set
05
2010
0

Redes sociais contribuíram para faturamento de R$ 335 mi em comércio virtual no Brasil

Pesquisa aponta também que mulheres são as mais influenciadas pelos sites de relacionamento

Um estudo feito pela consultoria e-Bit comprova que as redes sociais estão influenciando fortemente os consumidores brasileiros. Só no primeiro semestre deste ano, sites como o Orkut, Facebook e Twitter contribuíram para um faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais. 

As mulheres são mais influenciáveis pelas redes sociais: 55% disseram que realizam os pedidos após verem alguma indicação nos sites de relacionamento. 

Um levantamento feito recentemente pelo Ibope aponta que o Brasil está entre um dos dez países com o maior número de internautas com cadastro em redes sociais. Dos 37 milhões de usuários ativos na internet por aqui, 87% possuem perfil em alguma rede. 

Fonte: Olhar Digital

mai
11
2010
0

Samsung considera produzir a Google TV

Mesmo sem muitos detalhes sobre os planos do serviço de TV do Google, a Samsung se antecipou e disse que já está considerando a possibilidade de criar televisores relacionados à empresa. Segundo informações divulgadas pelo site Gizmodo, os aparelhos rodariam sistema operacional Android

Executivos da companhia de eletrônicos, em entrevista para o jornal The Korea Herald, informam que estão avaliando a possibilidade da TV Google, mas estão aguardando detalhes mais concretos da gigante da internet.

O anúncio da Samsung foi feito logo após o jornal The New York Times publicar notícia sobre os comentários da Sony e Logitech, que afirmaram ter interesse em desenvolver o hardware para o serviço. A Intel também já se manifestou para produzir os processadores necessários.

O projeto deve contar com exibição de conteúdos televisivos, acesso a redes sociais e navegação na internet por meio do navegador Chrome, que também deve estar disponível na nova tecnologia.

abr
30
2010
1

1º de Maio – Dia do Trabalhador

O PASSADO

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas.

O PRESENTE

Hoje, 1º de Maio de 2010, a O2 Comunicação homenageia esses homens e mulheres que em 1886 iniciaram a “luta”pelos direitos do trabalhador e deixa registrado neste post um agradecimento especial a toda sua equipe que com seu comprometimento e dedicação contribuem para o crescimento diário da agência e de seus clientes.

Também deixamos um agradecimento especial aos colaboradores das empresas parceiras pelo seu esforço e empenho para que os materiais desenvolvidos pela O2 Comunicação tenham sempre a mais alta qualidade.

O FUTURO

Desejamos que no futuro não sejam necessárias “lutas” pelos direitos dos trabalhadores e sim que os colaboradores de todas as empresas sejam reconhecidos profissionalmente e valorizados todos os dias do ano.

“Escolhe um trabalho de que gostes e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.”
Confúcio

SUCESSO A TODOS.

abr
27
2010
0

Samsung alerta sobre os riscos do uso de TVs 3D

A Samsung publicou em seu site um alerta sobre os efeitos colaterais que o uso de televisores 3D pode causar. Grávidas, pessoas com insônia, crianças, adolescente (que ficam horas em frente à TV) e consumidores de bebidas alcoólicas fazem parte do grupo de risco.

“Alguns espectadores podem experimentar ataques epilépticos após a exposição a imagens intermitentes de algum filme ou videogame [3D]“, diz a empresa que já comercializa seus televisores em 3D. Ela adverte também que não é necessário ter sofrido ataques anteriormente ou ter antecedentes familiares.

Então, para evitar problemas como visão alterada, enjôo, confusão, náuseas, perda de consciência, convulsões, cãibras ou desorientação, após uma sessão pipoca, a melhor receita é fazer pausas freqüentes durante o uso da tecnologia.

fev
12
2010
0

Novos padrões de consumo movimentam o mercado de propaganda

Atenta às novas aspirações dos consumidores, uma empresa da Região Metropolitana de Campinas inova e traz propaganda em caixa de pizza. Diferente das técnicas tradicionais do marketing, que “atropelam” os consumidores com uma infinidade de informações, a Sete Cinco Mídia resolveu encurtar a distancia entre sua marca e o consumidor.

Sabe aquele velho clichê que todo mundo fala no final de cada ano: ‘Nossa, esse ano passou muito rápido?!’. Pois é, a aceleração da vida moderna, impulsionada pela inserção de novas tecnologias, provocou uma grande mudança nos padrões de consumo da sociedade e transformou o tempo em um dos bens mais preciosos.

Para aliviar as tensões do dia-a-dia, a pizza entre amigos, família ou com a pessoa querida é um dos programas favoritos dos brasileiros. E é neste momento que a Sete Cinco Mídia entra em cena.

Quem não gosta de receber um brinde quando pede uma pizza? Com ações que utilizam sumpling e cuponagem, consumidores já ganharam refrigerante, sobremesa, amostras de cremes hidratantes e até vale desconto para o próximo pedido. A pizzaria que permite a publicidade em suas embalagens ganha as caixas de pizza e agrega valor ao produto. A empresa que investe neste tipo de propaganda tem seu produto exposto direto ao público-alvo.

Usando critérios de distribuição geográfica e classe social, a ação em caixa de pizza potencializa, sem dispersão, a sua marca para o público alvo. De acordo com o sócio-diretor da Sete Cinco Mídia, Gustavo Mourtada, este novo modelo de publicidade garante melhores resultados em termos de fixação da marca, já que cada propaganda atinge, em média, três pessoas de uma vez. “Além de ficar em média 20 minutos em contato com o consumidor e não dividir espaço com outro anunciante, a propaganda acaba entrando na roda de conversa e chega num momento de descontração, em que o consumidor está relaxado e receptivo”, explica Gustavo.

Pesquisas publicadas no livro Hábitos de Consumo, de Neale Martin, apontam que 95% do comprometimento humano é controlado pelo inconsciente e que o sucesso de uma marca acontece quando seu produto ou serviço se torna uma escolha inconsciente e habitual de seus clientes.

nov
10
2009
0

Possibilidades e estratégias de agregação de valor para o cliente

1. Clientes exigentes, mercado em constante mudança

“Ninguém gosta de sentir calor na fila do crediário, perder tempo procurando local para estacionar, nem de manipular embalagens pouco práticas. Mais exigentes, os consumidores comemoram o seu dia (15 de março) e não se contentam mais em ficar quietos. Além de cobrar seus direitos, eles querem ver suas queixas se transformarem, de fato, em melhorias”. (Zero Hora, 15 de março de 2006, p. 18).

É pensando nesses clientes exigentes e repletos de informação que as organizações buscam, cada vez mais, obter e manter vantagens competitivas sobre seus concorrentes dentro de um mercado onde existem produtos inovadores e serviços altamente qualificados. Esta realidade dificulta a conquista, a manutenção desses clientes e a sua permanente fidelização.

A competitividade, a necessidade de agregar valor às ofertas e de comunicar isso, a fim de que o cliente perceba os diferenciais, também são conseqüências da ação constante das mudanças sócio-econômicas mundiais, onde se exige ações rápidas que promovam adequações estruturais nas empresas para melhor preparar e enfrentar as adversidades do ambiente.

Desta forma, identificar o real Valor para o Cliente é prioridade num cenário em que produtos e serviços perdem suas características locais e regionalizadas para tornarem-se conhecidos de todas as formas e em todos os mercados, bem como, perceber o que o cliente considera como valor é de fundamental importância.

Outro aspecto relevante a ser considerado é que a empresa deve não apenas atender as necessidades do cliente, mas também observar e antecipar-se as mudanças. Desta forma, a organização poderá assegurar sua permanência no mercado, assim como, a retenção dos clientes conquistados visando manter sua atuação e renda futura.

Nesta perspectiva, o presente estudo procura abordar os diversos aspectos relacionados às possibilidades e estratégias de agregação de valor para o cliente, através de pesquisa bibliográfica.

2. Marketing e valor para o cliente

Inicialmente faz-se necessário ter um entendimento sobre a relação do marketing com o valor para o cliente. Um exemplo vem de quando a Procter&Gamble, multinacional de produtos de higiene e limpeza ouviu as reclamações de seus clientes e percebeu que podia entregar mais valor a eles através de simples alterações. Atendendo a pedidos, a empresa mudou o tamanho das embalagens da pomada Hipoglós, um dos carros-chefe de vendas. Além disso, em vez do tubo de metal, criou mais uma opção: o tubo de plástico. A multinacional, que recebe mais de 20 mil ligações por dia de seus clientes, considera as reclamações como uma contribuição, uma forma de melhorar o seu produto/serviço.

Kotler (1998) assume que a chave para atingir as metas organizacionais consiste em ser mais eficaz do que os concorrentes para integrar as atividades de marketing, satisfazendo, assim, as necessidades e desejos dos mercados-alvos. Ainda o autor (1998) define que “marketing é um processo social e gerencial pelo qual os indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com os outros”.

Já na opinião de Levitt, (1990), “a imaginação de marketing é o ponto de partida do êxito em marketing. Distingue-se de outras formas de imaginação pela capacidade especial que tem de entender clientes e seus problemas, e pelos meios de empolgar sua atenção e hábitos”.

Nesta mesma linha, Kotler (2000), afirma que o objetivo maior do marketing é tornar a venda supérfula, mesmo que algum esforço de vendas sempre seja necessário. A meta, conforme ele, é conhecer e compreender tão bem o cliente que o produto ou serviço se adapte a ele e se venda por si só. O ideal é que o marketing deixe o cliente pronto para comprar. A partir daí, basta tornar o produto ou serviço disponível.

Assim, nesse processo de trocas existentes entre as pessoas ou organizações, cabe ao marketing enxergar e suprimir as necessidades e desejos dos clientes através de mecanismos que diferenciem a empresa da concorrência, e por sua vez, agreguem valor a toda e qualquer transação de troca.

2.1. Valor agregado à oferta

Conquistar e encantar novos consumidores superando os concorrentes é um esforço contínuo realizado pelas organizações, assim como, manter os clientes já existentes. Desta forma, o conceito de valor torna-se pertinente:

“Valor entregue ao consumidor é a diferença entre o valor total esperado e o custo total do consumidor. Valor total para o consumidor é o conjunto de benefícios esperados por determinado produto ou serviço. Custo total do consumidor é o conjunto de custos esperados na avaliação, obtenção e uso do produto ou serviço” (KOTLER, 1998).

Kotler (1998), exemplifica o conceito acima enfatizando que além do custo monetário, devem ser pensados os custos de tempo e de energia física e psíquica do comprador. O comprador avalia esses custos juntamente com custo monetário para compor um quadro do custo total do consumidor. O autor, ainda ressalta que diversas organizações visam uma altíssima satisfação, pois se os consumidores estiverem apenas satisfeitos estarão dispostos a mudar quando surgir uma melhor oferta do que a anterior. Já os clientes plenamente satisfeitos estão menos dispostos a realizar mudanças. Todavia, a alta satisfação, ou mesmo o encanto cria afinidade emocional com a marca, trazendo como resultado a alta lealdade do consumidor.

Do contrário, clientes insatisfeitos são um ponto sensível para os negócios. As empresas que não souberem ‘ouvir’ o cliente, além de correr o risco de perdê-lo, podem vê-lo influenciar negativamente uma grande rede de contatos.

Para efetivamente conseguir manter e criar novos clientes, a empresa precisa centrar-se nos seus consumidores agregando valor aos seus produtos/serviços. Clientes satisfeitos e dispostos a retornar e a pagar pelos produtos ou serviços oferecidos é o maior ativo que uma empresa pode possuir.

Segundo Porter (1985), o valor que uma empresa consegue criar é a sua base de sustentação desde que os seus clientes o percebam e estejam dispostos a pagar por ele. O autor supõe que o ponto de partida para o crescimento sustentável de uma empresa é satisfazer seus clientes e conseguir que estes paguem pelos produtos oferecidos mais do que os custos que a empresa teve com ele. Porém, é o cliente, muitas vezes com base somente em sua percepção, quem decide qual é o valor de determinado atributo ou benefício proporcionado por um produto ou serviço.

Em virtude da dificuldade de avaliar o valor de um determinado produto ou serviço, mesmo após o seu uso, os compradores utilizam-se de alguns indicadores como propaganda, valor da marca, embalagem, atendimento, estacionamento e outros benefícios. De acordo com Churchill & Peter (2000), o marketing voltado para o valor deve se apoiar em seis princípios, descritos a seguir:

* Concentrar-se em iniciativas que criam e fornecem concretamente valor ao cliente;

* Oferecer aos clientes um valor superior em relação aos concorrentes;

* Estar atento, e se necessário, mudar o ambiente competitivo para aumentar as chances de sucesso;

* Utilizar equipes dinâmicas para melhorar a eficiência e a eficácia das atividades;

* Melhorar continuamente o planejamento, a implementação e o controle das atividades;

* Levar em consideração os impactos das atividades sobre os diversos stakeholders.

Outras estratégias que a empresa deve empreender para avaliar o valor percebido pelos seus clientes, como forma de contribuir para a sua competitividade são: selecionar os clientes a serem conquistados, fidelizados e avaliados; averiguar o que esses clientes priorizam e valorizam; analisar os resultados (lucratividade) obtidos; propor soluções para melhorar o valor entregue; e fazer o constante monitoramento do mercado.

3. Agregar valor – eis a diferença

Com base no estudo bibliográfico que apontou estratégias e possibilidades de agregação de valor, percebe-se que o valor é a base do relacionamento do cliente com a empresa. Os produtos e serviços de toda e qualquer organização precisam satisfazer as necessidades e expectativas do cliente, e acima de tudo, diferenciar-se. Quando o cliente não percebe o valor da empresa, do produto ou serviço, as melhores estratégias de marca e as mais fortes estratégias de retenção não terão muito efeito. A conexão de valor começa com as expectativas do cliente sobre o produto ou serviço, as quais se formam antes da primeira transação e encerram com quesitos como uma pós-venda e assistência técnica de qualidade.

Outro aspecto a ser levado em conta é que o valor fica fortalecido na medida em que os bens reais e as experiências de consumo satisfaçam ou excedam as expectativas do cliente. Como o valor pode ser definido como a comparação entre aquilo que o cliente pensa que obteve em troca daquilo que ele pensa que ‘pagou’, há fundamentalmente duas formas pelas quais o valor pode ser percebido na prática: ou a empresa dá ao cliente mais do que ele quer obter, ou a empresa reduz aquilo que ele precisa dar em troca.

No entanto, as empresas devem analisar que o valor percebido por determinado cliente em um produto/serviço, pode não ser o mesmo valor percebido por outro cliente ou pela própria empresa ofertante. Isto significa que as diferenças individuais devem ser avaliadas. Portanto, conhecer os públicos-alvo a quem uma oferta se destina é uma forma de fazer considerar suas expectativas e anseios para o desenvolvimento e a apresentação de uma oferta de valor a eles.

Referências Bibliográficas

CHURCHILL JR., Gilbert A., PETER, J. Paul. Marketing: criando valor para os clientes. São Paulo: Saraiva, 2000.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implantação e controle. São Paulo: Atlas, 1998.

KOTLER, Philip; SAPIRO, Arão (Rev.) Administração de marketing. 10.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2000.

LEVITT, Theodore. A imaginação de marketing. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1990.

MALHOTRA, Naresh. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

Jornal ZERO HORA, ano 42, nº 14.810, de 15 de março de 2006.

PORTER, Michael E. Estratégia competitiva. Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 7.ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1986.

* Gustavo Branda, Coordenador de marketing do IOT – Passo Fundo ( www.iotrs.com.br ),  formado em Administração de Empresas  e  Especialista em Gestão de Marketing em Serviços a Varejo.

set
21
2009
5

Buscando o valor do cliente e a satisfação

Hoje, não basta apenas oferecer bons produtos e serviços aos clientes. É preciso criar, conquistar e construir relações, pois eles somente vão repetir a compra se a oferta anterior atender sua expectativa de valor não apenas monetário, mas do conjunto de benefícios que se espera de determinado produto ou serviço.

A visão projetista do Kotler demonstra o valor de um cliente fiel e o custo financeiro para uma empresa conquistar um novo cliente. De acordo com Lovelock (2005, p. 130) “as organizações bem administradas se empenham muito para manter seus clientes atuais e diminuir seus níveis de dispêndio. Uma afirmação amplamente generalizada é que, em média, custa cinco a seis vezes mais para uma empresa atrair um cliente novo do que implementar estratégias de retenção para segurar um cliente atual”.

Muitas organizações têm dificuldades em criar novas soluções para atrair e fidelizar seu público-alvo, permitindo assim, que esses clientes procurem alternativas em empresas concorrentes.

Nesse contexto, a idéia não é apenas ser diferente. É fazer a diferença para o cliente, seja agregando serviços aos já prestados, tendo uma pós-venda eficiente ou criando soluções que minimizem tempo e recursos financeiros. Por isso, agregar o máximo de valor ao produto/serviço é a chave da retenção lucrativa numa empresa.

Kotler (1993) sinaliza ainda que no atual cenário competitivo em que as empresas estão inseridas, para fazer a diferença é necessário agir com pró-atividade, estar sintonizado com os anseios do cliente, conhecer o mercado e os concorrentes, procurando antecipar-se às mudanças. Ser pró-ativo em meio à concorrência é buscar a competitividade. Fidelizar os clientes é um exemplo de competência, que certamente será revertido em lucros.

Uma das formas mais utilizadas pelas empresas na busca da satisfação dos clientes é utilizar a base de dados para informá-lo sobre lançamentos de novos produtos/serviços e tecnologias, ofertas especiais de suprimentos para produtos já adquiridos pelo cliente, troca ou atualização de equipamentos, entre outros. Essas são formas de fortalecer o relacionamento.

Conforme Kotler (1993), a chave para se obter vantagem competitiva é fazer uma análise do que é valor para o cliente. Para isso, ele enfatiza que deve-se identificar os principais atributos que merecem valor para os clientes, diferenciando-os por grau de importância, bem como, determinar a atuação da empresa e da concorrência em relação aos diferentes valores. Além disso, é preciso estudar a forma pela qual os clientes de um segmento específico qualificam a atuação da empresa, comparando-a com um concorrente. Por fim, é necessário vigiar permanentemente as mudanças dos valores dos clientes através do tempo.

Referência bibliográfica:

LOVELOCK, Christopher. Serviços: Marketing e Gestão, São Paulo: Saraiva, 2005.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas. 1993.

* Gustavo Branda,  Especialista em Gestão de Marketing em Serviços a Varejo.

Escrito por Gustavo Branda in: Marketing,O2 | Tags:, , , , ,

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