entrarem em ação em momentos específicos. No marketing de serviços, grande parte da comunicação é, por natureza, educacional, particularmente para clientes novos. As empresas podem precisar ensinar-lhes os benefícios do serviço, onde e quando
obtê-los e como participar dos processos de serviço. As comunicações podem ser feitas por indivíduos como vendedores e treinadores ou por meio de mídia como televisão, rádio, jornais, revistas, outdoors, folhetos e sites da Internet.

7º P – Physical evidence (Evidência física)

Pistas visuais ou outras pistas tangíveis que ofereçam evidências da qualidade do serviço. A aparência de edifícios, jardins, veículos, mobília interior, equipamentos, membros do quadro de pessoal, placas, material impresso e outras indicações visíveis fornecem evidência tangível da qualidade do serviço de uma organização. As empresas de serviço precisam administrar cuidadosamente a evidência física porque esta pode exercer um impacto profundo sobre as impressões dos clientes. Em serviços dotados de poucos elementos tangíveis, como seguros, a propaganda é frequentemente utilizada para criar símbolos significativos. Um guarda-chuva, por exemplo, pode simbolizar proteção, e uma fortaleza, segurança.

8º P – Preço e outros custos do serviço

Despesas em dinheiro, tempo e esforço que os clientes incorrem ao comprar e consumir serviços. O preço e outros custos do componente serviço remetem a administração aos vários custos incorridos pelos clientes para obterem benefícios do produto do serviço. As responsabilidades não se limitam às tarefas tradicionais de estabelecer o preço de venda aos clientes, fixação de margens para o comércio e definição de condições de crédito, os gerentes de serviços também reconhecem e buscam minimizar outros custos em que os clientes podem incorrer ao comprarem e utilizarem um serviço, entre os quais, tempo, esforço físico e mental e experiências sensoriais negativas.

fonte: http://www.scribd.com/doc/2098021/Os-8-Ps

jun
01
2010
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Influência social como estratégia de marketing

Um exemplo comum da influência social é a risada adicionada em programas de TV. Estúdios adicionam riso falso em comédias porque sabem que o público acha a cena mais engraçada do que realmente é.

Durante uma experiência o cientista e pesquisador Stanley Milgram, parou em uma rua movimentada e ficou um minuto olhando o céu. Muitos transeuntes simplesmente desviaram do homem, sem dar ao menos uma olhadinha para checar o que ele via. No entanto, quando o pesquisador adicionou mais quatro homens ao grupo de observadores da imensidão, o número de pessoas que se juntou a eles quadruplicou.

Com base em pesquisas desse tipo, alguns supermercados e atacadistas colocam em seus jornais periódicos o depoimento de alguns clientes satisfeitos para que outros se identifiquem com eles.

Assim conseguem que alguns assumam a seguinte linha de raciocínio:

“Se outros iguais a mim obtiveram bons resultados com este fornecedor, então muito provavelmente deve dar certo comigo também”.

Outro exemplo clássico do uso da influência social como estratégia de marketing é a lista dos livros mais vendidos do mês e a pilha dos Best Sellers que toda livraria tem.

Com isso elas podem se dar ao luxo de não segmentar os livros por gênero ou gastar com outras formas de propaganda. Estes livros vendem 40% mais, simplesmente por serem percebidos como os mais lidos.

mai
27
2010
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Como usar a força da influência social no Marketing

Por que milhares de pessoas desejam o celular da moda ou o mais novo notebook de determinada marca? Por causa da qualidade do produto você pode pensar, mas supondo que haja uma disputa entre dois itens de qualidade indiscutível, porque um é objeto do desejo e outro não tanto?

Há com certeza algumas forças capazes de direcionar o desejo de alguns grupos de pessoas e é função do marketing estudar ou bolar estratégias a fim de atingir este objetivo. Este artigo vem evidenciar uma dessas forças básicas do comportamento humano. A influência social.

Não há dúvidas que o comportamento de outras pessoas seja uma poderosa fonte de influência social para um indivíduo. Também é fato científico que a pessoa influenciada por um grupo social, não tem consciência disso e é capaz de negar veementemente.

Talvez, os empreendedores donos de pequenas empresas ainda não tenham percebido o valor da influência social como estratégia de marketing pelo fato de ser difícil identificar os elementos que afetam o comportamento.

Com isso seus empreendimentos acabam sofrendo com:

  • Promoções e eventos fracos;
  • Desaparecimento dos clientes;
  • Produtos encalhados e sem valor percebido;
  • Dificuldades para abordar clientes e vender mais;
  • Retroalimentação da concorrência.

Este último é o mais prejudicial, já que se os clientes não estão com você, então estão com a concorrência, ou seja, de certa forma você está ajudando o concorrente a reforçar sua influência social. Se muitos clientes estão indo para concorrência, outros mais ainda se juntarão a ela.

mai
18
2010
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Android 2.2 virá com suporte ao Adobe Flash

A tecnologia Flash no sistema operacional do Google pode estar mais próxima do que se imagina. Em entrevista ao  New York Times, Andy Rubin, um dos engenheiros por trás do desenvolvimento do novo Android disse que a versão 2.2, também conhecida como Froyo, terá suporte ao sistema da Adobe. Ele não deixou claro, no entanto, se os aparelhos virão ou não com a tecnologia pré-instalada.

O Adobe Flash Player 10.1, previsto para chegar até o final de junho, estará disponível tanto para computadores quanto para smartphones mais sofisticados, com os sistemas operacionais Android OS, Windows Phone 7, Blackberry OS, Symbian OS e WebOS da Palm.

A posição do gigante de buscas em relação ao Flash é oposta a rejeição da Apple e ao que tudo indica, o Android 2.2 será apresentado em maio, na Conferência do Google.

mai
11
2010
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Samsung considera produzir a Google TV

Mesmo sem muitos detalhes sobre os planos do serviço de TV do Google, a Samsung se antecipou e disse que já está considerando a possibilidade de criar televisores relacionados à empresa. Segundo informações divulgadas pelo site Gizmodo, os aparelhos rodariam sistema operacional Android

Executivos da companhia de eletrônicos, em entrevista para o jornal The Korea Herald, informam que estão avaliando a possibilidade da TV Google, mas estão aguardando detalhes mais concretos da gigante da internet.

O anúncio da Samsung foi feito logo após o jornal The New York Times publicar notícia sobre os comentários da Sony e Logitech, que afirmaram ter interesse em desenvolver o hardware para o serviço. A Intel também já se manifestou para produzir os processadores necessários.

O projeto deve contar com exibição de conteúdos televisivos, acesso a redes sociais e navegação na internet por meio do navegador Chrome, que também deve estar disponível na nova tecnologia.

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