set
03
2010
0

Lucro, câmera, ação: as vantagens dos cinco minutos extras no YouTube

Ampliação da duração dos vídeos dá às empresas mais tempo para explorar o serviço, tanto em marketing quanto na comunicação.

O YouTube aumentou a duração máxima dos vídeos postados no site de 10 para 15 minutos, a fim de competir com o Hulu e manter seus usuários conectados por mais tempo. Por mais que a maioria das mídias presentes no YouTube seja despretensiosa, o portal oferece uma série de benefícios a quem quiser ganhar dinheiro com suas produções.

A cada minuto, cerca de 24 horas de vídeos são postados no site. Se por um lado o YouTube está oferecendo aos internautas cinco minutos extras para suas produções tolas, por mais que, por vezes, razoavelmente cômicas, por outro as empresas agora terão mais tempo para usar o portal como ferramenta de marketing e serviço ao consumidor.

A seguir, algumas maneiras de tirar o melhor que o YouTube tem a oferecer:

1::Atendimento ao consumidor
Uma imagem vale por mil palavras, e um vídeo é constituído de milhares de imagens postas lado a lado. Em vez de explicar processos como instalação, configuração e solução de problemas a partir de um manual técnico complexo, ou com textos e ilustrações em páginas na internet, a empresa pode criar diversos filmes para facilitar o uso de seus produtos por seus usuários. 

Com certeza, a iniciativa seria valorizada pelos clientes, além de ajudar a diminuir a carga de trabalho de seus funcionários responsáveis pela assistência técnica.

2::Marketing
A vantagem de criar clipes para propagandear produtos e serviços pelo YouTube é que, uma vez criado, eles podem ser espalhados facilmente via blogs e outros portais. A campanha pode até virar um viral de grande repercussão.

3::Treinamento
Empresas podem usar o site de vídeos da Google para promover treinamentos técnicos eficientes. Distribuir uma apostila para seus funcionários pode trazer vários resultados – eles podem não ler o material ou simplesmente não entendê-lo. Pagar a um profissional para conduzir um curso significa gastar mais dinheiro e depender muito da competência do mesmo. 

Um vídeo explicativo, por outro lado, pode ser feito e refeito até que o resultado desejado seja alcançado e, além de ser mais didático, pode ser usado muitas vezes sem que o custo aumente.

4::Eventos e apresentações
Quando uma companhia organiza eventos, reuniões de negócios e conferências de imprensa, estes deveriam ser gravados e postados no YouTube, pois nem todos conseguem estar em um local determinado no horário acordado. Colocar a apresentação à disposição no site de vídeos pode aumentar a audiência e o alcance do evento e ainda permite que outros assistam no futuro o que não puderam assistir antes.

Em suma, as grandes corporações devem parar de pensar nas redes sociais e a Web 2.0 como uma tecnologia inferior; pelo contrário, elas devem é usar essas poderosas ferramentas para capitalizar sua popularidade. 

O YouTube é, com toda certeza, uma valiosa invenção tanto para o marketing, quanto como veículo de comunicação – basta usá-lo corretamente.

Fonte: PC World/EUA

ago
26
2010
0

O2 Comunicação cria catálogo do Polosul.org

No dia 26 de agosto de 2010, no auditório da FEAC na UPF, aconteceu o lançamento do primeiro Catálogo de Produtos e Serviços do Pólo de Exportação de Software do Planalto Médio. O evento contou com a  participação de autoridades locais, executivos do Polosul.org, empresários e prefeitos de toda a região.

O catálogo foi criado com o objetivo de fomentar o mercado de TI na região, apresentando para aos quatro grandes segmentos (Agronegócios, Comércio, Industria, Serviços) do nosso mercado regional as empresas de TI que possuem produtos e serviço capazes de suprir as demandas empresarias.

O projeto do catálogo foi organizado voluntariamente pelas empresas associadas O2 Comunicação e a Afirmaç

ão, a O2 empresa encubada do Pólo de Exportação de Software.

Também, de forma voluntária, a equipe da O2 Comunicação foi responsável pelo layout, desenvolvimento e criação do projeto gráfico do catálogo, no

qual toda a equipe se empenhou para atingir o resultado almejado, por entender que este trabalho irá beneficiar o usuário final com os produtos e serviços desenvolvidos pelas empresas do Pólo de  Exportação de Software do Planalto Médio.

A equipe da O2 Comunicação sente-se orgulhosa de poder contribuir para a concretização deste projeto.

Escrito por Gustavo Branda in: Marketing,O2,Portifólio | Tags:, , ,
jul
28
2010
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Networking

Tomado erroneamente por alguns como forma de conhecer gente influente, o network, ou trabalho em rede é uma magnífica ferramenta para se conseguir viver em uma utópica sociedade trabalhista quase marxista. Está estranhando esta comparação? Então, eu estava certo: Você precisa rever seus conceitos, meu rapaz!

Para a maioria dos afoitos e interesseiros networkers, a troca de influências deve ser boa apenas para um lado (o deles, é claro). Então, o cara começa a colecionar telefones e emails do presidente da Tudobrás do Brasil, da Interguders Incorporated, do primo da mulher do Presidente Lula… Nossa mãe! O cara é mesmo influente… Sabe o que este mané vai conseguir? Nada! Apenas migalhas, atiradas como esmolas a mendigos.

O verdadeiro networker é quase religioso (amai-vos uns aos outros), é meio comunista (dividindo a riqueza com seus iguais), é um andarilho (não tem medo de gente, se misturando mesmo à mais heterogenia platéia).

Existe uma lei universal, que rege o conceito do network: “Tudo que você der ao universo, voltará para você!” Sabe aquela historinha de que todo mundo está a apenas sete pessoas de distância de qualquer outra? Este conceito é fantástico, por que é verdadeiro! O que às vezes não fica claro, é que estas tais sete pessoas podem ter qualquer qualidade financeira, cultural ou estética. Você talvez consiga chegar mais facilmente a uma reunião com o Bill Gates sendo amigo da empregada doméstica da secretária do homem, do que sendo amigo de outro poderoso presidente de empresa.

O network é uma ferramenta de compartilhamento de recursos e contatos. É muito mais a respeito ceder ajuda a seus queridos companheiros, do que esperar que eles o façam por você. A mágica é justamente esta! A ajuda que você tanto precisa, vai chegar até você, sem que você precise pedir. Isto acontecerá, pois você já terá plantado as sementes certas.

O network (esta ação de marketing pessoal através da qual cultivamos bons contatos profissionais, indicando-nos uns aos outros) já conseguiu grandes feitos (por bem e por mal), juntando provas irrefutáveis a seu favor!

A comunidade judaica ganhou força e influência no mundo moderno, graças ao forte e consistente network cultivado por esta grande nação. Da mesma forma, a admirável comunidade negra americana vem conseguindo um espaço histórico na sociedade americana. O mercado da moda, só cresceu graças ao imenso network que existe mesmo em suas esferas mais esquecidas pela mídia (as camareiras, os maquiadores, os modelos em início de carreira, trabalham em forte network para encontrarem onde está o trabalho!).

Antes de ser uma troca de contatos com profissionais do seu mesmo patamar, o network deve ser uma troca generosa com profissionais de competências e esferas diferentes das suas. É exatamente como se fazia antigamente: Eu planto feijão e você arroz – Desta forma, temos muito a trocar.

Quer começar um bom network profissional? Comece respeitando seus concorrentes. Nunca fale mal deles, pois estes são seus maiores observadores (e admiradores). Depois, desça até a portaria do seu moderno prédio comercial, e convide o porteiro para tomar uma cervejinha! Quando chegar em casa, converse com seus filhos, sua esposa, seu marido. Pegue já o telefone e ligue para seu pior inimigo. Faça as pazes! Pague suas contas em dia, mesmo que precise vender aquele mercedão conversível na sua garagem e andar de ônibus… Ah! Já que toquei no assunto, ande um pouquinho de ônibus, pegue o metrô de vez em quando. Aceite conversas interessantes com pessoas que teimam em falar com você.

Fonte:www.quebrandobarreiras.com.br

Escrito por Gustavo Branda in: Marketing,Planejamento | Tags:, , , ,
jun
30
2010
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Uso de software livre cresce em empresas

De acordo com a 5ª Pesquisa Sobre uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil realizada  pelo CETIC (Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), o uso de software livre nas médias e grandes empresas registrou um aumento de 4%, no período entre 2006 e 2009.

O estudo feito com 3,7 mil empresas com dez ou mais funcionários em todo o território nacional considera como organização de grande porte aquelas que possuem mais de 250 funcionários.

O gerente do CETIC.br, Alexandre Barbosa, acredita que o aumento do uso do Linux e de outros sistemas de código aberto se deve principalmente à busca por redução de custo, além da segurança e o fato de haver mais profissionais especializados no tema.

Nas companhias de médio porte (100 e 249 colaboradores), o índice passou de 44%, registrado em 2007 e 2008, para 48% em 2009, aproximando-se do nível alcançado no ano de 2006 (49%).

O resultado encontrado nesses dois segmentos de corporações difere da média observada na pesquisa. Entre as empresas que possuem computador – 97% das entrevistadas -, 26% utilizam software livre, abaixo dos 28% de 2008.

O segmento de atividades imobiliárias foi o que registrou maior proporção de companhias adeptas do sistema operacional gratuito (35%).

jun
18
2010
0

Ranking aponta Google como marca mais valiosa do mundo

Ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas destaca IBM em 2.º lugar; Apple vem em terceiro. Duas empresas brasileiras estão na lista.

O Google é a marca global mais cara pelo quarto ano consecutivo, revela o ranking BrandZ das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo, divulgado pela empresa de pesquisas em comunicação Millward Brown.

Segundo o estudo, as quatro primeiras marcas globais mais valiosas vêm do setor de tecnologia. O valor da marca Google é de 114,2 bilhões de dólares. IBM vem em segundo lugar, com 86,3 bilhões de dólares, e Apple em terceiro, com 83,1 bilhões de dólares.

O quarto lugar é da Microsoft, com 76,3 bilhões de dólares.

Das quatro líderes, a da Microsoft é a única que não se valorizou em relação à pesquisa de 2009. Google foi valorizada em 14%, IBM em 30% e Apple, em 32%.

Pela primeira vez, marcas dos países do BRIC – grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China – foram incluídas no estudo. O Brasil está representado pela Petrobras (73.º lugar) e Bradesco (98.º).

Juntas, as cem marcas mais valiosas somam 2 trilhões de dólares. O valor é 4% maior que o do último levantamento, mesmo levando-se em conta os efeitos da crise econômica global, destaca a Millward Brown.

jun
14
2010
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Project Natal será lançado em outubro

Os gamers já podem começar a juntar dinheiro. A Microsoft anunciou o lançamento oficial do Project Natal para outubro deste ano.

Em entrevista para o site GamerTagRadio, o gerente de marketing da Microsoft na Arábia Saudita, Syed Bilal Tariq, afirmou que o produto chega às lojas em outubro. O executivo também afirma que o lançamento pode ser mundial ou simultâneo na América do Norte, Europa e outras localidades.

Detalhes como data específica do lançamento devem ser divulgados na feira de games E3. O evento acontece em junho e tem gerado curiosidade em torno das possíveis demonstrações do projeto.

Esta é a primeira confirmação mais precisa a respeito da chegada do Project Natal ao mercado. Até o momento a Microsoft confirmava apenas que a tecnologia seria lançada no “outono do hemisfério norte”.

jun
07
2010
0

Importância da valorização dos colaboradores

Para alguns gestores, o funcionário é descartável dentro do processo produtivo, pois devido a carência de oferta, existe uma grande demanda em toda e qualquer função. Entretanto, o que não pode e não deve ser ignorado é a importância da mão-de-obra qualificada. A falta de valorização acaba por desestimular a dedicação às atividades propostas, fazendo com que o funcionário se limite à fazer apenas o que lhe é pedido, nunca desejando ir além. Na opinião de Marins (2007), não existe incentivo melhor que o prestígio e o reconhecimento, mesmo não sendo um bem tangível, torna-se um aliado importante, o que poderá determinar a diferença entre uma alta ou baixa produtividade.

A Implantação de campanhas de incentivo, onde quem produz mais, tem um maior reconhecimento é importante, cada empresa devendo encontrar o que é mais apropriado diante de sua realidade, entretanto, se basear apenas numa remuneração por produtividade, é um paliativo, apenas esse fator acarretará concorrência interna, muito saudável, mas não tem efeito duradouro, a não ser que haja progressão dos valores. A observação não somente dos erros, como também os acertos ocorridos, faz com que o funcionário se dedique mais, e geralmente excedendo o que se espera das suas atividades.

Quando o foco da empresa está somente no cliente externo, os gestores deixam de avaliar o quanto estão perdendo, pois quando não se ganha, num mercado cada vez mais acirrado, deve ser encarado como perda, já que a responsabilidade recai sobre o gestor.

Violin (2007), menciona algo que é importante salientar, o funcionário antes de mais nada, é um ser humano, logo, guardam sentimentos e ressentimentos. O que jamais pode ser desconsiderado é que ao não esquecer uma bronca, um desaforo ou injustiça a que foram submetidos, se refletirá no andamento do seu trabalho. O gestor não pode ignorar o fato que o cuidado e a educação ao se dirigir aos seus funcionários fazem toda diferença na produtividade de uma empresa. Cada região do país possui características próprias, porém, gerenciar envolve não apenas lidar com peculiaridades, como também manter uma capacidade administrativa e habilidade de lidar com as pessoas.

Nenhum profissional, por mais capacitado que seja é auto-suficiente, então, o gestor, jamais poderá agir como se fosse, a não ser que o mesmo pretenda tomar conta de todo processo administrativo e produtivo, sozinho. Fazer com que os funcionários correspondam as expectativas é o ideal que todo gestor busca, o ponto principal é como alcançar essa meta. Cada um tem que encontrar o seu próprio ponto de equilíbrio, a única certeza que não deve ser ignorada está no fato de que capacidade e experiência não são encontradas facilmente, logo, a valorização de cada funcionário é imprescíndivel para a vida saudável das empresas.

Escrito por Gustavo Branda in: Endomarketing,Marketing | Tags:, , , ,
jun
05
2010
0

Marketing de serviços – 8 p´s

1º P – Product elements (Elementos do Produto)

Todos os componentes do desempenho do serviço que criam valor para os clientes. Os gerentes devem selecionar as características do produto principal (bem ou serviço) e o pacote de elementos suplementares que o envolvem, com relação aos benefícios desejados pelos clientes e ao grau de desempenho dos produtos concorrentes.

2º P – Place and time (Lugar e Tempo)

Decisões gerenciais sobre quando, onde e como entregar serviços aos clientes. A entrega de elementos do produto para os clientes envolve decisões sobre o lugar e o tempo da entrega e pode envolver canais de distribuição física ou eletrônica (ou ambos), dependendo da natureza do serviço que esta sendo fornecido. As empresas podem entrega o serviço diretamente para os clientes ou para organizações intermediárias, tais como os pontos de varejo de outras empresas que recebem uma porcentagem do preço de venda para executar certas tarefas associadas a vendas, serviços e contato com o cliente.

3º P – Processo

Um método particular de operações ou séries de ações, normalmente envolvendo passos que precisam ser dados em uma seqüência definida. A criação e entrega de elementos do produto aos clientes exigem o projeto e implantação de processos eficazes. O processo descreve o método e a seqüência dos sistemas operacionais de serviços. É provável que processos mal concebidos irritem os clientes devido à entrega lenta, burocrática e ineficaz do serviço. Da mesma forma, processos deficientes dificultam o bom desempenho do pessoal da linha de frente, resultam em baixa produtividade e aumentam a probabilidade de falhas nos serviços.

4º P – Produtividade e qualidade

Produtividades – O grau de eficácia com que os insumos de serviço são transformados em produtos que adicionam valor para os clientes. Qualidade – O grau em que um serviço satisfaz os clientes ao atender suas necessidades, desejos e expectativas. Produtividade e qualidade, muitas vezes abordadas separadamente, devem ser vistas como duas faces da mesma moeda. Nenhuma empresa de serviço pode se dar ao luxo de abordar qualquer elemento em separado. A produtividade melhorada é essencial para manter os custos sob controle, mas os gerentes precisam cuidar para não reduzirem indevidamente os níveis de serviços, o que será lamentado pelos clientes o e talvez também pelos funcionários. A qualidade do serviço, tal como definida pelos clientes, é essencial à diferenciação do produto e para aumentar a fidelidade do cliente. Entretanto, investir na melhoria da qualidade sem entender o balanço entre custos e incrementos na receita pode colocar em risco a rentabilidade da empresa.

5º P – Pessoas

Profissionais e, às vezes, outros clientes envolvidos na produção do serviço. Muitos serviços dependem de interação direta e pessoal entre os clientes e os funcionários de uma empresa (como ao cortar o cabelo ou comer em um restaurante). A natureza dessas interações influencia muito as percepções da qualidade do serviço pelo cliente. Os clientes geralmente julgarão a qualidade do serviço que recebem em grande parte pela avaliação das pessoas que estão fornecendo o serviço. Empresas de serviço bem-sucedidas empenham considerável esforço no recrutamento, treinamento e motivação de seus profissionais, principalmente – mas não exclusivamente – daqueles que entram em contato direto com os clientes.

6º P – Promoção e educação

Todas as atividades e incentivos de comunicação destinados a aumentar a preferência do cliente por um determinado serviço ou fornecedor de serviço. Nenhum programa de marketing pode ter sucesso sem um programa de comunicação eficaz que proporcione promoção e educação. Esse componente desempenha três papéis cruciais: fornecer informações e conselhos necessários, persuadir os clientes- alvo quanto aos méritos de um determinado produto e incentivar os clientes a entrarem em ação em momentos específicos. No marketing de serviços, grande parte da comunicação é, por natureza, educacional, particularmente para clientes novos. As empresas podem precisar ensinar-lhes os benefícios do serviço, onde e quando
obtê-los e como participar dos processos de serviço. As comunicações podem ser feitas por indivíduos como vendedores e treinadores ou por meio de mídia como televisão, rádio, jornais, revistas, outdoors, folhetos e sites da Internet.

7º P – Physical evidence (Evidência física)

Pistas visuais ou outras pistas tangíveis que ofereçam evidências da qualidade do serviço. A aparência de edifícios, jardins, veículos, mobília interior, equipamentos, membros do quadro de pessoal, placas, material impresso e outras indicações visíveis fornecem evidência tangível da qualidade do serviço de uma organização. As empresas de serviço precisam administrar cuidadosamente a evidência física porque esta pode exercer um impacto profundo sobre as impressões dos clientes. Em serviços dotados de poucos elementos tangíveis, como seguros, a propaganda é frequentemente utilizada para criar símbolos significativos. Um guarda-chuva, por exemplo, pode simbolizar proteção, e uma fortaleza, segurança.

8º P – Preço e outros custos do serviço

Despesas em dinheiro, tempo e esforço que os clientes incorrem ao comprar e consumir serviços. O preço e outros custos do componente serviço remetem a administração aos vários custos incorridos pelos clientes para obterem benefícios do produto do serviço. As responsabilidades não se limitam às tarefas tradicionais de estabelecer o preço de venda aos clientes, fixação de margens para o comércio e definição de condições de crédito, os gerentes de serviços também reconhecem e buscam minimizar outros custos em que os clientes podem incorrer ao comprarem e utilizarem um serviço, entre os quais, tempo, esforço físico e mental e experiências sensoriais negativas.

fonte: http://www.scribd.com/doc/2098021/Os-8-Ps

jun
03
2010
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Responsabilidade Social como estratégia de Endomarketing

O endomarketing centraliza seus esforços nos funcionários, objetivando a sua satisfação e motivação, considerando-o como o primeiro cliente da organização.

Segundo Cerqueira (2002, p.52), o endomarketing “melhora a comunicação, o relacionamento e estabelece uma base motivacional para o comprometimento entre as pessoas e das pessoas com o sistema organizacional”.

Os projetos e ações de endomarketing estabelecidos pelas empresas visam um comprometimento dos seus funcionários, fortalecendo o relacionamento interpessoal, estabelecendo canais reais de comunicação e desta forma, obtendo crescentes índices de produtividade.

O endomarketing é utilizado como um elo entre o funcionário, o produto/serviço e o cliente externo, ou seja, torna o funcionário um aliado, fortalecendo a idéia de que seu desempenho e sucesso estão ligados ao sucesso e desempenho da empresa.

De acordo com Bekin (1995, p.2),

O comprometimento implica a adesão aos valores e objetivos da empresa por meio do endomarketing e pressupõe trabalho em equipe, num contexto marcado pela cooperação e pela integração dos vários setores da empresa.

A partir dessa perspectiva, a empresa que adota o conceito de Responsabilidade Social e utiliza o endomarketing como ferramenta de gestão de pessoas, consegue promover mudanças de valores, adequando as empresas às novas configurações do mercado.

A aplicação da responsabilidade social empresarial começa no relacionamento com os colaboradores da empresa, através do conhecimento da cultura, objetivos e missão da organização.

A empresa cidadã ou socialmente responsável preocupa-se, não apenas com sua estrutura interna, sua competitividade e seus resultados financeiros. Ela cria uma relação saudável com a comunidade principalmente nas regiões onde a organização está instalada, criando uma visibilidade pública positiva.

Para Zenone (2006, IX),

Muito vem se falando nos últimos anos sobre a participação das empresas em atividades sociais, o que demonstra que estas se preocupam não só em produzir bens e serviços, mas também em buscar o bem-estar social por meio da valorização do homem e do meio ambiente.

Nesse sentido, o desenvolvimento de trabalhos destinados a contribuir para o bem-estar comum, deve fazer parte do foco de qualquer empresa ciente de sua responsabilidade social. O resultado desses trabalhos, seja por meio de atividades educacionais, culturais e esportivas, oferece benefícios à comunidade e aos funcionários que se tornam voluntários nesses projetos, através do aprimoramento de seus conhecimentos, de suas habilidades e de seus relacionamentos sociais.

Dessa forma, o voluntariado empresarial possibilita o emprego de conhecimentos especializados, competências profissionais e individuais, provocando uma maior satisfação e melhoria da auto-estima dos funcionários engajados.

A organização é mais do que a soma das pessoas que a constituem e que se relacionam com ela; a organização é uma realidade social, ou seja, não depende apenas do fator humano, mas também do social.

“Além de financiar projetos de interesse social, as empresas também incentivam seus executivos e funcionários a doar tempo, trabalho e talento à viabilização dessas iniciativas.” (Portal do voluntariado.org).

É dessa forma que, empresas que contribuem com o desenvolvimento social criam condições para que seus funcionários também contribuam e se realizem, pessoal e profissionalmente.

jun
01
2010
0

Influência social como estratégia de marketing

Um exemplo comum da influência social é a risada adicionada em programas de TV. Estúdios adicionam riso falso em comédias porque sabem que o público acha a cena mais engraçada do que realmente é.

Durante uma experiência o cientista e pesquisador Stanley Milgram, parou em uma rua movimentada e ficou um minuto olhando o céu. Muitos transeuntes simplesmente desviaram do homem, sem dar ao menos uma olhadinha para checar o que ele via. No entanto, quando o pesquisador adicionou mais quatro homens ao grupo de observadores da imensidão, o número de pessoas que se juntou a eles quadruplicou.

Com base em pesquisas desse tipo, alguns supermercados e atacadistas colocam em seus jornais periódicos o depoimento de alguns clientes satisfeitos para que outros se identifiquem com eles.

Assim conseguem que alguns assumam a seguinte linha de raciocínio:

“Se outros iguais a mim obtiveram bons resultados com este fornecedor, então muito provavelmente deve dar certo comigo também”.

Outro exemplo clássico do uso da influência social como estratégia de marketing é a lista dos livros mais vendidos do mês e a pilha dos Best Sellers que toda livraria tem.

Com isso elas podem se dar ao luxo de não segmentar os livros por gênero ou gastar com outras formas de propaganda. Estes livros vendem 40% mais, simplesmente por serem percebidos como os mais lidos.

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