jul
09
2010
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Sustentabilidade – Empresas Ecologicamente Corretas

Freqüentemente estamos sendo bombardeados pela mídia e por todos os meios de comunicação por palavras como meio ambiente; sustentabilidade; responsabilidade social; ecologicamente correto; empresa sustentável e outras coisas que, para muitos de nós, ainda são de difícil assimilação e conceituação.

empresas sustentaveisDentro desta dificuldade; definir uma empresa sustentável é ainda um mistério para muitos consumidores preocupados com o tema. Afinal de contas, nem sempre são transparentes para os clientes os processos internos que transformar uma empresa comum numa empresa sustentável. O principal problema; é identificar o que vai além do marketing e da propaganda. O que realmente está sendo feito pela empresa “X” em busca da sustentabilidade e quais sinais podem significar que ela está no caminho certo.

Uma análise quatro pontos relativamente simples podem determinar se uma empresa sustentável realmente faz jus a esse título ou é apenas obra da propaganda barata e que deve ser execrada: O ponto inicial é acompanhar o noticiário sobre a empresa e perceber se há notícias de problemas financeiros ou dificuldades de caixa que a empresa venha atravessando. Se isso for uma constante em sua história; essa “empresa sustentável” pode ser sustentável só na fachada. Se nada for mencionado a esse respeito; marque o primeiro ponto para ela em seu conceito.

O segundo ponto a se considerar é: Os produtos produzidos ou os serviços prestados por ela são ecologicamente corretos? Mesmo que a empresa sustentável produza elementos que agridam o meio ambiente; é necessário levar-se em consideração como ela trabalha para minimizar ou eliminar os impactos provenientes de seu processo produtivo. Consulte entidades ecológicas locais e, novamente, observe o noticiário em tono da candidata a empresa sustentável. Se ela estiver constantemente envolvida em problemas relacionados a poluição do meio ambiente; risque-a do mapa. Caso contrário; ponto para ela.

Um outro ponto importantíssimo para definir uma empresa como sustentável; é saber como ela trata os seus funcionários e a comunidade onde ela esta inserida ou atua. Os passivos trabalhistas são altos e freqüentes? O pessoal trabalha em boas condições? A empresa realiza atividades ou ações ligadas ao bem estar da comunidade que a cerca? Ela se preocupa com os seus funcionários e com os seus consumidores? Novamente se a resposta for sim; a empresa é mesmo sustentável. Se não…

E, por fim, uma empresa sustentável atua num ramo de produção que é social e culturalmente aceito pelo ambiente humano em que está inserida. A ética das ações e a aceitação dos processos produtivos deve ser plena. Não é possível, por exemplo, dizer que uma empresa que atue com contrabando, por exemplo, seja uma empresa sustentável. Pois, além de moralmente questionável; sua atividade é ilegal e passível de punição.

Assim, se o resultado foi positivo para todas as perguntas e observações feitas; você pode realmente considerar essa empresa sustentável. Se um ou outro questionamento não estiver “de acordo”; é sinal de que o caminho ainda deve ser trilhado por mais um tempo e com mais afinco até que se alcance uma situação de sustentabilidade plena.

Fonte: http://www.atitudessustentaveis.com.br

Autor:  Carlos Abreu

jul
06
2010
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Audi A9 pode ter versão híbrida

Os automóveis de luxo também podem começar a ganhar traços mais “verdes”. O designer espanhol Daniel Garcia desenvolveu um carro conceito Audi A9 com configurações híbridas.

Mantendo a potência dos veículos da marca, o modelo teria dois motores: um elétrico e outro movido a gasolina. Uma característica que chama atenção é o para-brisa do automóvel, criado a partir de nanotecnologia e que se auto conserta caso haja alguma fissura no material.

Além da pegada ecológico, o carro conceito é desenvolvido para mudar a cor da carroceria com apenas um toque de botão.

jun
28
2010
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Esterco vira energia para datacenters

Engenheiros da HP anunciaram hoje um método que transforma esterco bovino em energia. Esta seria uma solução interessante para as grandes “fazendas de servidores”, que normalmente estão localizadas em grandes centros urbanos.
Com o tratamento correto do resíduo, qualquer fazendeiro tradicional poderia alugar terras para empresas de tecnologia e fornecer a energia necessária. Dessa forma, o serviço seria competitivo, já que espaço físico e energia seriam oferecidos por um preço muito inferior aos das cidades. O retorno do investimento foi calculado em 2 anos.
O esterco passa por um tratamento anaeróbico, produzindo metano. Este gás pode ser usado como combustível para gerar energia elétrica. Cada animal é capaz de produzir esterco suficiente para iluminar uma lâmpada de 100 watts. 10 mil vacas serviriam de combustível para um datacenter de 1 megawatt – o equivalente a uma central de um banco, por exemplo.
O único problema enfrentado pelos engenheiros está na conexão dessas regiões a grandes redes de dados. Mas isso é algo que o tempo irá resolver. Cada vez mais, redes de alta velocidade estão se espalhando. Empresas como o Google, Yahoo, Amazon.com e Microsoft já demonstraram interesse no estudo e estão procurando regiões para teste nos Estados Unidos.
jun
23
2010
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Taxi elétrico japonês feito de bambu e papel

Que tal passear pelas ruas a bordo de um carro elétrico construído a partir de pedaços de bambu e papel? Curioso, não é? O grupo japonês Yodogawa e a Kinki Knives Industries são os responsáveis pelo veículo de três rodas normalmente utilizado como táxi no Japão.

Chamado de Meguru, o triciclo pode chegar a uma velocidade máxima de 25 km/h e percorrer uma distância de aproximadamente 40 quilômetros com apenas uma carga. A bateria do veículo demora pouco mais de duas horas para ficar totalmente recarregada.

O Meguru deve ser comercializado por algo em torno de US$ 10 mil nas regiões de Osaka. Para ver um vídeo de demonstração do táxi, clique AQUI.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Meio Ambiente e Sustentabilidade,Mercado | Tags:
jun
04
2010
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Greenpeace divulga lista das empresas mais verdes

A Nokia continua liderando o ranking de empresa mais verde do mundo. Esse foi o dado da  15ª edição do “Guide to Greener Electronics”, relatório trimestral feito pelo Greenpeace que indica as companhias de eletrônicos ecologicamente corretas e as não tão corretas também. A empresa subiu dois décimos em relação à versão anterior, com 7,5 pontos numa escala de  0 a 10. A colocação deu-se graças ao  avanço no seu compromisso em retirar substâncias tóxicas de seus produtos, como os compostos de bromo e trióxidos de antimônio.

O Greenpeace também  avaliou positivamente as declarações do executivo- chefe da companhia, Olli-Pekka Kallasvuo, que defendeu que os países industrializados cortem 30% de suas emissões de gases do efeito estufa até 2020. No entanto, a empresa recebeu criticas por não apoiar abertamente as restrições globais de outras substâncias poluentes, como o PVC, e por não utilizar plásticos reciclados em maior medida na produção de seus telefones.

A Sony Ericsson também fez bonito e ficou no segundo lugar, com  6,9 pontos, seguida pela Philips e Motorola, ambas com 5,1 pontos. Já a japonesa Nintendo, a chinesa Lenovo e americana Microsoft foram as empresas consideradas menos ecológicas.

O ranking  realizado desde 2006 leva em consideração aspectos como consumo de energia, uso de materiais tóxicos, programas de reciclagem e emissões de  gases-estufa. O objetivo é orientar o consumidor e pressionar as 18 maiores empresas do setor.

mai
21
2010
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365 maneiras de ajudar o meio ambiente

Nova-iorquino fez um blog e promete dar uma dica por dia, durante um ano inteiro.

365 Ways to Go Green

Uma atitude sustentável por dia, durante um ano inteiro. Esta é a proposta desse blog, criado pelo nova-iorkino Mike Lieberman. Todos os dias, um novo post com dicas eco-friendly ilustram o seu blog. São atitudes que não atrapalham em nada a rotina dele, mas certamente fazem diferença para o planeta. Algumas são óbvias, como por exemplo, decidir o que vai comer antes de abrir a geladeira, não jogar lixo na privada ou secar pratos ao ar livre ao invés de usar a secadora. Mas outras são bem úteis e simples como, por exemplo, não usar canudo ao beber um suco ou levar o próprio cabide ao entregar uma roupa na lavanderia. Itens não mais utilizados por você podem servir ao vizinho. Por isso, por que não deixá-los bem à vista? E na hora de utilizar sacolas reutilizáveis no supermercado, experimente adicionar um fundo de papel grosso. Isso faz com que a sacola dure bem mais.

Quer acompanhar a saga de Mike e, quem sabe, se inspirar um pouco? Então acesse o blog dele. O link está no início desse texto.

mai
12
2010
1

BR: 3º lugar no potencial de redução de CO2

O uso intensivo de tecnologia pode contribuir na redução de mais de 25% na quantidade de emissões anuais de CO2 até 2020, em comparação com os níveis de 2006. Essa foi a conclusão de um estudo recente da IDC, Provedora de Inteligência de Mercado, Consultoria e Eventos para as indústrias de TI e telecomunicações.

O relatório, que classifica os países do G20 de acordo com a sua capacidade de reduzir emissões de gases estufa por meio do uso focado de TIC ( Tecnologias da Informação e Comunicação), indica que o Brasil tem potencial para atingir uma redução de aproximadamente 27% em 2020, perdendo apenas para o Japão e os EUA e dividindo o 3º lugar do ranking com França, Alemanha e Reino Unido.

“O país vai atrair inúmeros investimentos nos próximos anos, e uma porção substancial deles deverá ser relacionada a iniciativas sustentáveis, acelerando o uso de tecnologias que irão propiciar a otimização do uso de energia”, diz Roberto Gutierrez, Consulting Director da IDC Brasil.

O relatório examinou o potencial de dezessete tecnologias para reduzir as emissões de CO2 nos quatro principais setores econômicos (Geração e Distribuição de Energia, Transportes, Indústria e Construção).

Os setores de transportes e indústria são apontados como os de maior potencial de redução no Brasil. Nos transportes, a queda de viagens devido ao trabalho remoto, veículos eficientes e sistemas inteligentes de tráfego serão os maiores responsáveis pela diminuição. Já na indústria, melhorias na automação dos processos industriais e economias derivadas do uso de impressão digital comercial contribuirão para a queda das emissões de CO2.

jan
25
2010
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O MARKETING ECOLÓGICO E A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O termo marketing verde, ecológico ou ambiental, surgiu nos anos setenta, quando a AMA (American Marketing Association) realizou um Workshop com a intenção de discutir o impacto do marketing sobre o meio ambiente. Após esse evento o Marketing Ecológico foi assim definido : “O estudo dos aspectos positivos e negativos das atividades de Marketing em relação à poluição, ao esgotamento de energia e ao esgotamento dos recursos não renováveis.” Posteriormente, o marketing ambiental também foi discutido por Kotler que o definiu como sendo : “(…) um movimento das empresas para criarem e colocarem no mercado produtos ambientalmente responsáveis em relação ao meio ambiente”. Polonsky, autor de várias obras sobre o tema, propõe um conceito para o marketing verde, que ele próprio considera como sendo o conceito mais abrangente: “Marketing Verde ou Ambiental consiste em todas as atividades desenvolvidas para gerar e facilitar quaisquer trocas com a intenção de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores, desde que a satisfação de tais desejos e necessidades ocorra com o mínimo de impacto negativo sobre o meio ambiente.”
O marketing ecológico consiste, portanto, na prática de todas aquelas atividades inerentes ao marketing, porém, incorporando a preocupação ambiental e contribuindo para : A conscientização ambiental por parte do mercado consumidor

Ao adotar o marketing verde, a organização deve informar a seus consumidores acerca das vantagens de se adquirir produtos e serviços ambientalmente responsáveis, de forma a estimular (onde já exista) e despertar (onde ainda não exista) o desejo do mercado por esta categoria de produtos. O marketing moderno consiste em criar e ofertar produtos e serviços capazes de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores. No marketing verde, os consumidores desejam encontrar a qualidade ambiental nos produtos e serviços que adquirem. Percebemos assim, que nenhum esforço por parte das empresas tem sentido, se os consumidores insistirem em continuar consumindo determinados bens que agridam a natureza. Por exemplo, uma indústria têxtil pode substituir peles de ursos, ovelhas, tigres e outras espécies por fibras sintéticas; mas se o desejo dos consumidores for o de continuar adquirindo vestimentas feitas a partir da pele destes animais, o esforço da organização, por mais bem intencionado que seja, não causará nenhum impacto positivo sobre a demanda.

por Alessandra Teixeira

Fonte: http://www.marketing.com.br

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