jul
19
2010
0

10 dicas para você alavancar e ter sucesso no início do empreendimento.

1) Ter um bom apelo visual, bons materiais promocionais e principalmente os bons produtos que são oferecidos aos consumidores;
2) Não espere lucros imediatos, mas estabeleça metas de quando pretende que ele comece a existir e “corra atrás” para conseguir;
3) Use a internet para promover seu negócio. Sabemos também que a internet é a bola da vez, ela promove a comodidade e a confiança para os clientes e muitas empresas apostam muito nessa forma de vender;

4) Tenha sempre o cliente em primeiro lugar;

5) Procure saber quem são os seus concorrentes, para que você possa conseguir estar no mesmo patamar, ou na frente deles;

6) Mantenha contatos constante com o cliente, ou seja, deve estar sempre enviando materiais promocionais e mostrando as boas condições de seus produtos ou serviços. O cliente saberá que você não quis apenas efetuar uma venda;

7) Procure inovar, levar novos produtos e também bons preços promocionais. Esse é um fator que faz a diferença na hora dos clientes escolherem a sua empresa;

8) Não se satisfaça fazendo apenas uma venda, procure sempre conquistar o cliente para que ele fique satisfeito com o que você oferece;

9) Ofereça produtos e serviços de qualidade. Esse será seu carro-chefe para conquistar definitivamente seu consumidor;

10) Mostre a eles que você está à disposição para ajudá-los para que eles fiquem contentes com o produto adquirido.

jul
11
2010
0

Por que fazer um planejamento estratégico para minha empresa?

Sobreviver no cenário empresarial, altamente competitivo, está cada vez mais difícil para as empresas. A realidade mercadológica em que vivemos nos mostra que cada vez mais as empresas precisam se organizar e definir quais são seus objetivos e que estratégias deverão adotar para alcançá-los, a fim de atingir os resultados esperados e, até mesmo, contornar possíveis situações que comprometam o sucesso dos negócios. Para tanto, é indispensável o desenvolvimento de um Planejamento Estratégico.

Recomenda-se que o Planejamento Estratégico seja revisado anualmente, para assim, realinhar os objetivos e metas do ano seguinte, com base nas mudanças do mercado, definindo um projeto consistente para a organização.

O Planejamento Estratégico é, na verdade, a construção de um projeto comum, que deve ser compartilhado por todos os integrantes da equipe responsável pela gestão da empresa e, por sua vez, deve ser repassado aos colaboradores as premissas básicas para que todos tenham conhecimento dos objetivos e metas da empresa e o que se espera de resultados de cada colaborador. O envolvimento dos colaboradores, em todos os níveis organizacionais, é essencial para o sucesso do planejamento.

Após ser realizada a Avaliação Estratégica – análise do ambiente interno (forças e fraquezas da empresa) e do ambiente externo (oportunidades e ameaças do mercado) – é preciso realizar a identificação e definição dos principais focos de necessidades e objetivos da empresa, visando potencializar suas forças e minimizar ou eliminar suas fraquezas, convertendo-as em possíveis forças.

Por fim, para que o planejamento seja concluído é necessário definir quem vai fazer, o que será feito, como será feito, quando será feito e quanto custará para ser realizado.

Com estas ações mínimas realizadas a empresa terá condições e ferramentas suficientes para conduzir de maneira satisfatória a gestão do negócio e para contornar imprevistos que venham a surgir, com uma boa margem de antecedência, uma vez que terá realizado uma análise das possibilidades com antecedência. Desta forma, a organização terá uma grande chance de obter um resultado favorável.

O planejamento, se bem aplicado, pode tornar-se a ferramenta mais competitiva da empresa, atuando como um instrumento de comunicação, de acompanhamento e principalmente de aperfeiçoamento do aprendizado da organização.

Gustavo Branda – cra/rs 30.680
Diretor de Planejamento da O2 Comunicação
Especialista em Gestão de Marketing em Serviços a Varejo.
jun
30
2010
0

Uso de software livre cresce em empresas

De acordo com a 5ª Pesquisa Sobre uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil realizada  pelo CETIC (Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), o uso de software livre nas médias e grandes empresas registrou um aumento de 4%, no período entre 2006 e 2009.

O estudo feito com 3,7 mil empresas com dez ou mais funcionários em todo o território nacional considera como organização de grande porte aquelas que possuem mais de 250 funcionários.

O gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa, acredita que o aumento do uso do Linux e de outros sistemas de código aberto se deve principalmente à busca por redução de custo, além da segurança e o fato de haver mais profissionais especializados no tema.

Nas companhias de médio porte (100 e 249 colaboradores), o índice passou de 44%, registrado em 2007 e 2008, para 48% em 2009, aproximando-se do nível alcançado no ano de 2006 (49%).

O resultado encontrado nesses dois segmentos de corporações difere da média observada na pesquisa. Entre as empresas que possuem computador – 97% das entrevistadas -, 26% utilizam software livre, abaixo dos 28% de 2008.

O segmento de atividades imobiliárias foi o que registrou maior proporção de companhias adeptas do sistema operacional gratuito (35%).

jun
07
2010
0

Importância da valorização dos colaboradores

Para alguns gestores, o funcionário é descartável dentro do processo produtivo, pois devido a carência de oferta, existe uma grande demanda em toda e qualquer função. Entretanto, o que não pode e não deve ser ignorado é a importância da mão-de-obra qualificada. A falta de valorização acaba por desestimular a dedicação às atividades propostas, fazendo com que o funcionário se limite à fazer apenas o que lhe é pedido, nunca desejando ir além. Na opinião de Marins (2007), não existe incentivo melhor que o prestígio e o reconhecimento, mesmo não sendo um bem tangível, torna-se um aliado importante, o que poderá determinar a diferença entre uma alta ou baixa produtividade.

A Implantação de campanhas de incentivo, onde quem produz mais, tem um maior reconhecimento é importante, cada empresa devendo encontrar o que é mais apropriado diante de sua realidade, entretanto, se basear apenas numa remuneração por produtividade, é um paliativo, apenas esse fator acarretará concorrência interna, muito saudável, mas não tem efeito duradouro, a não ser que haja progressão dos valores. A observação não somente dos erros, como também os acertos ocorridos, faz com que o funcionário se dedique mais, e geralmente excedendo o que se espera das suas atividades.

Quando o foco da empresa está somente no cliente externo, os gestores deixam de avaliar o quanto estão perdendo, pois quando não se ganha, num mercado cada vez mais acirrado, deve ser encarado como perda, já que a responsabilidade recai sobre o gestor.

Violin (2007), menciona algo que é importante salientar, o funcionário antes de mais nada, é um ser humano, logo, guardam sentimentos e ressentimentos. O que jamais pode ser desconsiderado é que ao não esquecer uma bronca, um desaforo ou injustiça a que foram submetidos, se refletirá no andamento do seu trabalho. O gestor não pode ignorar o fato que o cuidado e a educação ao se dirigir aos seus funcionários fazem toda diferença na produtividade de uma empresa. Cada região do país possui características próprias, porém, gerenciar envolve não apenas lidar com peculiaridades, como também manter uma capacidade administrativa e habilidade de lidar com as pessoas.

Nenhum profissional, por mais capacitado que seja é auto-suficiente, então, o gestor, jamais poderá agir como se fosse, a não ser que o mesmo pretenda tomar conta de todo processo administrativo e produtivo, sozinho. Fazer com que os funcionários correspondam as expectativas é o ideal que todo gestor busca, o ponto principal é como alcançar essa meta. Cada um tem que encontrar o seu próprio ponto de equilíbrio, a única certeza que não deve ser ignorada está no fato de que capacidade e experiência não são encontradas facilmente, logo, a valorização de cada funcionário é imprescíndivel para a vida saudável das empresas.

Escrito por Gustavo Branda in: Endomarketing,Marketing | Tags:, , , ,
mai
31
2010
0

Saiba mais sobre o Linked In

LinkedIn é uma rede de negócios fundada em Dezembro de 2002 e lançada em Maio de 2003. É comparável a redes de relacionamentos, e é principalmente utilizada por profissionais. Em Novembro de 2007, tinha mais de 16 milhões de usuários registrados, abrangendo 150 indústrias e mais de 400 regiões econômicas (como classificado pelo serviço).

O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos de pessoas que eles conheçam e confiem em empresas. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão.

Esta lista de conexões pode então ser usada de vários modos:

  • Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segundo grau, terceiro e assim por diante facilitam com que você possa conhecer alguém através de seus contatos mútuos.
  • Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos.
  • Empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais.
  • Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.

O recurso LinkedIn Answers , semelhante ao Google Answers ou Yahoo! Answers, permite os usuários do LinkedIn perguntarem a comunidade por respostas. O “LinkedIn Answers” é gratuito e as principais diferenças entre os dois serviços previamente mencionados são que as questões são potencialmente mais orientadas a negócios, e os usuários que fazem as perguntas e as respostas estão identificados.

fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Escrito por Gustavo Branda in: Internet,Redes Sociais | Tags:, , ,
mai
19
2010
0

Na internet, consumidor forma sua opinião. E pode até mudar de ideia

Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de comprar um produto ou contratar um serviço. Este é um dos números de estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International. E a influência do consumidor no processo de compra não para por aí.

O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.

No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web.

Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).

E-commerce no radar
Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.

O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).

Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.

O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.

Interessados em divulgar a nova aparição de cada um dos personagens, anteriormente conhecidos por alguma situação interessante ou engraçada, os próprios internautas divulgaram entre si a marca da empresa.

Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.

mai
12
2010
1

BR: 3º lugar no potencial de redução de CO2

O uso intensivo de tecnologia pode contribuir na redução de mais de 25% na quantidade de emissões anuais de CO2 até 2020, em comparação com os níveis de 2006. Essa foi a conclusão de um estudo recente da IDC, Provedora de Inteligência de Mercado, Consultoria e Eventos para as indústrias de TI e telecomunicações.

O relatório, que classifica os países do G20 de acordo com a sua capacidade de reduzir emissões de gases estufa por meio do uso focado de TIC ( Tecnologias da Informação e Comunicação), indica que o Brasil tem potencial para atingir uma redução de aproximadamente 27% em 2020, perdendo apenas para o Japão e os EUA e dividindo o 3º lugar do ranking com França, Alemanha e Reino Unido.

“O país vai atrair inúmeros investimentos nos próximos anos, e uma porção substancial deles deverá ser relacionada a iniciativas sustentáveis, acelerando o uso de tecnologias que irão propiciar a otimização do uso de energia”, diz Roberto Gutierrez, Consulting Director da IDC Brasil.

O relatório examinou o potencial de dezessete tecnologias para reduzir as emissões de CO2 nos quatro principais setores econômicos (Geração e Distribuição de Energia, Transportes, Indústria e Construção).

Os setores de transportes e indústria são apontados como os de maior potencial de redução no Brasil. Nos transportes, a queda de viagens devido ao trabalho remoto, veículos eficientes e sistemas inteligentes de tráfego serão os maiores responsáveis pela diminuição. Já na indústria, melhorias na automação dos processos industriais e economias derivadas do uso de impressão digital comercial contribuirão para a queda das emissões de CO2.

abr
30
2010
1

1º de Maio – Dia do Trabalhador

O PASSADO

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas.

O PRESENTE

Hoje, 1º de Maio de 2010, a O2 Comunicação homenageia esses homens e mulheres que em 1886 iniciaram a “luta”pelos direitos do trabalhador e deixa registrado neste post um agradecimento especial a toda sua equipe que com seu comprometimento e dedicação contribuem para o crescimento diário da agência e de seus clientes.

Também deixamos um agradecimento especial aos colaboradores das empresas parceiras pelo seu esforço e empenho para que os materiais desenvolvidos pela O2 Comunicação tenham sempre a mais alta qualidade.

O FUTURO

Desejamos que no futuro não sejam necessárias “lutas” pelos direitos dos trabalhadores e sim que os colaboradores de todas as empresas sejam reconhecidos profissionalmente e valorizados todos os dias do ano.

“Escolhe um trabalho de que gostes e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”
Confúcio

SUCESSO A TODOS.

abr
27
2010
0

Samsung alerta sobre os riscos do uso de TVs 3D

A Samsung publicou em seu site um alerta sobre os efeitos colaterais que o uso de televisores 3D pode causar. Grávidas, pessoas com insônia, crianças, adolescente (que ficam horas em frente à TV) e consumidores de bebidas alcoólicas fazem parte do grupo de risco.

“Alguns espectadores podem experimentar ataques epilépticos após a exposição a imagens intermitentes de algum filme ou videogame [3D]“, diz a empresa que já comercializa seus televisores em 3D. Ela adverte também que não é necessário ter sofrido ataques anteriormente ou ter antecedentes familiares.

Então, para evitar problemas como visão alterada, enjôo, confusão, náuseas, perda de consciência, convulsões, cãibras ou desorientação, após uma sessão pipoca, a melhor receita é fazer pausas freqüentes durante o uso da tecnologia.

abr
03
2010
0

Marketing Hospitalar

Existem pessoas que entendem que as instituições de saúde não deveriam praticar a atividade de marketing, por acreditar que estes são serviços de necessidade básica e que nenhuma iniciativa mercadológica pode influenciar a demanda.

Mas o que devemos entender é que a função básica do marketing hospitalar é avaliar a maneira como o hospital pode melhor adaptar seus recursos e seus objetivos às oportunidades do mercado e necessidades da comunidade.

Até bem pouco tempo, a inovação de serviços era sempre voltada para o médico, e nunca era focada na satisfação plena do usuário. Este conceito está se modificando, e hoje os serviços são mais direcionados para satisfazer as carências do paciente, inclusive aquelas de ordem psicossocial, cultural ou até de conforto.

Desse modo, o marketing hospitalar não estará criando necessidades no paciente. Estará, sim, trabalhando para a satisfação plena dos seus desejos e necessidades, aspecto fundamental para o crescimento das organizações.

Além de tratar as fragilidades humanas, o hospital deve também ampliar a satisfação dos seus pacientes. Dessa maneira, a sutura, o gesso, a intervenção cirúrgica e até mesmo o próprio restaurante podem ser aliadas a um tratamento diferenciado, fruto das decisões mercadológicas.

Como exemplo, podemos citar que há instituições hospitalares com instalações tão aconchegantes quanto as de um hotel, visando o conforto do paciente e do acompanhante. Outro exemplo, são as organizações hospitalares que combinam as orientações alimentares do profissional de Nutrição com o talento do Chef de Cozinha. Usam cores nos ambientes internos, em substituição ao branco tradicional. Ouvem sugestões dos pacientes e acompanhantes em pesquisas periódicas. Tudo isso como uma forma de melhor atender o paciente, facilitando a sua recuperação.

Mudanças no atendimento e tratamento dos pacientes, bem como, instalações que oferecem conforto e tranqüilidade podem ser responsáveis por encantar os pacientes. Então, a questão financeira não é o maior desafio do marketing hospitalar. Devemos ter sempre em mente que a satisfação do paciente é um componente fundamental nesta relação de custo benefício.

Talvez o maior desafio do marketing hospitalar seja trabalhar incansavelmente para que a imagem projetada pela organização de saúde seja coerente com a sua identidade.

O marketing hospitalar, portanto, pode constituir-se uma ferramenta importante para o desenvolvimento das organizações hospitalares, para estabelecer e manter um relacionamento saudável com os seus públicos. Seus efeitos, entretanto, não são instantâneos, por tratar-se de um componente do planejamento estratégico e por não existir uma fórmula pronta para o seu sucesso.

Assim como o corpo humano, as instituições hospitalares são organismos vivos e complexos onde cada setor é fundamental para a vitalidade da organização. Devemos lembrar que o Marketing não é apenas responsabilidade de um setor da empresa e sim de todos os que trabalham na instituição em prol do paciente.

Powered by WordPress | O2 Comunicação | Webdesign O2 Comunicação