jul
02
2010
0

52% dos usuários arriscam-se na web

Muito cuidado com as informações que você anda deixando nas suas redes sociais, um estudo conduzido pela revista norte-americana Consumer Reports  aponta que 52% dos usuários postam  dados potencialmente perigosos à sua segurança, como endereços residenciais, datas de nascimento completas e informações sobre os filhos.

A pesquisa foi realizada com 2.000 pessoas nos EUA e 38% delas declararam postar a data de nascimento completa em sites como o Facebook e MySpace, algo que pode ser usado em roubos de identidade. Outros 8% disseram ainda ir mais longe e postar o endereço residencial.

Só no Facebook, 42% postaram data do nascimento, enquanto 7% colocaram endereço residencial.  Já 3% disseram quando estariam fora de casa, um prato ladrões de imóveis.

Outro dado preocupante é que 23% dos usuários do Facebook desconhecem as ferramentas de proteção de privacidade disponíveis na rede social e outros 26% colocaram nomes dos filhos e fotos, o que poderia expor as crianças a pedófilos.

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet | Tags:, , ,
jun
21
2010
0

8 dicas de etiqueta para você usar o e-mail com eficiência

Você ainda manda respostas para todo mundo e escreve mensagens em maiúsculas? Que mancada. Veja como se comportar profissionalmente ao usar essa ferramenta.

Você acredita que os e-mails estão mais eficazes e educados? Para a especialista Maureen Bertolo, nem pensar. Além do famoso “responder a todos” e textos com tudo em CAIXA ALTA, outras mancadas continuam acontecendo. Além disso, o Twitter e o SMS estão tornando os hábitos no e-mail ainda piores, diz Bertolo, que começou sua carreira como programadora de computador e ensina etiqueta no e-mail há 10 anos.

Infelizmente, diz ela, as pessoas expressam as mesmas questões e reclamações que tinham uma década atrás. A principal: “E-mails são muito longos! e “Por que eu recebo tantos deles?”

O problema central com o e-mail, de acordo com Bertolo, é que as pessoas querem usá-lo para realizar tarefas para as quais é completamente ineficaz, como explicar procedimentos complexos, resolver problemas  complicados e queixas em geral. O e-mail tornou-se uma parte tão integral e fácil do modo como as pessoas trabalham e se comunicam que elas nem pensam em alternativas mais eficazes. Elas também querem essa documentação para se proteger, diz Bertolo.

Atualmente, acrescenta, SMS e Twitter estão “emburrecendo” o e-mail ainda mais. “O SMS está começando a substituir e-mail porque é mais fácil”, diz Bertolo. “Você não precisa se preocupar com ortografia, gramática, uma saudação. Por ser mais rápido, as pessoas acham que não precisam ser profissionais.”

Na Era dos SMS e “tweeting”, alguns poderiam argumentar que as regras de Bertolo para o e-mail estão fora da realidade das empresas globais. Mas os padrões que ela defende são em prol do usuário, diz.

Bertolo também observa que o uso que um indivíduo faz do e-mail fala muito sobre suas habilidades de comunicação e como ele se apresenta para o mundo. Saber quando e como usar o e-mail pode diferenciar um profissional no mercado, diz. Na busca por um emprego, o e-mail é a primeira avaliação de um candidato.

Em suma, se você se preocupa com sua imagem e sua marca pessoal, você deveria se preocupar com os e-mails que você envia.

Aqui estão oito dicas de etiqueta:

1. Pense antes de escrever
Antes de começar a compor um e-mail, pense o que você quer fazer e se o e-mail é eficaz para isso. Por exemplo, se você está tentando resolver o problema de alguém, é melhor uma ligação. Se você precisar explicar um procedimento, mostrar, pessoalmente ou via web, quase sempre é mais eficaz do que por e-mail. Se você precisa resolver um assunto urgente com um colega de trabalho no escritório, fale com ele em pessoa.

2. Seja simples
E-mail funciona melhor para pedidos simples e mensagens que podem ser expressas dentro de duas linhas, tais como, “Você pode me encontrar às 16h?” ou “Você tem estes dados?” Se sua mensagem exige mais do que duas trocas, o e-mail não é uma boa ferramenta. Quando os e-mails começam a expandir em longas cadeias, as pessoas muitas vezes esquecem o assunto original.

3. Mantenha-o curto
As pessoas gostam de e-mail, pois é rápido e fácil. Mas quanto maior e mais complicada for a sua mensagem, maior será o tempo que você levará para compor e para o destinatário entender. “Se um e-mail exige mais do que 12 linhas e dois threads, você está desperdiçando o tempo de todos e diluindo sua mensagem”, diz Bertolo.

4. Faça o campo “assunto” ir direto ao ponto
As pessoas usam o campo “assunto” sua lista de tarefas. Para ajudar seu destinatário a priorizar e entender suas necessidades, o assunto de seus e-mails deve ser muito claro. “Diga ao seu destinatário o que você precisa na linha de assunto”, diz Bertolo. “Então, em invés de marcar o e-mail como alta, média ou baixa prioridade, coloque a data de quando você precisa de uma resposta na linha de assunto”.

5. Estruture
“Um bom e-mail precisa de uma abertura, corpo e conclusão”, diz Bertolo. O objetivo deve estar claro no corpo, junto com todos os detalhes e ações que precisam ser tomadas. As frases devem ser de 15 palavras ou menos. Se houver três ou mais pontos, use marcadores (bullets). Somados, os parágrafos de abertura e fechamento não devem exceder sete linhas, e o corpo não deve exceder cinco linhas.

6. Aproprie-se de sua mensagem
Bertolo recomenda perguntar ao destinatário: “Há algo que eu possa fazer para ajudar? Dei informação suficiente?”.

7. Evite palavras e frases que deixem as pessoas na defensiva
A forma de se comunicar via e-mail expressa como você se comporta profissionalmente. Evite linguagem pesada e sarcasmo, que não é facilmente detectado no e-mail. Mesmo se alguém lhe envia um e-mail mal-educado, você tem a chance de responder profissionalmente.

Ela também recomenda que se evitem perguntas que colocam as pessoas na defensiva, como, “Por que seu projeto está atrasado?” É melhor resolver tais questões espinhosas via telefone ou em pessoa. Pela mesma razão, evite “provocações” como: “Por que você…,”" Você deve…,” “Eu tenho certeza que você vai concordar…,” e “Não compreendo a sua…,” que muitas vezes indicam uma quebra nas comunicações que o e-mail certamente não irá consertar. (Pelo menos não rapidamente.)

8. Use a cópia oculta (Cco) e o Responder a Todos com cuidado
A única razão para o uso de cópia oculta, de acordo com Bertolo, é manter o endereço e-mail dos destinatários em segredo. Por exemplo, se você quiser enviar um e-mail a todos em sua rede para anunciar um novo emprego, coloque todos no campo Cco. Não use o recurso para compartilhar partes confidenciais ou informações incriminatórias com alguém.

O “Responder a Todos” deve simplesmente ser evitado, diz Bertolo. Se, por exemplo, seu chefe envia uma solicitação de reunião ou link para um artigo a todos em sua equipe e você precisa responder, faça-o apenas ao seu chefe. “Responder a todos faz outras pessoas perder tempo”, diz a consultora.

Fonte: CIO.com

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Comunicação,Internet | Tags:,
jun
10
2010
0

Emissão da carteira única começa em outubro

A partir de outubro alguns estados começarão a emitir o novo modelo brasileiro da carteira única de identidade.

Chamado de Registro de Identidade Civil (RIC), o projeto vem sendo idealizado desde janeiro de 2009 e tem como proposta reunir números de RG, CPF, Carteira de Habilitação, Título de Eleitor e Carteira de Trabalho em um único documento.
O documento unifica a numeração e emissão da carteira de identidade, que agora também terá um chip com informações sobre data de nascimento, cor da pele e altura.
O documento traz também imagem de segurança visível por refração da luz, código de leitura óptica, borda da fotografia gravada a laser e integrada ao fundo do documento.
Inicialmente, o projeto chegará somente a um estado de cada região brasileira, que ainda estão sendo definidos.
Há previsão de que 150 milhões de brasileiros terão o documento em dez anos. Até lá, o RG continua valendo.
Escrito por Rafael Costa da Silva in: Comunicação,Informática,Mercado,Planejamento | Tags:,
mar
01
2010
0

Vulnerabilidades em softwares caem em 2009, mas aplicativos viram ameaça

É o que aponta o relatório anual de riscos da IBM, para quem o número de falhas em programas foi reduzido 11% em relação a 2008.

O número de vulnerabilidades de softwares caiu no geral em 2009, mas a quantidade de erros em leitores de documentos e aplicativos de multimídia cresceu em 50%, de acordo com o relatório anual de riscos e tendências da IBM.

A pesquisa foi feita pelo grupo X-Force, da IBM, e coletou divulgações de vulnerabilidades e outros dados de ataques feitos na web. Em 2009, a equipe registrou 6,6 mil novas vulnerabilidades, quantidade 11% menor que a registrada em 2008.

Segundo o estudo, Brasil, EUA e Rússia representam o grupo de países de onde se originou a maioria dos ataques maliciosos, superando a Espanha, Itália e Coréia do Sul, que estavam no topo do relatório em 2008.

No que se refere às brechas de segurança, a IBM disse que o número de vulnerabilidades informadas para leitores de documentos, editores e aplicativos de multimídia subiu 50%. A empresa classifica essas como vulnerabilidades como “clientes”, que também afetam navegadores e sistemas operacionais.

Das cinco falhas mais exploradas na web, três envolvem arquivos PDF.  Crackers tiveram muito sucesso procurando brechas nos documentos e conduziram ataques através de spams e sites maliciosos.

“Existe definitivamente um grupo de caras maus que mira esse tipo de arquivo”, disse o gerente de pesquisas da X-Force, Tom Cross.

As outras duas falhas exploradas envolvem o Flash e um controle ActiveX que permite que usuários vejam arquivos do Microsoft Office no Internet Explorer, disse a IBM.

Navegação vulnerável
Navegadores possuem a maior parte das vulnerabilidades de clientes. O Firefox teve o dobro de falhas críticas que o Internet Explorer em 2009. Nenhum desses erros, no entanto, deixou de ser corrigido até o fim do ano.

Mais da metade das vulnerabilidades de clientes críticas atingiu quatro fabricantes: Microsoft, Adobe, Mozilla e Apple. Enquanto, em média, a maioria dos fornecedores corrigiu 66% dessas falhas, a Apple se mostrou pior nesse ponto, corrigindo apenas 38%.

A IBM também observou as taxas gerais de correção. A X-Force disse que a Research in Motion, a comunidade GNU, a Cisco Systems, a Adobe e a HP tiveram desempenho excelente. A Cisco deixou apenas 1% das falhas críticas sem patchers até o fim do ano, enquanto as outras empresas corrigiram todos os erros.

As empresas com a maior porcentagem de vulnerabilidades sem correção foram a comunidade Linux, com 53%, a Oracle com 38%, a Novell com 31% e a IBM com 27%.

Aplicativos
Outras brechas observadas pela X-Force incluem aplicativos da web, uma condição perigosa para sites que pode resultar em perda de dados e outros danos.

E os números não são bons: cerca de 67% dos problemas com aplicativos de web não foram corrigidos até o fim de 2009. Os cross-site scripting superaram injeção de SQL como principal vulnerabilidade na web, disse a IBM.

Cross-site scripting é um ataque no qual um script ganha permissão para rodar onde não deve, recurso que pode ser usado para roubar informação. Injeção SQL ocorre quando comandos são validados e executados em um banco de dados, que pode revelar dados e ser usado para outros fins maliciosos.

O número de injeções de SQL visto pela IBM em 2008 foi de cerca de 5 mil por dia. Em 2009, ela observou cerca de um milhão de ataques por dia, com invasores usando ferramentas para descobrir sites fracos, segundo Cross.

Muitas vezes hackers tentam inserir HTML em uma página via injeção de SQL que faz com que usuários sejam redirecionados para outro site.

Os crackers estão “tentando conseguir que links maliciosos sejam colocados em sites legítimos com audiência e que a audiência seja redirecionada para outro site”, disse Cross. A IBM também disse que viu um aumento massivo de links maliciosos em 2009.

Fonte: IDG News Services

Escrito por Rafael Costa da Silva in: Internet,Mercado | Tags:, , ,

Powered by WordPress | O2 Comunicação | Webdesign O2 Comunicação